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Item Indicadores de ciência, tecnologia e inovação: mensuração dos sistemas de CTeI nos estados brasileiros(2004) Rocha, Elisa Maria Pinto da; Ferreira, Marta Araújo TavaresEste artigo trata da construção de uma medida que possibilite caracterizar e classifi car os sistemas de inovação existentes nos estados brasileiros. A partir de bases de dados e informações já existentes, elabora-se o Índice de Ciência, Tecnologia e Inovação para os estados das regiões Sudeste e Sul do país. Os resultados obtidos sugerem a existência de pelo menos quatro “estágios” de desenvolvimento dos sistemas estaduais de inovação na região. No “estágio” mais avançado estaria posicionado São Paulo; Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estariam na posição imediatamente abaixo de São Paulo; Paraná e Minas Gerais ocupariam posições menos confortáveis, enquanto o Espírito Santo corresponderia a um estágio menos avançado.Item Caracterização do nível de desenvolvimento do processo de incubação de empresas de base tecnológica nos estados brasileiros(2008) Rocha, Elisa Maria Pinto da; Souza, Maria Ramos deO artigo caracteriza o nível de desenvolvimento do processo de incubação de empresas de base tecnológica nos estados brasileiros. Para tanto, utiliza-se de indicador sintético voltado para a mensuração de dimensões relevantes deste processo. O trabalho, de natureza exploratório-descritiva, envolveu a exploração de bases de dados, a padronização de variáveis e o levantamento bibliográfico e documental. O resultado geral confirma a ideia de que o nível de desenvolvimento do processo de incubação de empresas encontrar-se-ia em patamar avançado no caso do estado de São Paulo, seguido do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina representariam casos intermediários, e Minas Gerais corresponderia a estágio pouco avançado. O Espírito Santo representaria nível muito pouco avançado, e em nenhum dos casos o nível de desenvolvimento se mostraria maduro. Os resultados sugerem que, no Brasil, medidas governamentais de estímulo ao processo de incubação de empresas devem considerar as especificidades regionais que caracterizam os estados da federação.Item Análise dos indicadores de inovação tecnológica no Brasil: comparação entre um grupo de empresas privatizadas e o grupo geral de empresas(2001) Rocha, Elisa Maria Pinto da; Ferreira, Marta Araújo TavaresO artigo discute o desempenho inovador de dois grupos de empresas brasileiras participantes da base de dados da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Industriais (Anpei): um grupo composto por empresas privatizadas e um grupo geral de empresas. A análise comparativa baseou-se nos indicadores de inovação tecnológica produzidos pela Anpei e se referem ao período 1994 a 1998. A metodologia de construção dos indicadores reflete as orientações do Manual de Oslo-OCDE, as quais produzem informações relevantes no sentido de contribuir para maior compreensão do processo de inovação no âmbito das empresas.Item Análise comparativa regional de indicadores de inovação tecnológica empresarial: contribuição a partir dos dados da pesquisa industrial de inovação tecnológica(2009) Rocha, Elisa Maria Pinto da; Dufloth, Simone CristinaApresenta uma análise de indicadores de inovação tecnológica empresarial. A metodologia baseia-se na análise desagregada, segundo regiões do País, dos dados produzidos pelo IBGE na Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica. A análise de tais indicadores confirma a idéia de que a inovação envolve elementos outros que não apenas aqueles essencialmente econômicos. A região Sudeste - líder nacional em termos de capacidade econômica de produção - não apresenta o mesmo destaque no que diz respeito à amplitude da inovação tecnológica. As empresas das regiões Nordeste, Norte e Sul são aquelas que realizam maior esforço inovador, comparativamente às outras regiões, e são também as que apresentam maior amplitude de inovação. Os resultados sugerem que a preocupação com a proteção do conhecimento por meio de patentes revela-se mais intensa naquelas regiões em que há maior investimento em atividade de P&D por parte das empresas (Sul e Sudeste). Finalmente, os resultados indicam que a existência de instrumentos de apoio governamental ao desenvolvimento industrial tende a estimular um número maior de empresas a inovar, o que pode ser ilustrado pelos casos das regiões Sul e Sudeste do Brasil.Item Inovação tecnológica empresarial nas regiões do Brasil: análise dos indicadores da PINTEC 2003-IBGE(2007) Rocha, Elisa Maria Pinto daEste artigo busca contribuir para o desenvolvimento de um quadro teórico-conceitual e de uma base empírica que permitam melhor compreender a inovação tecnológica. A metodologia envolveu o levantamento de dados da Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica (PINTEC-IBGE) e a compilação de um conjunto de indicadores de inovação, além da revisão da literatura especializada. Nos espaços tecnologicamente periféricos, como é o caso brasileiro, as abordagens associadas ao aprendizado organizacional, aos sistemas nacionais de inovação, bem como as práticas de gestão da informação e do conhecimento, são referências conceituais relevantes para compor o quadro conceitual de inovação incremental. Quanto à base empírica, a análise dos indicadores confirma a idéia de que a inovação envolve elementos outros que não apenas aqueles essencialmente econômicos. O setor de atuação das empresas, as sinergias e arranjos produtivos regionais e o apoio governamental são fatores que explicam por que regiões como o Norte, Nordeste e Sul – que possuem menor capacidade econômica de produção do que o Sudeste – se destacam em termos de inovação tecnológica.Item Análise de desempenho de programas estruturadores do estado de Minas Gerais voltados para a área de Ciência, Tecnologia de Inovação(2013) Rocha, Elisa Maria Pinto da; Siqueira, Lauren Fernandes; Costa, Marcela Menezes; Del Giudice, Priscila FialhoO monitoramento e avaliação de programas de governo adquiriram especial importância na gestão da máquina pública. Essas ferramentas são consideradas uma tentativa de praticar a boa governança, valendo-se de princípios como eficiência na distribuição de recursos públicos. Nesse contexto, o presente artigo analisa o desempenho dos programas estruturadores do Estado de Minas Gerais voltados para o desenvolvimento científico e tecnológico, sob a perspectiva teórica do planejamento governamental. A necessidade de aperfeiçoar a programação de gastos e a das metas físicas a serem atingidas pelos programas de governo foi um dos principais resultados observados no desenvolver do estudo.