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    Idoso, famĂ­lia e domicĂ­lio: uma revisĂŁo narrativa sobre a decisĂŁo de morar sozinho
    (2011) Camargos, Mirela Castro Santos; Rodrigues, Roberto do Nascimento; Machado, Carla Jorge
    Neste artigo procura-se estabelecer bases de argumentação para melhor entender as razĂ”es que levam um idoso a morar sozinho e como se processam as transferĂȘncias (fluxo de recursos, açÔes e informaçÔes que se trocam e circulam) quando vive sozinho. Para tanto, sĂŁo revisados e discutidos fatores determinantes dos arranjos domiciliares dos idosos, incluindo aspectos demogrĂĄficos, socioeconĂŽmicos e de saĂșde, com ĂȘnfase nos domicĂ­lios unipessoais. Destacam-se pontos que permeiam as transferĂȘncias entre idosos e seus familiares, tais como caracterĂ­sticas das transferĂȘncias intergeracionais, diferenças entre os diversos apoios recebidos, sexo do idoso. O estudo consistiu de uma revisĂŁo narrativa, cujos resultados apontaram que melhores condiçÔes socioeconĂŽmicas e de saĂșde, idade mais avançada e ausĂȘncia de filhos parecem contribuir para que o idoso more sozinho. Contudo, houve divergĂȘncias nos resultados dos estudos analisados quanto aos fatores associados Ă  formação de domicĂ­lios unipessoais de idosos. Embora as transferĂȘncias possam se dar independentemente do arranjo domiciliar do idoso, as que ocorrem entre os membros de um mesmo domicĂ­lio parecem ser mais frequentes e, talvez por isso, mais discutidas. Os idosos que moram sozinhos, apesar de participarem das transferĂȘncias, estĂŁo mais propensos a receber cuidado formal, comparativamente Ă queles que residem com outras pessoas.