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    Pesquisa e desenvolvimento, estrutura produtiva e efeitos econômicos: avaliando o papel do fomento público na economia brasileira
    (Associação Brasileira de Economia Industrial e Inovação, 2019) Montenegro, Rosa Livia Gonçalves; Betarelli Júnior, Admir Antonio; Faria, Weslem Rodrigues; Bahia, Domitila Santos; Gonçalves, Eduardo
    Este artigo tem como objetivo projetar os efeitos sobre a economia brasileira do financiamento público de investimentos em P&D, considerando também as mudanças resultantes na produtividade total dos fatores de produção (TFP) nos setores de alta, média e baixa tecnologia. A análise procede de uma estratégia empírica em dois estágios integrados. No primeiro, estimou-se a elasticidade do investimento público em P&D em relação à PTF. No segundo, os efeitos da retirada dos investimentos em P&D e o impacto estimado, na primeira etapa, de P&D na PTF foram projetados a partir de um modelo dinâmico de equilíbrio geral computável (CGE). Os resultados indicam que sem a participação do capital público haveria uma retração da atividade econômica, afetando negativamente o mercado interno e externo da economia.
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    Carbon emissions from fuel combustion in the economy of the State of Minas Gerais, Brazil (2005-2016)
    (2020) Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Carvalho, Terciane Sabadini; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Morais, Reinaldo Carvalho de
    O trabalho avalia emissões de carbono na economia do Estado de Minas Gerais a partir daqueima de combustíveis fósseis (2005–2016). Foi utilizado um modelo insumo-produto aberto deLeontief com unidades híbridas e incorporação de um setor energético com base nas matrizes deinsumo-produto estaduais e fluxos energéticos por setor econômico. “Transporte, armazenageme correio”, “Fabricação de derivados do petróleo e álcool” e “Metalurgia” mantiveram-se comoos setores mais relevantes no período em termos de emissões.Impactos totais e distributivosdecresceram entre 2005 e 2013, com reversão dessa tendência entre 2013 e 2016. Em adição aesses setores, a “Indústria Extrativa Mineral” e a “Agricultura, silvicultura e exploração florestal”se destacaram como fontes de emissões embutidas em exportações. Houve uma redução deaproximadamente 20% nos requisitos médios por setor e requisitos agregados de emissões,apesar do crescimento substancial da economia mineira no período. Entretanto, tais ganhosapresentaram retornos decrescentes, o que, em conjunto com a reversão da tendência ao finaldo período, aponta para o papel de fatores macroeconômicos específicos sobre os resultados e para a necessidade de novas iniciativas para a mitigação de emissões no futuro.
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    Setores chave da economia de Minas Gerais em 2013
    (Fundação João Pinheiro, 2018-11) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Franco, Marco Paulo Vianna; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Morais, Reinaldo Carvalho de
    O trabalho teve como objetivo avaliar as relações intersetoriais da economia de Minas Gerais para o ano de 2013. Para tanto, utilizou-se o modelo insumo-produto aberto e fechado de Leontief e os cálculos dos índices de interligação Rasmussen-Hirschman, os índices puros de ligação e os campos de influência bem como os multiplicadores de impacto da renda do trabalho, do emprego, do valor adicionado e do ICMS. Os setores chave da economia que prevaleceram nos indicadores Rasmussen-Hirschman e índices puros de ligação são (i) agricultura, inclusive o apoio à agricultura e a pós-colheira (ii) produção de ferrogusa/ferroligas, siderurgia e tubos de aço sem costura (iii) transportes. Os setores que aparecem entre os dez que geraram maior impacto total sobre a renda do trabalho e emprego figuram no grupo dos serviços e da indústria de transformação. Com relação ao efeito multiplicador sobre os impostos líquidos de subsídios destacam-se setores da indústria.
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    Evolução da intensidade de emissões de carbono na economia do estado de Minas Gerais, 2005-2013
    (Fundação João Pinheiro, 2018-11) Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Morais, Reinaldo Carvalho de
    O trabalho teve como objetivo avaliar a evolução da intensidade de emissões de gases de efeito estufa na economia do Estado de Minas Gerais a partir da queima de combustíveis entre os anos de 2005 e 2013. Para tanto, foi utilizado um modelo insumo-produto aberto de Leontief com unidades híbridas e incorporação de um setor energético, com base nas matrizes de insumo-produto estaduais de 2005, 2008 e 2013 e nos dados energéticos disponíveis no Balanço Energético do Estado de Minas Gerais. De forma geral, os resultados apontaram que os setores "transporte, armazenagem e correio", "fabricação de derivados do petróleo e álcool", "fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos", "metalurgia" e "fabricação de produtos de minerais não-metálicos" mantiveram-se como os mais relevantes no período em termos de emissões. Os mesmos setores apresentaram também as maiores quantidades de emissões embutidas nas exportações internacionais por unidade monetária de venda.
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    Indicador de acessibilidade para análise do desenvolvimento regional
    (Banco do Nordeste. Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (ETENE), 2017-03-24) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Martins, Ricardo Silveira; Figueiredo, Lízia; Lemos, Mauro Borges
    Este trabalho desenvolve um índice de acessibilidade que capture as especificidades da economia brasileira e possa ser aplicado para estudos que relacionam infraestrutura de transporte e desenvolvimento regional. Discute os indicadores usualmente utilizados, tais como custo de transporte, custo logístico e índice de acessibilidade, buscando identificar como as diversidades de situações e interesses podem implicar a adequação desses indicadores. O contexto do estudo é o aprofundamento da compreensão sobre a adequação dos indicadores para a realidade brasileira, em algumas situações de pesquisa científica e do planejamento urbano e regional. O Indicador encontrado está de acordo com a literatura de desenvolvimento regional brasileiro e mostra que a participação na renda não é fator determinante na classificação de acessibilidade.
