19 resultados
Resultados de Busca
Agora exibindo 1 - 10 de 19
Item Direções para o fortalecimento da intermediação de mão de obra no estado de Minas Gerais(2018) Bernardino, Guilherme Amaral; Guimarães, Alexandre Queiroz; Saraiva, Ágnez de Lélis; Soares, Helena Teixeira MagalhãesO presente trabalho visa debater a ação de intermediação de mão de obra no contexto das políticas de mercado de trabalho em Minas Gerais. A fim de trazer as direções para o fortalecimento dessa atividade faremos uma introdução de como surgiu a ideia de se constituir um serviço público de emprego ao redor do mundo, para então detalharmos suas funções e seu propósito de atuação. A partir de então buscaremos analisar os desdobramentos do Sistema Nacional de Emprego (SINE), criado no Brasil em 1975. Explicitando as principais políticas no âmbito do sistema público de emprego brasileiro, passaremos o foco para a atividade de intermediação, que busca diminuir a assimetria de informações existente no mercado a partir da aproximação dos indivíduos em busca de trabalho com as vagas disponíveis. Essa análise será trazida para Minas Gerais, onde foi feita uma pesquisa qualitativa acerca do atendimento dos postos do SINE no estado. Por meio de um questionário aplicado em alguns municípios, buscou-se averiguar o panorama do serviço prestado nas unidades. Juntamente com entrevistas abertas de alguns atores que atuam diretamente com as políticas de emprego no Estado, fez-se uma pesquisa de cunho descritivo e analítico, buscando trazer o que há de mais recente na realização da intermediação de mão de obra, assim como os desafios e limitações da política em Minas Gerais.Item Complexificação econômica e o caso mineiro um problema presente com impactos para o futuro(2019) Hargreaves, Rafael Tomagnini; Guimarães, Alexandre Queiroz; Santos, Ester Carneiro do Couto; Borges, Thiago BernardoO presente trabalho visa discutir a complexidade da economia de Minas Gerais através da ótica do product space. A economia desse estado apresenta baixa complexidade, tendo poucos produtos exportados com vantagem comparativa revelada, sendo altamente dependente de alguns produtos, principalmente minerais. Contudo, Minas Gerais é um dos mais importantes da federação em termos econômicos, criando uma dicotomia entre baixa complexidade e alto PIB. O estado tem o terceiro maior PIB da federação, mas apresenta o 24° maior nível de complexidade econômica. Portanto, é preciso pensar maneiras de resolver esta dicotomia, dado que ele não pode ser altamente dependente de alguns produtos e vulneráveis ao seu desempenho no mercado internacional. O objetivo deste trabalho é elaborar uma análise que visa contribuir para indicar quais seriam os produtos que podem ser fomentados para melhorar este cenário. Utilizando da abordagem de complexidade a partir do product space, busca-se identificar quais produtos estão mais próximos da estrutura produtiva atual de Minas Gerais e que, por consequência, devem ser fomentados. Esta pesquisa é de natureza descritiva e exploratória. Utilizando de metodologias qualitativas e quantitativas, complementa-se por ampla pesquisa bibliográfica. Os resultados mostram que Minas tem um desafio muito grande para se diversificar, dado que as distâncias para outros produtos relativo à estrutura produtiva atual é alta, necessitando que o aporte de investimentos também seja alto. Contudo, é necessário investir para diversificar a economia e deixar de depender de poucos produtos. São ao final apresentados dois resultados, o primeiro centrado nos produtos mais fáceis de serem incentivados, e o segundo destacando produtos que enfrentam maiores dificuldades, mas podem contribuir para um salto maior para a economia do estado.Item Origens do desenvolvimento : um estudo de caso do crescimento econômico no município de Extrema(2022) Silveira, Maria Laura Cardoso; Guimarães, Alexandre QueirozNos últimos anos, municípios mineiros concentrados na região do Sul de Minas apresentaram resultados notórios na atração de investimentos e desenvolvimento industrial, sendo o município de Extrema frequentemente citado como exemplo de sucesso na área: segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este possui a maior taxa ocupação da região e o segundo maior Produto Interno Bruto per capita (PIB per capita) do estado de Minas Gerais. Dessa forma, este trabalho tem por objetivo compreender os fatores que propiciaram o supracitado crescimento econômico do município de Extrema nas últimas décadas enquanto estudo de caso da região do Sul de Minas, sob a ótica teórica do desenvolvimento regional. Através de pesquisa quali-quanti, são analisadas conjuntamente as percepções dos atores envolvidos nas políticas de desenvolvimento do município e os dados disponíveis relacionados à expansão da economia local. A hipótese principal desenvolvida para explicar o crescimento recente de Extrema parte dos efeitos locacionais advindos das obras de duplicação da Rodovia Fernão Dias (BR-381) entre as décadas de 1990 e 2000.Item Arranjos produtivos locais: comparação entre os papéis exercidos, nos PLS calçadistas de Elche e de Nova Serrana, pelos seus respectivos governos(2009) Dias, Gabriela Rocha; Guimarães, Alexandre Queiroz; Souza, Carla Cristina Aguilar deO modelo de arranjos produtivos locais, importante instrumento atual para as empresas principalmente de