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Item O governo estadual e a promoção do desenvolvimento econômico em Minas Gerais(Universidade Estadual de Montes Claros, 2021) Guimarães, Alexandre Queiroz; Vicari, Lauro MarquesO presente artigo dedica-se a analisar os desafios e as oportunidades para a construção de uma agenda de desenvolvimento econômico para o estado de Minas Gerais, à luz do papel de seu aparato de fomento e das capacidades do governo estadual. A discussão está centrada nos impasses da conjuntura atual, na qual Minas Gerais sofre com uma pauta produtiva pouco diversificada e altamente dependente de commodities, conformando-se como grande importadora de máquinas, ferramentas e bens de capital. Objetiva-se, portanto, refletir sobre a forma de organização da ação governamental e a adoção de instrumentos capazes de priorizar a promoção do desenvolvimento, de forma a equacionar a questão fiscal, vencer gargalo sem infraestrutura, desburocratizar a economia e avançar em políticas de C&T. Para isso, busca-se nas seguintes seções: realizar um resgate histórico do papel do governo de Minas Gerais na promoção da industrialização; abordaras redefinições do pacto federativo e seus impactos sobre os governos estaduais; enfocar iniciativas de outros governos estaduais na promoção do desenvolvimento; abordar a recuperação da capacidade de planejamento do governo de Minas Gerais a partir dos anos 2000 e as direções apontadas para o desenvolvimento econômico e analisar a estratégia de smart specialisation adotada pela União Europeia.Item As trajetórias da cobertura e do uso do solo nas Unidades da Federação do Brasil: uma análise de clustering de séries temporais 1985-2018(2021) Gonçalves, Caio César Soares; Cortez, Bruno FreitasO presente trabalho tem como objetivo identificar as diferenciações espaço-temporais da cobertura e uso do solo no território brasileiro sob o recorte político-administrativo das Unidades da Federação entre os anos de 1985-2018. A metodologia utilizada envolveu duas abordagens para considerar o tempo e o espaço na análise. A primeira com a comparação das transições do uso e cobertura do solo entre um ponto inicial (1985) e um ponto final (2018), permitindo evidenciar o montante final das alterações do solo brasileiro utilizando a análise de clustering. A segunda considerou a dinâmica entre os anos de 1985 a 2018, permitindo verificar como ocorreram as trajetórias das mudanças utilizando análise de clustering de séries temporais. Os principais resultados encontrados apontaram que a transformação de floresta natural para pastagem representou a principal transição do solo brasileiro; os estados litorâneos da Bahia até o Rio Grande do Sul, e também Minas Gerais, apresentaram uma dinamicidade em termos dos tipos das transições ocorridas principalmente envolvendo atividades agropastoris; as trajetórias da transição de floresta natural para pastagem podem ser entendidas como um “cinturão” sudoeste-nordeste em relação ao centro do Brasil, sendo que reduz as magnitudes à medida que se caminha para direita e esquerda do “cinturão”; e todas as UFs apresentaram aumentos na transformação de floresta natural para pastagem nos últimos anos.