5 resultados
Resultados de Busca
Agora exibindo 1 - 5 de 5
Item Representação e estimativa espacial de dados sociodemográficos a partir do CEP : uma aplicação para Belo Horizonte, MG(Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", 2024) Lacerda, Gabriel do Carmo; Sartório, Marcus Vinícius Oliveira; Ferreira, Frederico Poley MartinsO presente trabalho propõe uma metodologia de apresentação e espacialização de variáveis socioeconômicas e demográficas que minimizem os efeitos de escala e zoneamento e permitam maior resolução espacial e evolução temporal das informações mantendo seu sigilo. Os dados foram processados na escala dos logradouros (ruas e avenidas) a partir de seu Código de Endereçamento Postal –CEP. Posteriormente, foi desenvolvida uma grade (grid) interpolada representando densidades, com resolução espacial fixa. Como exemplo da técnica, utilizou-se dois indicadores para os anos de 2016, 2019 e 2021 obtidas a partir do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) de Belo Horizonte, MG: número de famílias cadastradas e o percentual de famílias que pagam mais de 30% de sua renda total com aluguel. Os resultados da aplicação da metodologia apontam a sua viabilidade no monitoramento intertemporal das informações, na melhor definição de zoneamentos e na identificação de fenômenos intraurbanos entre outras possibilidades.Item Invisíveis vigiados: agentes públicos de segurança e sua interação com os indivíduos em situação de rua(Ruff Institute of Global Homelessness, 2023) Azeredo, Emmanuelle Pereira Brandt de; Silveira, Andréa Maria; Cruz, Marcus Vinicius Gonçalves daO artigo analisa as percepções dos agentes das forças públicas de segurança sobre os indivíduos em situação de rua em uma metrópole brasileira. Tal análise mostra-se essencial para verificar a adequação/inadequação dos parâmetros de atuação do Estado em relação a essa população vulnerável. Realizou-se pesquisa qualitativa, descritiva por meio de estudo de caso com a Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte (GMBH) e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, utilizando-se18 entrevistas semiestruturadas. Os achados de pesquisa reforçam a discricionariedade como núcleo inerente à atividade das forças públicas de segurança na lide com as pessoas em situação de rua, a partir de um viés preconceituoso e estigmatizante, centrado em um policiamento de cunho tradicional, estruturado a partir de práticas repressivas e de sujeição criminal. O estudo evidenciou ainda uma atuação de cunho “higienista” por parte dos agentes públicos de segurança, de fiscalização e controle das pessoas e do espaço urbano, geralmente voltados para interesses de atores com maior voz no contexto social (comerciantes, agentes imobiliários, residentes etc.) e não às necessidades das populações vulneráveis. Por sua vez, enquanto os agentes da GMBH denotam maior grau de imersão e apreensão do contexto urbano, os policiais militares atuam visando a persecução do “inimigo”, não obstante o ethos policial guerreiro permear a ação de ambas as forças públicas de segurança. O estudo contribui para desvendar a ação policial no trato com populações vulneráveis em um contexto urbano marcado por desigualdades apontando para a necessidade de aprimoramento na formação policial.Item Invisíveis vigiados: agentes públicos de segurança e sua interação com os indivíduos em situação de rua(Institute of Global Homelessness, 2023) Azeredo, Emmanuelle Pereira Brandt de; Silveira, Andréa Maria; Cruz, Marcus Vinicius Gonçalves daO artigo analisa as percepções dos agentes das forças públicas de segurança sobre os indivíduos em situação de rua em uma metrópole brasileira. Tal análise mostra-se essencial para verificar a adequação/inadequação dos parâmetros de atuação do Estado em relação a essa população vulnerável. Realizou-se pesquisa qualitativa, descritiva por meio de estudo de caso com a Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte (GMBH) e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, utilizando-se18 entrevistas semiestruturadas. Os achados de pesquisa reforçam a discricionariedade como núcleo inerente à atividade das forças públicas de segurança na lide com as pessoas em situação de rua, a partir de um viés preconceituoso e estigmatizante, centrado em um policiamento de cunho tradicional, estruturado a partir de práticas repressivas e de sujeição criminal. O estudo evidenciou ainda uma atuação de cunho “higienista” por parte dos agentes públicos de segurança, de fiscalização e controle das pessoas e do espaço urbano, geralmente voltados para interesses de atores com maior voz no contexto social (comerciantes, agentes imobiliários, residentes etc.) e não às necessidades das populações vulneráveis. Por sua vez, enquanto os agentes da GMBH denotam maior grau de imersão e apreensão do contexto urbano, os policiais militares atuam visando a persecução do “inimigo”, não obstante o ethos policial guerreiropermear a ação de ambas as forças públicas de segurança. O estudo contribui para desvendar a ação policial no trato com populações vulneráveis em um contexto urbano marcado por desigualdades apontando para a necessidade de aprimoramento na formação policial.Item Gestão e descarte de resíduos eletrônicos em Belo Horizonte: algumas considerações(2012) Siqueira, Valdilene; Maia, Denise Helena França MarquesOs Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE) apresentam uma das mais elevadas taxas de crescimento do mundo. Diante disso, torna-se imperativo que os seguintes questionamentos sejam feitos: Que destino será dado a esses equipamentos após o fim de sua vida útil? Os consumidores sabem o que estão descartando ao se desfazerem de um equipamento eletroeletrônico? Quais as motivações para o descarte desses equipamentos? As ações desenvolvidas por instituições no sentido de minimizar os problemas decorrentes do descarte incorreto do lixo eletrônico são conhecidas pela comunidade? Na tentativa de responder a essas questões, o presente trabalho procurou captar, por meio de questionários, a percepção da população de Belo Horizonte quanto ao descarte do lixo eletrônico de suas residências. Os resultados apontaram que a maioria dos entrevistados não conhecia locais aptos na cidade a receber seu lixo eletrônico. Essa proporção é preocupante, uma vez que 85% dos inquiridos declararam possuir 11 anos ou mais de estudos, o que implica, a priori, maior acesso a todo tipo de informação. Esse fato se reflete nos dois principais destinos dados aos resíduos de equipamentos eletroeletrônicos no município, onde 36% dos entrevistados doam os EEE que não os satisfazem mais, transferindo a responsabilidade do descarte para outra pessoa, geralmente de menor poder aquisitivo, e 34% afirmaram ser o lixo comum o único destino dos aparelhos sem utilidade de suas residências.Item Gangues juvenis, grupos armados e estruturação de atividades criminosas na Região Metropolitana de Belo Horizonte(2015) Nascimento, Luís Felipe Zilli do; Beato, CláudioEste artigo apresenta os principais resultados de uma pesquisa sobre a atuação de gangues juvenis e grupos armados em favelas da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O estudo foi realizado entre 2009 e 2011, a partir de três fontes de informação: (1) entrevistas em profundidade com 40 jovens em cumprimento de medida socioeducativa de internação por envolvimento em crimes como homicídios e tráfico de drogas; (2) registros oficiais sobre criminalidade violenta nas cidades da RMBH; (3) bases de dados de inteligência policial e de investigações conduzidas pela Polícia Civil de Minas Gerais sobre a atuação de grupos armados na RMBH.