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Navegando por Autor "Castellane, Luiza"

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    Determinantes do valor adicionado do turismo de Minas Gerais: uma análise com modelos de dados em painel
    (2018) Gonçalves, Caio César Soares; Castellane, Luiza
    Apesar do reconhecido potencial turístico do estado de Minas a literatura acerca do tema carece de estudos investigativos dos determinantes desta atividade. Este artigo se propõe identificar variáveis que se relacionam com o valor adicionado do turismo de Minas Gerais, calculado pela Fundação João Pinheiro com detalhamento a nível municipal. Para isto, este artigo realizou uma análise econométrica dos determinantes da produção do turismo nos municípios do Estado de Minas Gerais nos anos de 2010 a 2014, utilizando regressões de dados em painel e a técnica dos Mínimos Quadrados Generalizados (MGQ). Estes instrumentos possibilitaram a identificação de que variáveis como PIB per capita, densidade demográfica, proximidade de aeroportos, constituição de consórcios de turismo e ser base de visitação regional impactam nos resultados do valor adicionado do turismo dos municípios de Minas Gerais. O mesmo não pode ser dito para as variáveis que indicam a vinculação de um município com circuitos turísticos, presença de atrativos turísticos específicos, existência de tombamentos patrimoniais, além do valor adicionado do turismo não apresentar relação com o gasto per capita do estado com turismo. A identificação destas variáveis explicativas demonstra o potencial dos estudos nesta área, além de sinalizar direcionamentos para políticas públicas.
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    O enfrentamento à violência contra mulheres pela Subsecretaria de Políticas para Mulheres de Minas Gerais: em busca da intersetorialidade?
    (2018) Castellane, Luiza; Gomes, Ana Paula Salej; Sousa, Rosânia Rodrigues de; Veiga, Laura da
    A violência contra as mulheres vêm se institucionalizando como questão de Estado, dentre outras variáveis, pela intensa mobilização do movimento de mulheres para reinvindicação frente a este. Os últimos anos foram perpassados por avanços significativos no que diz respeito da incorporação desta pauta pelas estruturas governamentais. Cita-se a nível nacional criação da Secretaria Especial de Política para Mulheres, vinculado à Presidência da República, a promulgação da Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. No âmbito de Minas Gerais, a criação da Subsecretaria de Política para Mulheres marca um ganho de status histórico para pasta. É neste contexto que este trabalho se presta a investigar o trabalho da unidade no enfrentamento à violência contra as mulheres. A abordagem a partir da intersetorialidade, por sua vez, se dá a partir do reconhecimento da questão como complexa, da qual emana a necessidade de uma estruturação da resposta governamental a partir de outras diretrizes de governança. Assim, a pergunta a ser respondida é como a SPM organizou sua atuação para o enfrentamento à violência contra as mulheres e se, caso o tenha, em que medida esta organização se pautou por uma abordagem intersetorial da questão. Retoma-se, para respondê-la, a discussão sobre a relação do Estado com as políticas para mulheres, intersetorialidade e os números que materializam este fenômeno no Brasil e em Minas Gerais. A parte empírica deste trabalho, por sua vez, é a descrição da SPM, suas atividades e instâncias relacionadas ao enfrentamento à violência contra as mulheres. Por fim, conclui-se pela intensidade variada das articulações intersetoriais nos fóruns coordenados pela SPM e no seu trabalho como um todo. Algumas iniciativas como o CEAHVIS apresenta um desempenho mais avançado neste aspecto em comparação ao COPEAMPE e o Fórum de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Campo, da Floresta e das Águas. No que tange à atuação da SPM para além destas instâncias, identifica-se um esforço para a articulação da pauta com as entidades da sociedade civil organizada e para a dispersão geográfica da política de enfrentamento à violência contra as mulheres, através da articulação com os municípios mineiros. Estes esforços, por sua vez são contextualizados a partir da limitação dos recursos disponíveis para unidade e pela renúncia de poder e autonomia implícita a uma estratégia intersetorial.
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