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    Sistematização das demandas das mulheres em espaços participativos
    (SEDPAC, 2018) Gomes, Ana Paula Salej; Lacerda, Daniela Góes Paraiso; Marinho, Karina Rabelo Leite; Souza, Leticia Godinho de; Nogueira, Maria José; Amorim, Marina Alves; Souza, Nícia Raies Moreira de; Sousa, Rosânia Rodrigues de; Minas Gerais. Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/2605280249287773; http://lattes.cnpq.br/7151165130781471; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; -; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/6990850876347831; https://orcid.org/0000-0003-2573-2606; -; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933; https://orcid.org/0000-0001-5083-5899; -; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; https://orcid.org/0000-0002-2417-5812
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    Educação e gênero : o currículo prescrito no Brasil (1985-2022)
    (Fundação João Pinheiro, 2025-05-12) Fundação João Pinheiro. Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade; Amorim, Marina Alves; Maia, Maria Clara de Mendonça; Baeta, Ana Clara da Costa Nascimento; Cardoso, Frederico Assis
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    O conservadorismo saiu do armário!: a luta contra a ideologia de gênero do movimento Escola Sem Partido
    (2016) Amorim, Marina Alves; Gomes, Ana Paula Salej
    Este artigo aborda a luta do Movimento Escola Sem Partido (MESP) contra o que esse movimento denomina “ideologia de gênero”. Afinal, o que é o MESP e o que propõe? Qual o seu programa escolar e o que esse programa pretende impor através da aprovação de projetos de lei nos âmbitos municipal, estadual e federal? Por que a discussão de gênero, corpo e sexualidade deve ser banida das escolas, de acordo com o MESP? Ao longo do artigo, procurou-se apresentar respostas preliminares para essas questões.
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    Boletim do Mercado de Trabalho Mineiro: temática especial - negros
    (Fundação João Pinheiro, 2023) Silveira, Glauber Flaviano; Souza, Nícia Raies Moreira de; Souza, Plínio Campos de; Paula, Rafaela Rodrigues de; Oliveira, Helena Sanches de; Dias, Maria Aline da Silva; Ornelas, Júlia Vilas Boas; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; -; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; http://lattes.cnpq.br/3103584992491024; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/7669416946157276; -; http://lattes.cnpq.br/0523188925591110; -; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; -; https://orcid.org/0000-0003-1978-2199; -; https://orcid.org/0000-0001-9964-9536; -
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    O reconhecimento e as famílias homoafetivas
    (Valor Editora, 2017) Pedra, Caio Benevides
    A história da população LGBT no Brasil foi sempre marcada pelo preconceito e pela homofobia. Nesse texto, analisamos os obstáculos enfrentados pelas famílias homoparentais na busca pelos direitos que almejam a partir de uma breve e introdutória discussão da teoria do reconhecimento. Para isso, analisamos os entendimentos mais atualizados das ideias de família e casamento.
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    Políticas públicas para inserção social de travestis e transexuais: uma análise do programa "transcidadania"
    (UFMG, 2018-07-19) Pedra, Caio Benevides; Souza, Evelyne Cirilo; Rodrigues, Raphael Vasconcelos Amaral; Silva, Thaysa Sonale Almeida
    O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Além do alto índice de mortalidade, esses grupos acumulam, dentro da população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), a menor expectativa de vida, os menores níveis de escolaridade e a maior taxa de evasão escolar. Pouco qualificadas e perseguidas pela rejeição social, as pessoas trans têm escassa representatividade no mercado de trabalho e muitas delas precisam recorrer à prostituição como principal forma de garantir a subsistência. Num Estado Democrático de Direito, que traz em si uma série de pressupostos básicos, tais como a liberdade e a igualdade, meios pelos quais buscamos garantir e defender a dignidade humana, fundamento da nossa vida política e da ordem jurídica, é preciso reconhecer que nem todos os grupos podem exercer sua cidadania com tanta facilidade. Pensando em corrigir essas privações, a Prefeitura de São Paulo criou um programa que facilita o acesso de travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade a saúde, educação e capacitação para o trabalho, que aqui pretendemos analisar enquanto política pública destinada a inserção social. O Programa Transcidadania busca promover mudanças na sociedade e pregar a tolerância à diversidade e o respeito às identidades de gênero. Por ser um programa recente, no entanto, ainda precisa ter sua estrutura e seus resultados avaliados. nesse sentido, este trabalho pretende verificar, a partir de documentos, artigos e da visita de um dos autores ao Programa, a sua organização, sua estrutura, e os modelos organizacionais e de gestão que orientam as suas atividades.
