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Item Anuário estatístico de Minas Gerais : 1980: volume 1.(SEPLAN,, 1980) Minas Gerais. Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação GeralO anuário estatístico de Minas Gerais de 1980 pretende retomar a série interrompida em 1955, sob a responsabilidade do então Departamento Estadual de Estatística, na época, órgão regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O documento engloba os seguintes assuntos: caracterização do território, agricultura, pecuária, mineração, indústria de transformação, construção civil, habitação e saneamento básico, infra-estrutura, bancos e financeiras, finanças públicas, índices de preço, comércio interestadual por vias internas, comercio exterior, demografia, emprego, saúde e mortalidade. São cerca de 290 tabelas dispostas sequencialmente, que incorporam estimativas e derivações elaboradas pela Superintendência. Acompanham ainda, em alguns setores, ilustrações gráficas cuja finalidade é destacar o desempenho da variável no período.Item Anuário estatístico de Minas Gerais : 1980: volume 2.(SEPLAN,, 1980) Minas Gerais. Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação GeralO anuário estatístico de Minas Gerais de 1980 pretende retomar a série interrompida em 1955, sob a responsabilidade do então Departamento Estadual de Estatística, na época, órgão regional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Com relação ao anuário anterior foram feitas algumas alterações. Quanto à forma além na mudança de tamanho, a edição sai diagramada e composta com melhor apresentação gráfica e de arte. Gráficos e mapas ilustram melhor as variáveis físicas, demográficas, econômicas e sociais de Minas Gerais. Com relação ao conteúdo, constam no anuário informações básicas, de periodicidade anual, cobrindo o decênio 1970-1980. Eliminaram-se dados mensais, as taxas e as estruturas percentuais, adjetivas que são. Esses apenas mantiveram quando a própria natureza do fenômeno assim o exigia. O documento engloba os seguintes assuntos: caracterização do território, agricultura, pecuária, mineração, indústria de transformação, construção civil, habitação e saneamento básico, infra-estrutura, bancos e financeiras, finanças públicas, índices de preço, comércio interestadual por vias internas, comercio exterior, demografia, emprego, saúde e mortalidade. São cerca de 290 tabelas dispostas sequencialmente, que incorporam estimativas e derivações elaboradas pela Superintendência. Acompanham ainda, em alguns setores, ilustrações gráficas cuja finalidade é destacar o desempenho da variável no período.Item Certificação bancária e regulação de mercado: relações de trabalho e (pouca) negociação(2017) Amorim, Wilson Aparecido Costa de; Cruz, Marcus Vinícius Gonçalves da; Sarsur, Amyra Moyzés; Fischer, André LuizO artigo delineia, por meio de pesquisa qualitativa, o movimento de certificação de trabalhadores bancários no Brasil, sob a perspectiva da regulação do Estado - Banco Central do Brasil (BACEN), das certificadoras, dos sindicatos de trabalhadores e dos bancários. Verificou-se que as relações de trabalho no interior dos bancos são afetadas pelo papel do Estado em sua função reguladora (em termos de normas setoriais e políticas de qualificação), e pelas entidades patronais (associações e federação) em suas ações de determinação das formas de organização do trabalho. Constatou-se, ainda, que o Estado brasileiro por meio de suas instituições reguladoras modifica o contexto das competências no setor bancário induzindo à prática de certificação dos trabalhadores pelos bancos que atuam no Brasil. Conclui-se que a certificação bancária resulta de regulação do BACEN e é negociada em sua forma e conteúdo, com e entre as organizações do setor. Em dez anos, mais de 500 mil bancários já buscaram a certificação para aquisição de competências. Este processo - que sob a égide da regulação do Estado ocorre sem a interferência dos sindicatos - pressionando profissionalmente os trabalhadores da área.Item Políticas de educação corporativa e o processo de certificação bancária: distintos atores e perspectivas(2015) Amorim, Wilson Aparecido Costa de; Cruz, Marcus Vinícius Gonçalves da; Sarsur, Amyra Moyzés; Fischer, André LuizAs iniciativas de educação corporativa vêm se institucionalizando como elemento de competitividade entre países (LANVIN; EVANS, 2013), organizações (EBOLI et al. 2010) e indivíduos (SARSUR, 2010). Como parte do resultado da melhor estruturação da educação corporativa, a qualificação da mão de obra traz no seu bojo os processos de certificação profissional. Neste contexto, o sistema financeiro brasileiro revela instituições mais efetivas na intermediação financeira e na geração de resultados, lastreadas em ações de educação corporativa e políticas de gestão de pessoas. O presente artigo delineia esta perspectiva analisando o movimento de certificação de trabalhadores bancários no Brasil, sob a égide de atores distintos como o órgão regulador; os bancos e suas universidades corporativas; as certificadoras; os sindicatos e os bancários. Verificaram-se por meio de pesquisa qualitativa de cunho descritivo, utilizando-se como instrumentos de coleta de dados a análise documental, entrevistas e grupo de foco, as políticas de gestão de pessoas sob o escopo da educação corporativa e o processo de certificação bancária sob a perspectiva destes atores. Os principais achados indicam que o Banco Central do Brasil normatiza o mercado, os bancos induzem ao processo de certificação bancária como mecanismo de ampliação de competitividade e pressão sobre o indivíduo enquanto trabalhador, e por sua vez os sindicatos atuam como coadjuvantes no processo.