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    Ensaios e discussões sobre o déficit habitacional no Brasil
    (FJP, 2022) Santos, Eleonora Cruz
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    Aplicação do método de análise hierárquica como estratégia para instalação de frações do CBMMG
    (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBM/MG), 2023) Sousa, Moisés Magalhães de; Cançado, Cláudio Jorge
    A expansão do atendimento é uma prioridade para o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). Assim, é imprescindível que a escolha das cidades para receber uma fração BM atenda ao interesse público, satisfazendo plenamente a demanda social. Este artigo utilizou um método multicritério como alternativa para priorizar a definição de municípios para a instalação de uma fração do CBMMG e, assim, auxiliar o comando da corporação nessa tomada de decisão. Foram revistos os critérios historicamente utilizados pela instituição e selecionados os mais adequados à demanda atual. A partir dos dados, utilizou-se o método Analytic Hierarchy Process (AHP) para ranquear as cidades para instalação de uma fração da corporação, conforme o Plano de Comando institucional. Observou-se que, dentre as variáveis selecionadas, o critério populacional apresentou a maior correlação direta com a demanda pelos serviços de bombeiro, exercendo grande influência no ranqueamento das cidades. Diante do método proposto e à luz dos dados obtidos, acredita-se que a nova proposta para nortear a expansão do CBMMG possibilitará uma disposição mais equalitária da corporação no estado, atendendo às necessidades do povo mineiro.
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    FJP Explica : Déficit Habitacional dos estados e regiões metropolitanas do Brasil (PnadC 2022)
    (Fundação João Pinheiro, 2024-05-15) Lacerda, Gabriel do Carmo; Alves, Tiago; Fundação João Pinheiro. Acessoria de Comunicação Social; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/4451876345367485; -
    A FJP, em parceria com o Ministério das Cidades, divulga mais uma série de informações relacionadas ao Déficit Habitacional no Brasil. Desta vez, o tema é o déficit habitacional dos estados e regiões metropolitanas do Brasil. Para comentar os dados recebemos Gabriel Lacerda, pesquisador na FJP.
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    Inadequação de domicílios no Brasil 2022
    (FJP, 2024) Silva, Ana Paula Nunes; Ferreira, Blanca Valadares; Machado, Célia de Fátima; Ferreira, Frederico Poley Martins; Lacerda, Gabriel do Carmo; Zatti, Leon Marques Faria; Sartório, Marcus Vinícius Oliveira; Viana, Raquel de Mattos; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações; -; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; -; -; -; -; -; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; http://lattes.cnpq.br/4451876345367485; -; -; http://lattes.cnpq.br/3240306219098942; -; -; -; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306; -; -; -; -; Ferreira, Frederico Poley Martins; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306
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    Inadequação de domicílios no Brasil: 2016-2019
    (FJP, 2020) Cruz, Santos, Eleonora; Antunes, Fernanda; Ferreira, Frederico Poley Martins; Lacerda, Gabriel do Carmo; Pimenta, Iracy Silva; Parga, João Pedro Figueira Amorim; Sousa, Rafael Silva e; Santos, Renato Vale; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; -; -; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5278328376647235; -; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; http://lattes.cnpq.br/4451876345367485; -; -; -; http://lattes.cnpq.br/2700449363826495; -; -; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306; -; -; -; -; -; Ferreira, Frederico Poley Martins; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306
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    Reflexões sobre o novo marco regulatório do saneamento básico: possíveis impactos no planejamento de Minas Gerais
    (FJP, 2021) Marques, Denise Helena França; Cançado, Cláudio Jorge; Souza, Plínio de Campos
    O quadro de déficit dos serviços de saneamento básico no País e no estado são alarmantes. Em 2019, havia no Brasil cerca de 32,1 milhões de pessoas sem acesso à rede de abastecimento de água e 70,1 milhões sem coleta de esgoto. Em Minas Gerais, esses contingentes eram de 2,3 milhões e 3,9 milhões de pessoas, respectivamente. No mês de julho de 2020, foi aprovado o novo marco legal do saneamento básico (Lei 14.026) que busca resolver os problemas crônicos do setor no País e levar água e rede de esgoto para toda a população. Entretanto, o novo marco modificou dispositivos da lei anterior gerando muitas incertezas para os especialistas da área e insegurança jurídica. Aparentemente, o estado de Minas Gerais está em posição privilegiada, uma vez que, em 2020, iniciaram-se os trabalhos para a elaboração do Plano Estadual de Saneamento Básico. O privilégio vem da contemporaneidade da nova legislação e do Plano que guiará as ações e programas voltados para o setor de saneamento básico em todo o estado. Por meio da análise da lei e de textos e estudos discursivos, e diante desse cenário de novidades e incertezas, o objetivo deste texto é trazer alguns pontos de reflexão sobre os possíveis impactos da Lei 14.0256/2020 no setor de saneamento básico brasileiro e na elaboração do Plano Estadual de Saneamento Básico de Minas Gerais.
