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Item As contribuições do autosserviço para uma gestão estratégica de pessoas no estado de Minas Gerais(2016) Mota, Pablo Santos; Oliveira, Kamila Pagel de; Nicácio, Cláudia Beatriz Machado Monteiro de Lima; Sousa, Rosânia Rodrigues deCom o intuito de aperfeiçoar o trabalho da área de recursos humanos no estado de Minas Gerais, a Administração Pública mineira deu início ao Projeto MASP, que visa implantar um Modelo de RH de Alto Desempenho. O objetivo do Projeto MASP é tornar a gestão de pessoas no estado mais eficiente. Para isso, será criado um Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos, que possibilitará a integração entre todos os processos de RH. O novo Sistema possibilitará que o Estado ofereça aos servidores uma série de autosserviços. Ou seja, a partir do novo modelo, uma série de processos de gestão de pessoas, como apuração de frequência e marcação de férias, serão intermediados pelo Sistema, de modo que o servidor e o gestor não necessitem de estabelecer contato direto com o pessoal da área de RH. Tendo isso em vista, este trabalho buscou identificar quais as características dessa disponibilização dos autosserviços, bem como as dificuldades e benefícios esperados. Por meio de pesquisas bibliográfica e documental, bem como da realização de entrevistas, identificou-se que o autosserviço pode reduzir de maneira considerável a carga de trabalho operacional que hoje é realizada pelos DRH do Estado. Dessa maneira o autosserviço pode contribuir para uma gestão estratégica de pessoas no estado de Minas Gerais, ao possibilitar que a área de recursos humanos tenha tempo disponível para elaborar novas políticas e alinhar a gestão de pessoas à estratégia governamental.Item Análise da estrutura das carreiras de médicos e profissionais de enfermagem da FHEMIG e o perfil de seus ocupantes(2016) Reis, Nathália Caroline de Souza; Oliveira, Kamila Pagel de; Sousa, Rosânia Rodrigues de; Souza, Adriana Kely deA Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG) se firma como um importante expoente na promoção da saúde pública a nível estadual. Por prestar serviços de complexidade secundária e terciária, apresenta um vasto contingente de pessoal nas diversas especializações da área da saúde. Isso aumenta o desafio dos gestores de recursos humanos da Fundação, que devem se mirar nos Princípios basilares da administração pública para promover uma equidade e justiça entre os profissionais. Contudo, os instrumentos apresentam falhas, privilegiando certos agrupamentos profissionais em detrimento de outros, o que acirra os conflitos interprofissionais e tenciona o ambiente organizacional. Mais do que isso, muitas vezes os mecanismos de gestão reproduzem relações de dominação entre diferentes grupos envolvidos em um dado contexto. Tendo em vista a complexidade do ambiente organizacional em que se inserem as ocupações da saúde, o presente estudo buscou analisar a estrutura das carreiras de Médicos e Profissionais de Enfermagem e o perfil de seus ocupantes, a luz de duas disciplinas: a Gestão de Recursos Humanos e a Sociologia das Profissões. Desse modo, procurou-se examinar como se constituem os desenhos dessas carreiras, bem como delinear o perfil socioeconômico dos profissionais que as compõem, com o intuito de verificar como se estabelecem as relações de poder e os capitais simbólicos apropriados pelos grupos dominantes e dominados. Para tanto, foram realizadas pesquisa bibliográfica, análise documental e pesquisa de campo por meio de aplicação de questionários em uma Unidade Hospitalar da FHEMIG. A partir da consolidação dos dados percebeu-se que a carreira dos Médicos apresenta uma série de vantagens, benefícios e prerrogativas que lhes posiciona em uma condição de “superioridade” frente a carreira dos Profissionais de Enfermagem. Além disso, pôde-se identificar a composição do perfil desses profissionais em que os médicos são, em sua maioria, homens e brancos e os Profissionais de Enfermagem são mulheres e negras. Em suma, pôde-se inferir que os médicos utilizam da burocracia como forma de legitimar o seu poder simbólico e a manutenção do status quo, perpassando o campo do trabalho, reforçando as desigualdades histórico-sociais que consolidaram a formação social do país.Item As contribuições do recenseamento para o desenvolvimento de um modelo estratégico de gestão de pessoas no estado de Minas Gerais(2016) Vieira, Patrícia Cerqueira; Oliveira, Kamila Pagel de; Bernardi, Mônica Moreira Esteves; Dufloth, Simone CristinaA gestão estratégica de pessoas é tema cada vez mais relevante entre as organizações que buscam adequar-se a um novo contexto no qual as pessoas são consideradas o principal patrimônio das organizações e elemento de diferenciação para o alcance dos resultados organizacionais. Torna-se fundamental dispor de dados a respeito do perfil dos funcionários que integram uma organização no intuito de formular e implementar políticas de gestão de pessoas que sejam adequadas a esse perfil. Nessa perspectiva, este trabalho tem como objeto de estudo o Recenseamento dos servidores do Estado de Minas Gerais que será realizado pelo Projeto de Modernização na Administração dos Serviços e Sistemas de Pessoal (MASP). O objetivo foi compreender de que forma os dados que serão coletados no Recenseamento poderão contribuir para a consolidação de um modelo estratégico de Gestão de Pessoas no Setor Público mineiro. A pesquisa possui caráter qualitativo. Quanto aos objetivos, ela é exploratória e descritiva. Com relação aos procedimentos empregados, fundamentou-se nos seguintes: pesquisa documental, pesquisa bibliográfica, pesquisa de campo e estudo de caso. Foram realizadas entrevistas na Subsecretaria de Gestão de Pessoas e Subsecretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a fim de entender de que maneira dispor de informações a respeito dos servidores poderia contribuir para as políticas dessas áreas. Os resultados apontaram que a escassez de dados a respeito do servidor é causa de vários problemas nas diferentes áreas de gestão de Pessoas do Estado. Dessa maneira, o Recenseamento surge como elemento facilitador, preenchendo as lacunas de informação que vem sendo obstáculo para que as políticas e práticas estratégicas de gestão de pessoas sejam implementadas no Estado.