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    O governo estadual e a promoção do desenvolvimento econômico em Minas Gerais
    (Universidade Estadual de Montes Claros, 2021) Guimarães, Alexandre Queiroz; Vicari, Lauro Marques
    O presente artigo dedica-se a analisar os desafios e as oportunidades para a construção de uma agenda de desenvolvimento econômico para o estado de Minas Gerais, à luz do papel de seu aparato de fomento e das capacidades do governo estadual. A discussão está centrada nos impasses da conjuntura atual, na qual Minas Gerais sofre com uma pauta produtiva pouco diversificada e altamente dependente de commodities, conformando-se como grande importadora de máquinas, ferramentas e bens de capital. Objetiva-se, portanto, refletir sobre a forma de organização da ação governamental e a adoção de instrumentos capazes de priorizar a promoção do desenvolvimento, de forma a equacionar a questão fiscal, vencer gargalo sem infraestrutura, desburocratizar a economia e avançar em políticas de C&T. Para isso, busca-se nas seguintes seções: realizar um resgate histórico do papel do governo de Minas Gerais na promoção da industrialização; abordaras redefinições do pacto federativo e seus impactos sobre os governos estaduais; enfocar iniciativas de outros governos estaduais na promoção do desenvolvimento; abordar a recuperação da capacidade de planejamento do governo de Minas Gerais a partir dos anos 2000 e as direções apontadas para o desenvolvimento econômico e analisar a estratégia de smart specialisation adotada pela União Europeia.
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    Exchange rate policy, class conflict and economic development from Furtado’s view
    (2019) Barbosa, Lúcio Otávio Seixas; Missio, Fabrício; Jayme Júnior, Frederico
    O objetivo do trabalho é analisar as contribuições de Celso Furtado quanto ao papel da política cambial e sua relação com o conflito de classes no desenvolvimento de economias periféricas. Resgatam-se as interpretações do autor em suas análises sobre o caso venezuelano e em Formação Econômica do Brasil. Nessas obras destacam-se duas principais conclusões: i) a valorização cambial, em consequência da maldição dos recursos naturais, prejudica o crescimento econômico; ii) a condução da política cambial é um fenômeno associado à economia política, em que o conflito de classes torna-se eminente. A conclusão ressalta a atualidade do pensamento do autor.
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    Desenvolvimento em Minas Gerais – lições da história e novas prioridades na promoção do desenvolvimento econômico
    (Fundação João Pinheiro, 2023) Guimarães, Alexandre Queiroz; Leal Filho, Raimundo de Sousa
    Este artigo propõe uma reflexão sobre as políticas estaduais de desenvolvimento em Minas Gerais para indicar linhas prioritárias de ação para o momento atual. Para isso, faz inicialmente um mergulho na história do desenvolvimento econômico estadual, mostrando o papel crítico desempenhado pela tecnocracia estatal mineira. Procura, concomitantemente, apontar a evolução da economia estadual e dos principais setores econômicos. Uma importante contribuição é destacar a mudança nos instrumentos e na capacidade de ação do governo estadual que se seguiu à crise econômica de 1980 e às mudanças no arranjo federativo. São também apresentadas as mudanças na organização do estado mineiro e em sua capacidade de atuar e promover o desenvolvimento. O artigo termina enfatizando o cenário recente, as oportunidades que se abrem, os instrumentos disponíveis e as principais linhas de ação a serem contempladas.
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    Capacidades governamentais municipais e desenvolvimento econômico : uma análise da Região Geográfica Intermediária de Teófilo Otoni
    (Fundação João Pinheiro, 2025) Pena, Luis Gustavo de Carvalho
    Este trabalho analisa a manifestação das capacidades governamentais em nível local, com foco específico nos municípios da Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Teófilo Otoni, situada em Minas Gerais. Para alcançar esse objetivo, a pesquisa fundamentou-se em uma revisão bibliográfica sobre capacidades estatais, identificando conceitos-chave e abordagens teóricas relevantes ao contexto municipal. A metodologia adota uma análise qualitativa e descritiva, fundamentada em indicadores coletados de fontes abertas, como o Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS) e a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esses indicadores foram empregados como proxies para operacionalizar o conceito de capacidade estatal e reconhecer o impacto nas municipalidades da RGInt, com vistas à promoção do desenvolvimento econômico. Para esse fim, os instrumentos foram organizados em duas dimensões: a capacidade técnico-administrativa da gestão pública e as condições financeiras. A primeira dimensão avaliou: instrumento de planejamento territorial — existência de Plano Diretor; capacidade participativa — adoção de conselhos municipais e capacidades estatais em Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) — absorção de tecnologias digitais na gestão pública. A perspectiva financeira abordou: gestão fiscal e equilíbrio nas contas públicas — delineamento das receitas e despesas a partir do balanço orçamentário e capacidade de arrecadação de tributos e empenho em investimentos — levantamento do Índice de Desenvolvimento Tributário e Econômico (IDTE). Os resultados indicaram a necessidade de considerar as especificidades locais, dado que as capacidades administrativas podem variar de forma significativa, exigindo um esforço contínuo para desenvolver políticas eficazes que reflitam a complexidade da relação entre o Estado, a sociedade e a realidade da gestão pública.
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    Economia criativa: um conceito em discussão
    (Fundação João Pinheiro, 2012) Botelho, Isaura; Calabre, Lia; Oliveira, Marta Procópio de; Starling, Mônica Barros de Lima; Miguez, Paulo; Starling, Mônica Barros de Lima; Oliveira, Marta Procópio de; Vieira Filho, Nelson Antonio Quadros; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1888032506179758; http://lattes.cnpq.br/8825297994702462; http://lattes.cnpq.br/4314080541935670
    Divulga o conteúdo que emergiu de um seminário sobre o tema realizado em junho de 2012 no Centro de Estudos de Políticas Públicas da Fundação João Pinheiro. O documento aborda a cultura num enfoque econômico e suas relações com a economia criativa levantando insumo para o desenvolvimento de políticas públicas para a área.