pequeno porte, tem se tornado o foco de diversas políticas dos Governos para o desenvolvimento local. A razão disso é o fato dos arranjos serem capazes de gerar maior competitividade às indústrias que o compõem, tornando-as aptas a concorrerem no mercado diretamente com multinacionais. Tendo em vista a expressiva relevância a respeito do assunto, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de se analisar e comparar os papéis dos Governos nos respectivos apls calçadistas de Nova Serrana e de Elche.Item Paradiplomacia no Brasil: a inserção internacional do estado de Minas Gerais a partir do ano de 2003(2009) Martins, Augusto Conrado; Guimarães, Alexandre QueirozA integração dos mercados e a evolução nas comunicações tornam globais as consequências de certos eventos locais. Portanto, a inserção de uma região no fluxo internacional de troca de informações e mercadorias é condição para o pleno e sustentável desenvolvimento de tal região, uma vez que é preciso estar atento ao que ocorre nas diversas partes do mundo. Mais do que isso, a inserção internacional pode proporcionar importantes ferramentas para a melhoria do governo e das políticas públicas emitidas. Nesse sentido, o Estado de Minas Gerais vem desenvolvendo, a partir de 2003, importantes ações no sentido de se internacionalizar com a criação da Subsecretaria de Assuntos Internacionais, órgão centralizador dessa ação no governo, e com o estabelecimento de uma estratégia de governo para a área.Item A agenda da economia criativa: perspectivas para o estado de Minas Gerais à luz de experiências internacionais(2019) Freitas, Maria Thereza; Guimarães, Alexandre Queiroz; Starling, Mônica Barros de Lima; Santos, Renato ValeA pesquisa tem como objetivo analisar experiências internacionais relevantes de economia criativa, no que diz respeito às políticas adotadas, capacidade de geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico. Isso com o intuito de dar luz aos possíveis rumos para as políticas do Estado de Minas Gerais. Para isso, foram apresentados conceitos e discutidos quais as oportunidades, desafios e características das indústrias criativas. Além disso, foram analisadas experiências internacionais relevantes, como da Austrália, Reino Unido, Portugal, Coréia do Sul, entre outros, que puderam indicar que tipo de política e estratégia foi adotada, por meio de pesquisa bibliográfica. Já para entender o contexto mineiro, foram utilizados documentos do governo federal e estadual, além de entrevistas semi-estruturadas com atores chave da economia criativa mineira. Foi possível perceber que é uma área recente ainda no contexto nacional e internacional, necessitando do desenvolvimento de outras pesquisas, dados e estudos para a compreensão mais ampla do tema. Apesar disso, é perceptível o papel do governo estadual na promoção de políticas públicas de economia criativa. Sua atuação deve acontecer de forma transversal e conectada com o contexto local, visando pontos como; a simplificação das legislações existentes; a criação de fontes de financiamento adequadas e específicas; o desenvolvimento do ambiente de negócios; a conexão dos atores estaduais e por fim, é importante pensar em políticas que sejam mais gerais, no sentido de atenderem a todos os segmentos da economia criativa.Item Política industrial e desenvolvimento : um estudo da política industrial chinesa e direções para a sua implementação em países em desenvolvimento(2021) Pereira, Felipe Chaves; Guimarães, Alexandre Queiroz; Riani, Juliana de Lucena Ruas; Santos, Ester Carneiro do CoutoO objetivo do presente trabalho é de analisar a experiência de política industrial da China, evidenciando seus fatores de sucesso, limitações, desafios e perspectivas futuras. A intenção é de aclarar possíveis direções de política industrial para sua implementação em países em desenvolvimento. Para isso, foram abordados conceitos, noções e visões acerca da importância da política industrial e suas principais características. Em seguida, o trabalho ilustrou como as diferentes estratégias de fomento industrial se inserem no processo de desenvolvimento econômico. Depois disso, foram elencados alguns casos de sucesso de políticas industriais. A partir desses casos, foram levantados pontos, estratégias e medidas que a literatura aponta como positivos para o sucesso das políticas industriais. Em seguida, o trabalho abordou o caso da política industrial chinesa, demonstrando os fatores de seu sucesso e o papel da política industrial nisso. Logo após, o trabalho tratou das estratégias e mecanismos específicos que a política industrial chinesa se valeu, evidenciando seus avanços, entraves e desafios. A partir disso, foram evidenciadas algumas experiências de política industrial que podem servir como um ponto de referência analítico para sua implementação em países ainda em estágios iniciais de desenvolvimento. Nas considerações finais, as lições de política industrial foram sintetizadas e alguns direcionamentos para novas pesquisas foram realizadosItem A cadeia produtiva de trigo no Brasil e em Minas Gerais: políticas públicas, avanços e desafios(2010) Barbosa, Jéssica Brandão; Guimarães, Alexandre Queiroz; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Leal Filho, Raimundo de SousaTrata-se de trabalho de conclusão de curso (TCC) de graduação em Administração Pública. O trabalho