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    Incorporação de tecnologias no SUS e possíveis relações com a judicialização da saúde
    (2021) Bretas, Janaína; Ferreira Júnior, Sílvio; Riani, Juliana de Lucena Ruas
    Objetivo: analisar a participação de representantes do mercado na legítima porta de entrada do processo de incorporação de tecnologias no SUS. Método: Trata-se de estudo descritivo, retrospectivo, com base nos dados secundários sobre demandas de avaliação de tecnologia em saúde recebidas pela CONITEC. Fundamentação teórica: há indícios na literatura que a indústria farmacêutica utilize a judicialização da saúde, no Brasil, como atalho para introdução de novos medicamentos no SUS. Resultados: os representantes do mercado são os segundos maiores demandantes de avaliação de tecnologia em saúde pela CONITEC. Menos de 40% de suas requisições, se convertem em pareceres favoráveis às incorporações no SUS. A maior parte das solicitações com origem no poder judiciários também não resultaram em parecer favorável à incorporação da tecnologia. Conclusão: é importante que pareceres emitidos pela CONITEC alcancem o poder judiciário para permitir que as sentenças proferidas no seio dos tribunais brasileiros tenham respaldo técnico e científico, a fim de evitar que a indústria farmacêutica utilize atalhos para introdução de tecnologias no sistema público de saúde.
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    Editorial [Revista do Serviço Público]
    (2022) Rodrigues, Maria Isabel Araújo; Magalhães, Bruno Dias
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    Assistência social no Brasil: a busca por direitos, o cenário de privações e os desafios da proteção
    (Editora da UFRGS/CEGOV, 2016) Ladeira, Carla Bronzo; Mendes, Maria Clara
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    O sagrado na sociedade do saber
    (2012) Pfeffer, Renato Somberg
    A partir da ilustração acreditava-se que o destino estava nas mãos do homem. Este era visto como criador das ciências e como dominador do universo. O processo de secularização foi conseqüência dessa transformação. O otimismo ilustrado previa, de forma geral, uma sociedade sem a necessidade de referenciais religiosos. Os ideais do Iluminismo acabaram demonstrando sua insuficiência ao deixar em segundo plano as questões últimas do ser humano, o que acabou se traduzindo na atual sociedade do saber em uma busca do sobrenatural. Esse artigo busca discutir a persistência e diversidade religiosa na sociedade contemporânea que colocaram em xeque a tese da secularização. São esses fenômenos religiosos marginais ou permanentes? Como explicar/compreender esse retorno á religiosidade? Está realmente o mundo contemporâneo em processo de reencantamento ou o desaparecimento do sagrado nas sociedades humanas sempre é uma impossibilidade radical?
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    Vulnerabilidade de inserção no mercado de trabalho dos jovens moradores de favelas de Belo Horizonte
    (2019) Souza, Nícia Raies Moreira de; Riani, Juliana de Lucena Ruas
    A vulnerabilidade social da juventude resulta de uma série de fatores sobrepostos. A combinação de baixa escolaridade e renda, dificuldade de inserção no mercado de trabalho e barreiras de acesso às políticas sociais podem ser entendidas como causas estruturais para a vulnerabilização. Este é um fenômeno que tem atingido grande parcela da população jovem no Brasil. As dimensões principais para o estudo das vulnerabilidades sociais são geralmente o trabalho, capital humano e as relações sociais. Considerando estas diferentes dimensões, o presente trabalho focaliza um dos condicionantes da vulnerabilidade que é a forma como determinados grupos populacionais se inserem no mercado de trabalho. O objetivo é investigar as características do mercado de trabalho dos jovens em cinco grandes favelas do município de Belo Horizonte, analisando indicadores como taxas de ocupação, desemprego e distribuição nos grupos ocupacionais, considerando as diferenças para homens e mulheres e para as faixas etárias de 15 a 18 e 19 a 24 anos. Também foi calculado o Índice de Vulnerabilidade Juvenil, que mede o grau de exclusão social dos jovens. Os dados utilizados foram provenientes do censo demográfico de 2010 do IBGE, considerando como menor nível de agregação as áreas de ponderação que foram compatibilizadas com as áreas das favelas. Os resultados mostram que em determinadas áreas da cidade de Belo Horizonte os jovens entram mais cedo no mercado de trabalho, sem prosseguir seus estudos, possuem maior taxa de desemprego e maior inserção no setor informal. Observa-se também uma maior segregação ocupacional das mulheres em relação aos homens.