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    Integração econômica de Minas Gerais : o mosaico mineiro sob as lentes da Matriz Insumo-Produto Inter-Regional
    (2025) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Rezende, Ezequiel Henrique; Barbosa, Lúcio Otávio Seixas; Santos, Maria Aparecida Sales Souza; Toledo, Vicente Alves
    Este estudo investiga a integração das Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Minas Gerais (MG), com base nos fluxos comerciais inter-regionais e no multiplicador de produção regional. Utilizando uma Matriz Insumo-Produto (MIP) inter-regional estimada para 2019, mapeiam-se os fluxos entre as 13 RGInt, identificando vantagens competitivas e efeitos de polarização/propulsão. Os resultados indicam que, apesar da competitividade em setores como o agronegócio, a economia mineira é regionalmente desarticulada, com baixa integração produtiva. A cadeia metalomecânica mostra potencial integrador, ainda que centralizado em Belo Horizonte (BH), enquanto a cadeia da moda apresenta articulação limitada. A heterogeneidade produtiva e a concentração de setores tecnológicos restringem sinergias regionais. O estudo destaca a importância de políticas públicas para adensar cadeias estratégicas e aprimorar a MIP, incluindo regiões de estados vizinhos e detalhando o setor de serviços.
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    Impacto positivo da cafeicultura sobre o crescimento do valor adicionado da agropecuária de Minas Gerais em 2016
    (2016) Almeida, Thiago Rafael Corrêa de; Franco, Marco Paulo Vianna
    Este artigo tem o propósito de contextualizar o desempenho da agropecuária mineira no curto prazo (2° Trimestre de 2016) e antecipar, em alguma medida, o prognóstico para o comportamento do setor para o restante do ano de 2016. Para alcançar o objetivo foram utilizados os dados do IBGE do Levantamento Sistemático de Produção Agrícola (LSPA) e da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), os dados do CEPEA do último relatório do PIB do Agronegócio de Minas Gerais, os dados da evolução de preços do IEA e de outros institutos e os próprios dados do Sistema de Contas Trimestrais produzidos pela Fundação João Pinheiro (FJP). Como resultado, ficou evidenciado que a safra de café arábica, de soja e, em menor magnitude, da batata-inglesa (segunda safra) e da cana-de-açúcar foram determinantes para o resultado favorável da agropecuária mineira no 2° Trimestre de 2016. Além disso, a expectativa é positiva para o restante do ano em virtude da influência da cafeicultura novamente no resultado agregado do 3° Trimestre, mesmo com o desempenho desfavorável da bovinocultura de corte e da pecuária leiteira.
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    Componentes da mudança estrutural na economia de Minas Gerais entre 2008, 2013 e 2016: uma análise insumo-produto
    (Associação Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos, 2023) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Barbosa, Lúcio Otávio Seixas; Santos, Maria Aparecida Sales Souza; Toledo, Vicente Alves
    O presente estudo tem como objetivo investigar os vetores que contribuíram para a mudança estrutural ocorrida na economia mineira no período entre 2008 e 2016. Nesse período, a economia mineira experimentou um ciclo de crescimento econômico entre 2004 e 2010, seguido de desaceleração (2011-2013) e crise econômica (2014-2016). O resultado foi a perda de participação da indústria de transformação combinada com o avanço do setor de serviços. Para empreender a análise, utiliza-se a metodologia de decomposição estrutural a partir das matrizes insumo-produto (MIP) de Minas Gerais para os anos de 2008, 2013 e 2016. Os resultados permitem identificar que a perda de participação da indústria de transformação foi marcada por uma variação tecnológica negativa em razão do enfraquecimento dos elos intra e intersetoriais.
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    Cadeia produtiva da siderurgia de Minas Gerais : uma abordagem insumo-produto
    (2024) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Barbosa, Lúcio Otávio Seixas; Gomes, Marta Ribeiro dos Santos; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1249671272324886; http://lattes.cnpq.br/0763986687709752; http://lattes.cnpq.br/1450315526694205; https://orcid.org/0000-0002-1081-9664; https://orcid.org/0000-0002-7949-1177; -
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    Efeitos macroeconômicos e setoriais das subvenções da Finep no Brasil
    (Universidade Estadual de Campinas, 2021) Bahia, Domitila Santos; Gonçalves, Eduardo; Betarelli Júnior, Admir Antonio
    Políticas de fomento à pesquisa e desenvolvimento (P&D), como as subvenções à inovação, têm ganhado atenção em diversas economias por contribuirem para o crescimento econômico e competitividade dos setores domésticos. Os impactos dessas políticas são espraiados sistemicamente pela economia e, para analisá-los, este trabalho apresenta um modelo de equilíbrio geral computável que, pelo tratamento diferenciado do capital de conhecimento e do investimento em P&D, é capaz de avaliar os efeitos macroeconômicos e setoriais das subvenções. Os resultados indicam que as subvenções geram ganhos de capital de conhecimento e, analogamente, sua ausência retrai as atividades industriais e penaliza a capacidade produtiva dos setores de maior intensidade tecnológica.