[19] XIX CSAP
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Navegando [19] XIX CSAP por Orientador "Rocha, Elisa Maria Pinto da"
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Item Análise do desempenho dos projetos estruturadores de Minas Gerais: uma sugestão de revisão da taxa de execução empregada pela SCGERAES(2010) Silva, João Gabreil Cardoso; Rocha, Elisa Maria Pinto da; Laia, Marconi Martins de; Sousa, Rosânia Rodrigues deA Superintendência Central de Gestão Estratégica de Recursos e Ações do Estado da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão é o escritório de projetos central do estado, e, dentre outras atribuições, avalia os Projetos Estruturadores de Minas Gerais com base em um indicador de desempenho denominado taxa de execução, que leva em conta cumprimento de marcos e metas do programa, bem como a execução orçamentária. Este trabalho pretende analisar a taxa de execução e identificar seus pontos fortes e fragilidades. A partir disso, um novo indicador, composto por quatro dimensões, é sugerido – o Indicador de Desempenho dos Projetos Estruturadores (IDPE) –, aperfeiçoando os pontos frágeis identificados na taxa de execução. O IDPE leva em conta os mesmos elementos que a taxa de execução – marcos, metas e execução orçamentária. O novo indicador é, então, aplicado aos Projetos Estruturadores em relação à execução dos projetos no ano de 2009. Os resultados são analisados com base nas quatro dimensões do indicador proposto, assim como em relação ao indicador geral.Item Considerações sobre a taxa de anos potenciais de vida perdidos enquanto medida síntese dos níveis de mortalidade(2010) Barbosa, Samuel de Souza; Rocha, Elisa Maria Pinto daNeste trabalho, de natureza exploratória, buscou-se verificar a adequação do uso da taxa de anos potenciais de vida perdidos (tAPVP) como medida e parâmetro de comparação dos níveis gerais de mortalidade das diferentes populações. Utilizada enquanto medida síntese, a tAPVP poderia informar, além da ocorrência geral da mortalidade, o peso que essa mortalidade representa para a sociedade, ao incorporar a distribuição dos óbitos segundo faixas etárias em seu cálculo. Partindo-se da revisão teórica e metodológica deste indicador, abordando conceitos, fórmulas, usos, limitações e críticas, qualificou-se a tAPVP segundo as propriedades desejáveis de validade, confiabilidade, simplicidade e sensibilidade, recomendadas pela literatura de indicadores. Tais qualificações foram comparadas com a taxa bruta de mortalidade padronizada (TBMP), medida tradicional dos níveis de mortalidade populacionais, tomada como referência para se verificar a adequação do uso da Taxa de Anos Potenciais de Vida Perdidos como medida síntese de mortalidade. Verificou-se que, enquanto a TBMP pode ser classificada como um indicador descritivo simples, confiável e válido do nível de mortalidade, a tAPVP representa uma medida síntese valorativa, complexa, confiável e válida da carga de mortalidade de uma população.