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    Gênero, mercado de trabalho e qualificação
    (FJP/Egedi/Observa Minas, 2024) Souza, Nícia Raies Moreira de; Barreira, Lucas Moreira; Maia, Maria Clara de Mendonça; Baeta, Ana Clara
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    Diagnóstico: abrigos para mulheres em situação de violência e risco de morte em Minas Gerais: modos de funcionamento e principais características
    (Fundação João Pinheiro, 2022) Ramos, Alícia Maciel Oliveira; Marinho, Karina Rabelo Leite; Souza, Letícia Godinho de; Nogueira, Maria José; Parreiras, Mariana; Amorim, Marina Alves; Souza, Rosânia Rodrigues de; Fundação João Pinheiro; Secretária de Estado de Desenvolvimento Social; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; http://lattes.cnpq.br/5623761922502804; http://lattes.cnpq.br/0559089594466141; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; -; -; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933; https://orcid.org/0000-0001-5083-5899; -; -; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; -; Marinho, Karina Rabelo Leite; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933
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    1º seminário ocupação feminista e antirracista dos espaços de poder: casas legislativas : registro da conferência de abertura e das mesas redondas
    (Fundação João Pinheiro, 2024) Seminário Ocupação Feminista e Antirracista dos Espaços de Poder (1. : 2023 : Belo Horizonte, MG); Amorim, Marina Alves; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200
    O documento apresenta o registro da conferência de abertura e das mesas redondas do seminário. As falas das convidadas foram gravadas, transcritas e preparadas para publicação em português e inglês. O evento abordou as experiências de legislaturas femininas, feministas e antirracistas no Brasil, explorando suas possibilidades, limitações e desafios. Além disso, discutiu o monitoramento e avaliação de mandatas feministas, bem como a violência política de gênero e raça. O seminário contou com a presença de convidadas que são pesquisadoras feministas e antirracistas, além de mulheres eleitas em níveis municipal, estadual e federal, e figuras-chave do chamado terceiro setor.
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    A abstração do risco e a concretude dos sujeitos: uma reflexão sobre os comportamentos de risco no contexto da adolescência
    (UERJ, 2016-06) Chimeli, Isabela Vilela; Nogueira, Maria José; Pimenta, Denise Nacif; Schall, Virgínia Torres
    Em tempos em que se multiplicam as enfermidades decorrentes de hábitos de vida poucos saudáveis, característicos do estilo de vida moderno, a noção de comportamento de risco faz-se cada vez mais presente no discurso e nas práticas em saúde. No contexto da adolescência, esse tema vem sendo estudado através de investigações relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas, ao tabagismo, à alimentação inadequada, ao sedentarismo, à atividade sexual desprotegida, entre outros comportamentos que, observados entre os adolescentes, somam-se ao risco atribuído a essa fase do desenvolvimento. Este artigo objetiva discutir criticamente a construção do risco e da adolescência enquanto objetos de investigação e intervenção na área da saúde, a partir de um estudo qualitativo realizado por meio de entrevistas em profundidade com 12 adolescentes de Lagoa Santa, Minas Gerais. Os resultados apontam para diferentes aspectos pessoais e emocionais geralmente não contemplados nas pesquisas na área, que, no entanto, influenciam sobremaneira as condutas dos adolescentes. Conclui-se que, para o aprimoramento e a resolutividade das políticas públicas e ações voltadas para a temática dos comportamentos de risco, torna-se necessário ampliar o escopo de investigações sobre os riscos e as perspectivas teóricas que lhes dão sustentação.