

Submissões Recentes
1º guia cultural de Belo Horizonte
(Fundação João Pinheiro ; Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, 1997) Fundação João Pinheiro. Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais; Rodrigues, Irlene Maria; -; -; -
Índice Mineiro de Responsabilidade Social e sua dinâmica na região de planejamento Jequitinhonha-Mucuri
(Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2014) Stefani, João; Nunes, Marcos Antônio; Matos, Ralfo
Este trabalho resulta de pesquisa realizada no Instituto de Geociências Aplicadas (IGA), no âmbito do projeto endogovernamental Geoportal MG 3D. A pesquisa tem por objetivo analisar a dinâmica espacial do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS) para a Região de Planejamento Jequitinhonha/Mucuri. Esse indicador foi elaborado pelo Governo de Minas Gerais e sintetiza sete dimensões socioeconômicas dos municípios e regiões do estado: saúde, educação, renda, segurança, saneamento, cultura e finanças. A pesquisa identificou distinções na distribuição territorial do IMRS, em que valores mais elevados do indicador predominam nas regiões meridionais de Minas Gerais, enquanto os valores mais baixos são observados nas regiões setentrionais. No entanto, a pesquisa apontou que, no período 2000-2006, houve significativo incremento nos valores do IMRS nas regiões mais pobres do estado, notadamente na região do Jequitinhonha/Mucuri, foco deste estudo.
Proposta metodológica para identificação de vilas e povoados mineiros localizados mais próximos das sedes municipais de outros municípios vizinhos
(Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2015) Oliveira, Gabriel Luís Nogueira de; Baeta, Aliane Maria Motta; Rodrigues, Brenner Henrique Maia; Nunes, Marcos Antônio; Matos, Ralfo Edmundo da Silva
Esta pesquisa é o resultado de estudos realizados para o projeto “Implantação do Laboratório de Atendimento às Demandas de Limites Municipais e Distritais de Minas Gerais”, executado pelo Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC), da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo de Minas Gerais. O projeto demandou o desenvolvimento de uma metodologia através da qual pudesse identificar os casos de ocorrência das vilas (sedes distritais) e dos povoados dos municípios mineiros que se encontram a distâncias inferiores às das sedes de municípios vizinho sem relação às suas respectivas sedes municipais. A metodologia se pautou pelas distâncias em linha reta, obtidas a partir dos centroides dos setores censitários dos municípios mineiros. O levantamento desses casos é importante para a compreensão do transbordamento de serviços intermunicipais e subsidiar a organização territorial do estado de Minas Gerais.
A política cartográfica da Era Vargas e os mapas dos municípios mineiros de 1939
(Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2025) Pfeffer, Renato Somberg; Cruz, Mariana Oliveira; Baeta, Aliane Maria Motta; Nunes, Marcos Antônio
Em um cenário histórico onde se confrontavam os defensores do federalismo e os mentores da centralização autoritária, o artigo pretende discutir, por meio de fontes primárias e secundárias, as motivações geopolíticas que impulsionaram e configuraram a confecção das cartas municipais brasileiras em todo o país pelo decreto-lei federal nº 311 de 1938, conhecido como lei geográfica do Estado Novo. Em seguida, serão analisadas as intrincadas tramas da política mineira neste contexto histórico e o papel desempenhado pelo serviço geográfico de Minas Gerais na consecução destes mapas no estado. Por fim, a guisa de conclusão, serão tecidas algumas considerações sobre conhecimento, poder e as cartas municipais elaboradas sob a égide do IBGE naquele período. O princípio teórico que norteia este ensaio é que a cartografia oficial é uma forma de saber socialmente construída e vinculada ao poder constituído. Confeccionados por meio do discurso científico da época e eivados de propaganda nacionalista, os mapas municipais estiveram vinculados ao processo de consolidação das ambições políticas centralizadoras e autoritárias de Getúlio Vargas.
Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) : duas décadas de contribuição estratégica para o combate à fome e o desenvolvimento da agricultura familiar no Brasil
(Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri, 2025) Nunes, Marcos Antônio; Balbino, Tomás de Faria; Ferreira, Victor Barcelos
Em 2023, o Programa de Aquisição de Alimentos completou duas décadas de existência. O programa tornou-se o segundo principal instrumento de inclusão produtiva dos agricultores familiares no Brasil, na perspectiva de construção de mercados visando à segurança alimentar e nutricional da população mais vulnerável. Desde a sua vigência e mudanças de governos, o Brasil saiu do mapa da fome em 2014, mas retornou em 2022. Apesar disso, o programa ampliou gradativamente a cadeia produtiva da agricultura familiar e contou com uma legislação que gerou efeitos práticos para o seu aperfeiçoamento e atendimento das demandas de produtores e consumidores. A literatura apontou diversas conquistas promovidas pelo programa, como a comercialização e garantia da venda; o incremento da renda, a melhoria da qualidade de vida e maior autonomia dos produtores; a diversificação da produção; a inserção produtiva; a ampliação da rede socioassistencial receptora dos produtos; entre outros.





