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    Planejamento da força de trabalho da carreira de especialista em políticas públicas e gestão governamental no estado de Minas Gerais
    (2018) Reis, Rebeca Brum dos; Oliveira, Kamila Pagel de; Nicácio, Cláudia Beatriz Machado Monteiro de Lima; Rodrigues, Roberto do Nascimento
    O objetivo deste trabalho é realizar uma análise da força de trabalho da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental no Estado de Minas Gerias, identificando a maneira como é feita a alocação desses profissionais e a qualidade deste processo. A partir disso, busca-se averiguar se há situações de sub alocação ou super alocação desses servidores nos diversos órgãos da Administração Pública, além de levantar a qualidade do trabalho, a capacitação e as atribuições dessa carreira. Adotou-se o pressuposto teórico de que o Planejamento da Força de Trabalho (PFT), uma ferramenta de gestão de pessoas, é essencial para que uma organização tenha a quantidade certa de pessoas, alocadas nos lugares certos e realizando os trabalhos com a maior capacitação e clareza de atribuições. A metodologia utilizada consistiu em pesquisa bibliográfica, análise de tabela de dados sobre os EPPGG, realização de entrevista com 14 gestores e observação participante. Foi constatado que o processo de gestão da força de trabalho EPPGG em Minas Gerais não é feito de acordo com as premissas definidas para um adequado PFT, além de faltar esse planejamento em diversas outras carreiras do Estado. Outra conclusão é que ainda existe necessidade de maior número de EPPGG nas unidades centrais dos órgãos do Estado e, considerando-se as regionais desses órgãos, a demanda é ainda maior. A ausência de planejamento adequado dessa força de trabalho tem gerado alocações que, muitas vezes, não são as mais adequadas diante das demandas do Estado, e que não se ajustam aos perfis profissionais de cada servidor. Assim, é importante a realização desse planejamento por parte da SEPLAG, de forma a adotar uma estratégia de alocação bem definida e adequada às premissas do PFT.
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    As contribuições do autosserviço para uma gestão estratégica de pessoas no estado de Minas Gerais
    (2016) Mota, Pablo Santos; Oliveira, Kamila Pagel de; Nicácio, Cláudia Beatriz Machado Monteiro de Lima; Sousa, Rosânia Rodrigues de
    Com o intuito de aperfeiçoar o trabalho da área de recursos humanos no estado de Minas Gerais, a Administração Pública mineira deu início ao Projeto MASP, que visa implantar um Modelo de RH de Alto Desempenho. O objetivo do Projeto MASP é tornar a gestão de pessoas no estado mais eficiente. Para isso, será criado um Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos, que possibilitará a integração entre todos os processos de RH. O novo Sistema possibilitará que o Estado ofereça aos servidores uma série de autosserviços. Ou seja, a partir do novo modelo, uma série de processos de gestão de pessoas, como apuração de frequência e marcação de férias, serão intermediados pelo Sistema, de modo que o servidor e o gestor não necessitem de estabelecer contato direto com o pessoal da área de RH. Tendo isso em vista, este trabalho buscou identificar quais as características dessa disponibilização dos autosserviços, bem como as dificuldades e benefícios esperados. Por meio de pesquisas bibliográfica e documental, bem como da realização de entrevistas, identificou-se que o autosserviço pode reduzir de maneira considerável a carga de trabalho operacional que hoje é realizada pelos DRH do Estado. Dessa maneira o autosserviço pode contribuir para uma gestão estratégica de pessoas no estado de Minas Gerais, ao possibilitar que a área de recursos humanos tenha tempo disponível para elaborar novas políticas e alinhar a gestão de pessoas à estratégia governamental.