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    Boletim epidemiológico e assistencial Covid-19, n. 13
    (2022-07-02) Silveira, Glauber Flaviano; Minas Gerais. Secretaria da Saúde; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989
    O Boletim Epidemiológico e Assistencial Covid-19, edição especial nº 13, elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, em conjunto com a Fundação João Pinheiro, apresenta uma análise da situação da pandemia de COVID-19 no estado de Minas Gerais até a 26ª semana epidemiológica de 2022. A publicação oferece uma leitura territorializada da evolução de casos e óbitos, com destaque para as Macrorregiões de Saúde e municípios selecionados. O objetivo é subsidiar a tomada de decisões por parte de gestores públicos e profissionais da saúde, orientando estratégias de controle e prevenção e controle da doença. A abordagem regional e por porte populacional permite identificar tendências específicas, contribuindo para o planejamento de políticas públicas alinhadas à realidade local. O boletim também reforça a importância do monitoramento contínuo da pandemia para a proteção da população mineira.
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    Avaliação da divulgação e da prestação de contas da atuação das comissões legislativas nos portais das assembleias legislativas
    (2013) Silva, Cássia Carolina Borges da; Carvalho, Fabíola Cristina Costa de; Garcia, Ana Paula Prado; Dufloth, Simone Cristina
    Os portais de governo ampliam o acesso à informação e a transparência da gestão, facilitando o exercício da cidadania. Norteado por essa ideia, este trabalho busca criar uma metodologia de avaliação de portais de assembleias legislativas do ponto de vista da divulgação e da prestação de contas da atuação das comissões, atividade que consome a maior parte do trabalho dos deputados estaduais. Especificamente, foram avaliados cinco portais, segundo 56 critérios de análise. Como resultado, os portais das Assembleias Legislativas de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul foram os mais bem avaliados, podendo ser considerados modelos para a construção dos portais dos demais estados e municípios.
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    Gestores de Minas Gerais: retrato e desafios para a administração pública
    (Fundação João Pinheiro, 2024) Amorim, Marina Alves; Souza, Letícia Godinho de; Gomes, Ana Paula Salej
    O artigo apresenta um retrato, datado de 2016, dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) egressos do Curso de Administração Pública (Csap) da Escola de Governo (EG) da Fundação João Pinheiro (FJP). Foi realizada uma pesquisa exploratória, com análise quantitativa, baseada na estatística descritiva dos dados sobre o perfil dos egressos do Csap/ FJP, bem como sua trajetória; e uma análise qualitativa, a partir de entrevistas de história oral temática. Além de procurar identificar quem são eles, objetivou-se evidenciar como o processo de estruturação dessa carreira levou, por um lado, a uma menor evasão do curso de formação, à posse de um maior número de graduados no Estado e a uma menor evasão da própria carreira; e, por outro lado, à mudança do perfil do estudante e do egresso, que se tornou mais elitizado. Surge, então, um novo desafio para a administração pública, ora enfrentado com o estabelecimento de política de ação afirmativa com recorte socioeconômico e étnico-racial.
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    Mercado de trabalho : Pnad Contínua (3º trim. 2023) e novo Caged (set. 2023)
    (2023-11-24) Silveira, Glauber Flaviano; Souza, Nícia Raies Moreira de; Souza, Plínio de Campos; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Estudos Populacionais; Minas Gerais. Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. Subsecretaria de Trabalho e Emprego; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/3103584992491024; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; https://orcid.org/0009-0008-0675-9903
    Esta edição tem como foco o acompanhamento de indicadores conjunturais do mercado de trabalho a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e informações disponibilizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego por intermédio do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Dados referentes ao 3º trimestre de 2023.