visa a discutir a efetividade das políticas públicas voltadas para a cadeia produtiva do trigo brasileiro, com ênfase no Estado de Minas Gerais. Com base na pesquisa documental indireta e na pesquisa bibliográfica, são analisadas as ações governamentais em âmbito nacional para a triticultura, bem como a atuação do governo mineiro, no período 2003-2010, no tocante ao incentivo do desenvolvimento da cadeia produtiva do trigo. O resultado da pesquisa é o estabelecimento de uma relação entre a atuação estatal e o grau de organização do setor tritícola em Minas Gerais. A conclusão é que a relação político-institucional, de caráter neocorporatista, entre a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA) e os participantes da cadeia do trigo foi de fundamental importância para as transformações observadas nesse setor produtivo ao longo do período em questão.Item Atraso econômico relativo de Minas Gerais e estratégias de recuperação econômica durante a primeira metade do século XX(2020) Menezes, Elias Natal Lima de; Guimarães, Alexandre Queiroz; Silveira, Glauber Flaviano; Barbosa, Lúcio Otávio SeixasNa virada do século XIX para o século XX, permeando os debates acerca da transferência da capital estadual mineira para Belo Horizonte, passou a predominar entre as elites a constatação de situação de atraso econômico de Minas Gerais, sobretudo quando comparada à dinamicidade e ao crescimento vertiginoso de São Paulo. Essa concepção predominante ensejou a intervenção do governo estadual ao longo da primeira metade do século XX, manifestando-se ora pela estratégia de diversificação econômica focalizada na agricultura, ora pela estratégia de especialização industrial. Em termos concretos e imediatos, a iniciativa estatal de promoção da industrialização mineira na primeira metade do século XX não logrou êxito ampliar sua participação no produto industrial nacional, aproximando-a de São Paulo. Com efeito, a participação de Minas entre 1949 e 1959 caiu de 6,5% para 5,8%. Por outro lado, são constatados os avanços institucionais promovidos no período, a modernização da agricultura e a constituição de uma infraestrutura de energia e transportes básica necessária à industrialização regional. O presente trabalho se destina à compreensão dessas estratégias, realizando, para tanto, revisão bibliográfica acerca dos governos Benedito Valadares (1933-1945), Milton Campos (1947-1951) e Juscelino Kubitschek (1951-1955). Ademais, para um melhor entendimento das estratégias de desenvolvimento regional mineiro vigentes no período abordado, buscou-se compreender as causas do atraso, a partir de revisão bibliográfica da historiografia econômica acerca dos ciclos da economia mineira. Neste sentido, foram abordadas a transferência do centro dinâmico da economia mineira da extração do ouro na região central para a economia mercantil de gêneros no sul do estado, bem como o desenvolvimento da cafeicultura na Zona da Mata e o surto industrial da cidade de Juiz de Fora. São apresentadas as principais razões da constituição do atraso relativo da economia mineira a partir das deficiências produtivas identificadas nos referidos ciclos econômicos de Minas Gerais.Item A internacionalização da ciência de Minas Gerais e o papel da FAPEMIG(2017) Porcaro, Daniela Paolinelli; Guimarães, Alexandre Queiroz; Montolli, Carolina Ângelo; Câmara, Mauro AraújoO final do século XX, marcado por uma expressiva mudança no cenário internacional, coincidiu com a revolução científico-tecnológica e inaugurou uma nova fase da globalização. Nesse novo contexto, o papel dos Estados foi igualmente modificado e as relações exteriores, especialmente aquelas no campo da ciência, passaram a representar condição fundamental para seu progresso. Atentando-se a isso, e reconhecendo as assimetrias nacionais de nosso país, o presente estudo adotou um enfoque regionalizado cujo objetivo consistiu em compreender como o Estado de Minas Gerais, por meio de sua Fundação de Amparo à Pesquisa (FAPEMIG) vem realizando a internacionalização da ciência mineira. Com o intuito de contextualizar o cenário contemporâneo em que o Estado está inserido, foi realizado, inicialmente, um estudo panorâmico sobre o fenômeno da globalização e, em seguida, foi apresentada a evolução das políticas públicas nacionais em ciência e tecnologia. Enfim, no último capítulo do trabalho, a situação de Minas foi estudada por meio das atividades internacionais da FAPEMIG, especialmente aquelas realizadas pela Assessoria Científica Internacional (ACI). A metodologia utilizada nos dois primeiros capítulos teóricos foi, basicamente, pesquisa bibliográfica e no quarto capítulo foi usado, também, análise de documentos internos da FAPEMIG e uma entrevista com a responsável pela antiga ACI, recentemente reorganizada em Departamento de Parcerias Internacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação. Concluiu-se que a questão da internacionalização da ciência ainda é realizada de forma incipiente tanto no Brasil quanto em Minas Gerais, e que apenas nos últimos anos foram executadas medidas estatais mais efetivas nesse âmbito. Por outro lado, auferiu-se que a FAPEMIG vêm buscando reverter esse cenário na esfera estadual, fomentando atividades de cooperação científica com países estrangeiros e reestruturando sua organização interna, com o objetivo de se tornar mais eficiente.