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    Papel de facilitadores de aprendizagem no Programa de Desenvolvimento de Gestores da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, realizado pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro
    (2022) Santos, Mariella Luciana Soares; Oliveira, Kamila Pagel de
    A presente pesquisa propõe um estudo de caso sobre o papel de facilitadores de aprendizagem no Programa de Desenvolvimento de Competências de liderança e gestão para gestores da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (PDG/SEE), realizado pela Escola de Governo da Fundação (EG/FJP). Esse estudo insere-se num contexto amplo de promoção da profissionalização dos gestores públicos em Minas Gerais e no Brasil, no qual os movimentos de modernização do Estado, com aprimoramento das entregas aos cidadãos, têm enfrentado déficits em competências gerenciais e de liderança dos seus dirigentes públicos. Entre as razões para isso, tem-se a carência de metodologias de ensino e aprendizagem aderentes ao desenvolvimento de competências de adultos no setor público. Visando avançar nessa frente da gestão de pessoas, a EG/FJP tem realizado programas de desenvolvimento para gestores e lideranças públicos. Neles, observa-se a presença de um facilitador de aprendizagem atuando em pequenos grupos de participantes, proporcionando apoio e orientação sobre a metodologia de desenvolvimento de competências individuais e outros processos. Essa metodologia foi desenhada e personalizada para os programas de desenvolvimento de gestores da EG/FJP, junto a outros atores, em 2019, e tem sido adaptada a cada novo programa, segundo as premissas e os objetivos deste. Considerando a recente utilização dessa metodologia na EG/FJP e seu caráter inovador diante das práticas tradicionais de ensino, questiona-se como os facilitadores atuam e podem contribuir com os objetivos do PDG/SEE. A metodologia envolve pesquisa bibliográfica, documental e de campo, por meio de questionários e entrevistas com atores estratégicos relacionados ao programa. A percepção desses atores aponta, por um lado, para uma boa receptividade à facilitação em diversos aspectos, como a maior individualização do contato com os participantes, o incentivo personalizado à dedicação ao processo de desenvolvimento, a oportunização de trocas entre os próprios participantes, entre outros. Por outro lado, observam-se pontos de atenção a serem mais bem trabalhados pelos facilitadores e pela coordenação do programa, como a necessidade de maior dedicação dos facilitadores à preparação para as atividades e a definição de estratégias para reforçar o aspecto de construção de redes de contato no programa. Em suma, a utilização dessa metodologia representa avanço com relação à aderência dos participantes, ao ganho de escala da metodologia de desenvolvimento de competência sem perda de personalização e à mobilização de metodologias vivenciais associadas à aprendizagem, mas ainda necessita de aprimoramentos para a consecução plena da sua potencialidade de impacto.
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    Gestão do desempenho no setor público mineiro: disfunções, desafios e possibilidades de mudança
    (2017) Cristo, Marina Gregório Coimbra; Oliveira, Kamila Pagel de; Nicácio, Cláudia Beatriz Machado Monteiro de Lima; Sousa, Rosânia Rodrigues de
    O presente trabalho trata da gestão do desempenho no Estado de Minas Gerais, buscando compreender quais são suas disfunções e identificar quais são as possibilidades de mudanças neste processo. Busca-se entender como esse processo evoluiu desde a implantação da avaliação de desempenho, em 2003, e quais dificuldades encontradas atualmente impedem o alcance de efetividade na gestão do desempenho em Minas Gerais. Trata-se de uma pesquisa que investiga o tema a partir da perspectiva de atores fundamentais no processo em estudo, sendo eles os responsáveis pela gestão de desempenho na SEPLAG e os gestores de determinadas unidades da SEPLAG e FJP. Para o alcance dos objetivos propostos foram utilizadas as seguintes técnicas: revisão bibliográfica e pesquisa de campo, a qual foi realizada por meio de entrevistas e aplicação de questionários. Os resultados obtidos mostram a existência de uma contradição no processo de gestão de desempenho em Minas Gerais; enquanto os dados quantitativos mostram que os gestores declaram conhecer e executar adequadamente as etapas de tal processo, a análise qualitativa mostra que esses atores, bem com os membros da área responsável pela elaboração de políticas de gestão de pessoas do estado, apontam uma série disfunções na gestão do desempenho, tais como: a atuação das unidades setoriais de recursos humanos, o envolvimento da alta gestão no processo, o papel do gestores e questões relacionadas ao modelo vigente no estado. Os respondentes também indicaram possibilidades de melhoria neste processo, sendo as principais: instrumentalização dos RH setoriais, aumento do comprometimento dos gestores com a gestão do desempenho, adequação do modelo utilizado à realidade dos servidores e a conscientização da alta gestão em relação a importância dos resultados da gestão do desempenho para seus servidores e para a organização.