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Navegando por Autor "Baeta, Aliane Maria Motta"

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    A política cartográfica da Era Vargas e os mapas dos municípios mineiros de 1939
    (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2025) Pfeffer, Renato Somberg; Cruz, Mariana Oliveira; Baeta, Aliane Maria Motta; Nunes, Marcos Antônio
    Em um cenário histórico onde se confrontavam os defensores do federalismo e os mentores da centralização autoritária, o artigo pretende discutir, por meio de fontes primárias e secundárias, as motivações geopolíticas que impulsionaram e configuraram a confecção das cartas municipais brasileiras em todo o país pelo decreto-lei federal nº 311 de 1938, conhecido como lei geográfica do Estado Novo. Em seguida, serão analisadas as intrincadas tramas da política mineira neste contexto histórico e o papel desempenhado pelo serviço geográfico de Minas Gerais na consecução destes mapas no estado. Por fim, a guisa de conclusão, serão tecidas algumas considerações sobre conhecimento, poder e as cartas municipais elaboradas sob a égide do IBGE naquele período. O princípio teórico que norteia este ensaio é que a cartografia oficial é uma forma de saber socialmente construída e vinculada ao poder constituído. Confeccionados por meio do discurso científico da época e eivados de propaganda nacionalista, os mapas municipais estiveram vinculados ao processo de consolidação das ambições políticas centralizadoras e autoritárias de Getúlio Vargas.
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    História e cartografia : a evolução da política de demarcação municipal em Minas Gerais 1891-1939
    (Fundação João Pinheiro, 2025) Pfeffer, Renato Somberg; Baeta, Aliane Maria Motta; Nunes, Marcos Antônio; Cruz, Mariana Oliveira; Silva, Ana Paula da; Machado, Ariane Marcelina Estevão; Caldeira, Graziella Napoli da Terra; Ferreira, Marielle Durães; Pereira, Aline de Faria; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/2036877945969773; http://lattes.cnpq.br/6670348957912249; http://lattes.cnpq.br/3770701139583558; -; http://lattes.cnpq.br/9034193946078827; http://lattes.cnpq.br/1662546603365951; -; http://lattes.cnpq.br/7884343668211337; -; https://orcid.org/0000-0003-2633-8694; https://orcid.org/0000-0002-3733-7702; https://orcid.org/0000-0001-7704-363X; -; -; -; -; -; -; Pfeffer, Renato Somberg; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/2036877945969773; https://orcid.org/0000-0003-2633-8694
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    Políticas públicas territoriais em Minas Gerais nas primeiras décadas do século XX : debates científicos e a gestão das emancipações e dos limites municipais
    (Fundação João Pinheiro, 2024) Pfeffer, Renato Somberg; Baeta, Aliane Maria Motta; Cruz, Mariana Oliveira
    O artigo objetiva analisar as principais atividades relacionadas às políticas públicas territoriais de Minas Gerais após a extinção da Comissão Geográfica e Geológica (CGG) do estado, em 1898, até o processo de sua recomposição na década de 1920. Após uma breve síntese da atuação da CGG entre 1891 e 1898, o ensaio enfatiza as iniciativas cartográficas em curso nas primeiras três décadas do século XX, os discursos que fortaleceram o campo científico dessa área do conhecimento à época e a gama de interesses que ensejaram a reestruturação da referida Comissão. Dada a carência de estudos historiográficos sobre essa temática, pretende-se aprofundar a compreensão das incipientes atividades relacionadas aos serviços geográficos e geológicos do estado por meio da análise de fontes primárias e secundárias, considerando que tais programas eram essenciais para a fixação da identidade estadual e para a materialização de projetos governamentais, entre eles, a gestão das emancipações e dos limites municipais.
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    Proposta metodológica para identificação de vilas e povoados mineiros localizados mais próximos das sedes municipais de outros municípios vizinhos
    (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2015) Oliveira, Gabriel Luís Nogueira de; Baeta, Aliane Maria Motta; Rodrigues, Brenner Henrique Maia; Nunes, Marcos Antônio; Matos, Ralfo Edmundo da Silva
    Esta pesquisa é o resultado de estudos realizados para o projeto “Implantação do Laboratório de Atendimento às Demandas de Limites Municipais e Distritais de Minas Gerais”, executado pelo Instituto de Geoinformação e Tecnologia (IGTEC), da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo de Minas Gerais. O projeto demandou o desenvolvimento de uma metodologia através da qual pudesse identificar os casos de ocorrência das vilas (sedes distritais) e dos povoados dos municípios mineiros que se encontram a distâncias inferiores às das sedes de municípios vizinho sem relação às suas respectivas sedes municipais. A metodologia se pautou pelas distâncias em linha reta, obtidas a partir dos centroides dos setores censitários dos municípios mineiros. O levantamento desses casos é importante para a compreensão do transbordamento de serviços intermunicipais e subsidiar a organização territorial do estado de Minas Gerais.
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    Reorganização territorial em Minas Gerais : da República Velha ao Estado Novo
    (Universidade Federal Fluminense, 2025) Nunes, Marcos Antônio; Pfeffer, Renato Somberg; Baeta, Aliane Maria Motta; Cruz, Mariana Oliveira
    Este trabalho analisa a reorganização territorial do estado de Minas Gerais entre 1891 e 1939 e aborda as mudanças nas divisões municipais no período. Para isso, traça um histórico da evolução político-administrativa do Município no Brasil, analisando a influência das constituições federais na autonomia municipal. O estudo quantifica, espacializa e analisa a frequência da criação de municípios mineiros no período, identificando processos econômicos e territoriais na transição para o século XX e início da República. Cinco macrorregiões de análise foram delimitadas para agrupar os municípios conforme esses processos. O período de análise foi dividido em República Velha e Era Vargas. Os resultados revelaram que a maioria dos municípios criados se concentrou nas porções meridionais e leste de Minas Gerais, regiões predominantemente cafeicultoras. A pesquisa utilizou dados primários e secundários, com ilustrações para otimizar a compreensão espacial.
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