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    Índice Déficit do Saneamento Básico em Minas Gerais
    (FJP, 2021) Cançado, Cláudio Jorge; Lacerda, Gabriel do Carmo; Souza, Plinio de Campos; Ferreira, Frederico Poley Martins; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/8563454141054017; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; http://lattes.cnpq.br/4451876345367485; -; -; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306; -; -
    A nota técnica apresenta dados do Índice Déficit do Saneamento Básico (IDSB) (FJP, 2021a; 2021b) com a incorporação de uma nova componente: o Déficit de Drenagem (DDR). Esta nota tem por objetivo ampliar o debate sobre a ponderação entre os diferentes componentes para avançar na construção de um índice sintético e global que permita a comparação e o entendimento da situação do saneamento básico brasileiro.
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    Os padrões espaciais da política habitacional no Brasil: uma análise baseada nos estratos geográficos do IBGE
    (ANPUR, 2023) Lacerda, Gabriel do Carmo
    O artigo avança na identificação de padrões de distribuição espacial dos empreendimentos contratados no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), no período de 2009 até 2019. Essa identificação foi feita por meio de análise cluster de variáveis socioeconômicas e de contratos do PMCMV e espacializados no nível dos estratos geográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A espacialização dos resultados evidencia, por um lado, a intensidade do PMCMV em contexto de estratos com capitais regionais do IBGE e nos estratos metropolitanos e, por outro, a menor intensidade de contratos na região Norte e nas capitais estaduais.
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    Gestão Pública, governança e meio ambiente? A influência da agenda 2030 e o desenvolvimentos econômico sustentável na formulação das políticas públicas no estado de Minas Gerais
    (2021) Montolli, Carolina Ângelo; Cançado, Cláudio Jorge; Claus, Renato Pereira
    Em 2015, reuniram-se diversos países para decidir sobre novos caminhos, com o objetivo de melhorar o bem-estar mundial. As decisões e ações tomadas resultaram nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os ODMs – Objetivos do Desenvolvimento do Milênio foram estabelecidos no ano 2000 e incluem oito objetivos de combate à pobreza a ser alcançados até o final de 2015. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi lançada em 2015, durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável e adotada por líderes mundiais de 193 países membros. O objetivo desse artigo será analisar as práticas governamentais e as políticas públicas realizadas no Brasil e, em especial, no estado de Minas Gerais, como forma de preservar o meio ambiente. Para a elaboração desse estudo, foi realizado um levantamento bibliográfico, utilizando bases de dados digitais e legislações sobre a temática. O Brasil teve grande destaque mundial no atingimento dos ODMs. O Estado de Minas Gerais, visto as recentes tragédias ocorridas nos municípios de Mariana e Brumadinho, busca nas ODS subsídios para pautar sua política governamental, principalmente na construção do Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG). Como exemplos das ações, citam-se a criação do primeiro Batalhão de Bombeiros especializado em desastres e emergências ambientais, a criação do prêmio Boas Práticas, que tem como objetivo valorizar e fomentar as iniciativas de gestão ambiental da cadeia de geração de resíduos e o acompanhamento e controle realizado pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), executando o monitoramento da qualidade das águas superficiais e de sedimentos nos rios Doce e Paraopeba, avaliando suas alterações. Diante da análise, observa-se que a Agenda 2030 no Estado tem sido construída com a participação da sociedade, buscando-se aprimorar os instrumentos de comando, controle e conscientização, na busca de um Estado mais próximo das necessidades e anseios da população
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    Metodologia do déficit habitacional e da inadequação de domicílios no Brasil: 2016-2019
    (FJP, 2021) Cruz, Santos, Eleonora; Antunes, Fernanda; Ferreira , Frederico Poley Martins; Lacerda, Gabriel do Carmo; Pimenta, Iracy Silva; Parga, João Pedro Figueira Amorim; Sousa, Rafael Silva e; Santos, Renato Vale; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; -; -; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5278328376647235; -; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; http://lattes.cnpq.br/4451876345367485; -; -; -; http://lattes.cnpq.br/2700449363826495; -; -; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306; -; -; -; -; -; Ferreira, Frederico Poley Martins; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306
    O texto apresenta dados do Deficit Habitacional no Brasil, entre os anos de 2016 a 2019, calculados pela Fundação João Pinheiro. Este relatório divulga estudos das carências habitacionais para representar ideias e definições que se queiram, e tem por objetivo identificar as principais alterações pelas quais a pesquisa sobre o deficit habitacional passou nos últimos anos, apresentando o histórico da pesquisa, a revisão conceitual e novas proposições metodológicas.