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Item Retornos da escolaridade no Brasil e regiões(2015) Silveira, Glauber Flaviano; Gomes, Marília Fernandes Maciel; Lima, João Eustáquio de; Silva, José Maria Alves daUm dos determinantes do desenvolvimento econômico de uma nação é o capital humano, sendo que os retornos da escolaridade se apresentam como fator crucial. Verifica-se, na literatura nacional, a predominância de estudos que con-templam em sua unidade de análise o Brasil como um todo ou um estado, em específico. Nesse sentido, no presente trabalho buscou-se avaliar os retornos da escolaridade no Brasil e em suas regiões, bem como analisar de que modo o grau de instrução (fundamental, médio ou superior) afeta o retorno da escolaridade dos indivíduos quanto ao gênero. Os resultados evidenciaram que o retorno da escolaridade no Brasil é positivo, tanto para os homens quanto para as mulheres. Na análise em que foram destacadas as diferenças regionais, constatou-se a existência de heterogeneidade entre as regiões. Além disso, na análise por grau de instrução, verifica-se que os retornos da escolaridade são crescentes.Item [resenha] OLIVEIRA, Fabrício Augusto de. Governos Lula, Dilma e Temer: do espetáculo do crescimento ao inferno da recessão e da estagnação. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2019.(2019) Carneiro, RicardoO livro tem como tema central a política econômica adotada no Brasil no período 2003-2018 e busca explicações para o comportamento da economia, que transita do crescimento para a recessão, seguida da estagnação. Argumenta que não há diferenças substantivas nas estratégias dos governos Lula e Dilma, caracterizadas pelo alinhamento à política macroeconômica de estabilização prescrita pela ortodoxia, em combinação com a ausência de esforços mais efetivos de realização de reformas estruturais capazes de assegurar o crescimento da economia em bases sustentáveis. Relaciona os resultados distintos no tocante ao desempenho da economia obtidos por esses governos às características cambiantes dos contextos externo e interno, com destaque para a perda de dinamismo da economia mundial no rastro da crise do subprime. Mostra que o alinhamento à ortodoxia persiste no governo Temer, ao lado de esforços reformistas de cunho neoliberal, voltados ao ajuste fiscal. A pretendida retomada do crescimento não se materializa, com a substituição da recessão pela estagnação, e dificilmente irá se materializar sem a mudança do modelo de desenvolvimento.Item Andrew Gamble. Crisis without end? The unravelling of western prosperity. New York: Palgrave Macmillan, 2014(2018) Guimarães, Alexandre QueirozO artigo discorre sobre as dimensões política, econômica, doméstica e internacional da crise econômica iniciada em 2007-2008. Procura situar os impasses e particularidades da crise, entender a sua gravidade e resiliência e explorar cenários para os anos seguintes. Para isso, aborda três desafios centrais: os desafios de governança, de crescimento e fiscal. Em sequência, explora quatro possíveis cenários para a ordem econômica internacional. Em apenas um deles há efetiva preocupação com o fortalecimento da capacidade institucional para enfrentar o impasse. Assim, por miopia e inércia, o mundo pode deslizar para a fragmentação e para um beco sem saída. Evitar esse cenário requer estruturas de governança que fortaleçam a cooperação e um modelo de crescimento que possa reverter as ameaças ao meio ambiente.