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Navegando por Palavra-chave "Territorialidade"

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    Cidade, territorialidade e redes na política de saúde mental
    (2014) Costa, Luciana Assis; Brasil, Flávia de Paula Duque
    A concepção de território, evidenciada pela municipalização e desinstitucionalização da saúde, torna-se elemento fundamental na construção do modelo substitutivo de saúde mental. O objetivo deste estudo é compreender como a política de saúde mental reaproxima-se do âmbito local, de forma territorializada, para desenvolver estratégias de assistência que corroboram o novo modelo de saúde mental. A partir disso, refletir sobre as possibilidades de reconstrução de novas relações sociais que possam de fato ampliar o pertencimento das pessoas com sofrimento mental na sua forma de convivência mais ordinária. Trata-se de um ensaio que utiliza como aportes teóricos referenciais e conceitos das Ciências Sociais, retratando as diferentes visões das principais escolas da Sociologia Urbana para a compreensão do território em suas múltiplas concepções e possíveis relações com a área da saúde mental. A série histórica dos dados sobre a saúde mental no Brasil demonstra que a política de saúde mental avança de forma heterogênea nas diferentes regiões brasileiras. Por fim, o cabimento da loucura na cidade depende de uma efetiva expansão dos serviços de saúde mental de bases territoriais, bem como de ampliação do acesso a bens e serviços não necessariamente atrelados à saúde mental mas aos direitos sociais básicos de cidadania. Espera-se que novas regras sociais de relacionamento não se restrinjam ao universo da saúde mental mas que promovam novos encontros no espaço urbano, marcados pelo respeito à diversidade e às diferenças.
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    Juventude e vulnerabilidade social nos territórios urbanos: uma análise das juventudes em territórios urbanos vulneráveis e Região Metropolitana de Belo Horizonte
    (2016) Freitas, Alexandre Mário de; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz; Carneiro, Carla Bronzo Ladeira; Brasil, Flávia de Paula Duque
    Este trabalho de conclusão de curso analisa os fatores e características que contribuem para a vulnerabilidade dos jovens da periferia dos centros urbanos, em especial das juventudes em territórios urbanos vulneráveis da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O jovem se desenvolve a partir do meio social em que ele se insere, e é a qualidade das trocas neste meio que o jovem se constitui enquanto sujeito e edifica suas potencialidades e capacidades. O desenvolvimento das capacidades dos jovens é limitado pelas vulnerabilidades às quais ele está exposto e pela qualidade das relações sociais que o meio permite ao jovem. Essas potencialidades e limitações não impactam o jovem de forma homogênea, ela dirige-se a grupos da juventude de acordo com sua especificidade. A juventude possui um caráter de formação para o indivíduo que faz com que essa etapa transitória seja singular na vida humana. Este caráter especial das juventudes e a ampla gama de privações às quais ela está sujeita justificam a implementação de políticas públicas específicas para a juventude, e é a diversidade de formas de se vivenciar a juventude e a pluralidade de demandas dos jovens que desafia o Estado a garantir uma oferta flexível de serviços que atenda as necessidades específicas deste grupo. O espaço público, assim como a vulnerabilidade, é constituínte na construção do jovem enquanto sujeito social. O território em que o jovem está inserido é fundamental na formação da identidade dos jovens e é potencializador de vantagens e desvantagens. As privações concentrada geograficamente e apresentam acúmulo de riscos e vulnerabilidades, privando jovens de direitos fundamentais para sua constituição enquanto sujeito social e perpetuando ciclos de pobreza e desigualdade. Essa realidade justifica a necessidade de se valorizar o território na construção de estratégias e políticas para a superação da vulnerabilidade.
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    Programa BH Cidadania e seus princípios norteadores: na construção de uma agenda inclusiva
    (Fundação João Pinheiro, 2006) Teodoro, Luiz Claudio de Almeida; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/8388652849956928; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz; http://lattes.cnpq.br/2084604177044476; Pereira, Maria de Lourdes Dolabela; http://lattes.cnpq.br/7397162145247992
    Este trabalho busca fazer uma análise dos princípios norteadores do Programa BH Cidadania, quais sejam: intersetorialidade, territorialidade, descentralização e participação cidadã; como proposta de se construir uma agenda de inclusão social local. Nesta perspectiva, é discutido no desenho do Programa as estratégias propostas para integrar os objetivos e as diretrizes para superação da fragmentação das políticas públicas, para a focalização a partir da realidade e potencialidades do público-alvo, para a gestão centralização-descentralização possibilite que o poder fique mais próximo da população e para que haja uma efetiva participação da comunidade não somente pelo controle social, mas para propiciar uma maior eficácia e eficiência das ações propostas. Além disso, cabe analisar como o desenho é implementado, ressaltando seus limites, avanços e desafios. Pois o mesmo permite demonstrar se o desenho proposto tem ou não resolutividade para enfrentar determinados contextos.
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