3 resultados
Resultados de Busca
Agora exibindo 1 - 3 de 3
Item A busca pela excelência da qualidade em hospitais: um estudo do programa de fortalecimento e melhoria da qualidade dos hospitais (Pro-Hosp) sob a ótica da acreditação(2008) Oliveira, Diego Lanza de; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; Fortes, Fátima; Lima, Marilene FabriA gestão da qualidade em saúde, vem ao longo do tempo se mostrando um importante instrumento para otimização dos processos dentro de organizações hospitalares. Seguindo pela mesma ótica, a acreditação objetiva fornecer uma certificação aos estabelecimentos de saúde, considerando critérios previamente definidos como aceitáveis. Assim, o presente trabalho buscou utilizar os preceitos abordados pela Acreditação para analisar o Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais de Minas Gerais (Pro-Hosp). Assim, após uma abordagem de todos os conceitos necessários para análise, correlacionou-se as metas e compromissos pactuados no instrumento de avaliação do Programa com os três níveis de acreditação abordados pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), de modo a analisar a evolução do Plano de Ajustes e Metas.Item A participação social na elaboração de planos diretores em municípios de Minas Gerais(2007) Valle, Maria Izabel Marques do; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; Ferreira, Frederico Poley Martins; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; Pereira, Maria de Lourdes DolabelaEste trabalho analisa o desenho institucional proposto pelo Ministério das Cidades para a elaboração dos planos diretores municipais, na trilha aberta pelos novos marcos jurídico-urbanísticos instituídos pelo Estatuto da Cidade, aprovado em 2001, que definem a participação social como constituinte dos planos diretores. Esta análise é elaborada a partir do conceito de governança, associando a participação social à ampliação da democracia, e se fundamenta nos modelos analíticos propostos por Fung (2004) e Lubambo e Coelho (2005), sendo que o primeiro autor caracteriza as dimensões componentes de uma instância participativa visando seus efeitos com relação ao aperfeiçoamento democrático e os outros dois autores estabelecem uma classificação dessas instâncias participativas quanto aos níveis de empoderamento propiciados. A partir daí, este trabalho analisa a implementação do desenho institucional em sete municípios de Minas Gerais, de forma geral, identificando as diferenças entre eles em termos dessa implementação. Aprofunda a análise em dois deles, nos quais o processo participativo ocorreu de forma mais intensa, procurando identificar os fatores comuns que contribuíram para a efetividade desses processos. Argumenta-se que a institucionalização das instâncias participativas é essencial para o bom desempenho dos processos participativos nos municípios, contribuindo para a ampliação da boa governança e para o empoderamento dos atores. Destaca-se que essa implementação é influenciada pelos contextos locais, em especial quanto ao papel dos governos locais e às experiências prévias com participação, resultando em níveis diferenciados de aperfeiçoamento democrático. Em que pese a amplitude dos temas e o interesse difuso que caracterizam os planos diretores, as experiências locais demonstraram a contribuição das instâncias participativas para o engajamento dos atores e para a deliberação pública, desde que associadas à atuação vigorosa do representante do Executivo local e, em menor escala, à existência de experiências prévias com participação.Item Ações de saúde na prisão: análise da adesão do estado de Minas Gerais no plano nacional de saúde no sistema penitenciário(2008) Neres, Ramon Alves Campos; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; Sapori, Luís Flávio; Rodrigues, Nathália I. NascimentoO objetivo deste estudo foi analisar o processo de implementação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário (PNSSP) em Minas Gerais e identificar as mudanças advindas desse novo contexto para os serviços de saúde oferecidos à população encarcerada desse Estado. Esse plano foi desenvolvido pelo Ministério da Saúde e Ministério da Justiça, contando com a participação ainda do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde e do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Ele foi responsável por reorientar os serviços de saúde oferecidos às pessoas privadas de liberdade, conferindo um sistema organizado de ações sob a competência dos três entes federados, União, Estado e Município. Além disso, ele propôs um mecanismo de incentivo financeiro àqueles Estados que seguissem os seus requisitos. Assim, neste trabalho será analisada a relação que esse plano tem com o Sistema Único de Saúde, o novo modelo de prestação de serviços de saúde oferecido aos encarcerados, a sua implementação em Minas Gerais, os avanços ocorridos e os desafios enfrentados pelos diversos atores envolvidos nessa política pública.