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    Tecnologia da informação: impactos na sociedade
    (2002) Lima, Gercina Ângela Borém de O.; Pinto, Líliam Pacheco; Laia, Marconi Martins de
    Estuda os conceitos dos termos tecnologia, informação e tecnologia da informação e sociedade da informação. Discute os espaços que estes conceitos ocuparam em distintos momentos do desenvolvimento humano, como na oralidade, escrita, imprensa e era eletrônica. Finalmente, aborda os impactos que o acelerado desenvolvimento e uso das novas tecnologias da informação estão provocando na sociedade contemporânea.
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    Análise da segurança da informação das Secretarias de Estado de Minas Gerais
    (2004) Laia, Marconi Martins de; Lara, Rodrigo Diniz; Barbosa, Sérgio Martins
    Tendo em vista a importância da informação no contexto organizacional atual, o presente trabalho tem como objetivo geral realizar um diagnóstico da situação em que se encontra a segurança da informação nas Secretarias de Estado de Minas Gerais, buscando analisar como estas instituições têm lidado com a proteção de suas informações. Para a realização do trabalho foi feita uma revisão bibliográfica sobre o macro-tema segurança da informação e, posteriormente, foi realizada uma pesquisa em todas as 15 Secretarias de Estado de Minas Gerais que compõe o Poder Executivo em 2004, com o intuito de investigar qual a situação em que se encontra a segurança da informação nestas organizações. Esta pesquisa foi baseada na Pesquisa Nacional de Segurança da Informação, realizada pela empresa Módulo Security Solutions, e na NBR ISO/IEC 17 799, norma nacional que estabelece um código de boas práticas relativas à gestão da segurança da informação. Como resultado da pesquisa, conclui-se que existe uma longa trajetória a ser traçada pelas Secretarias de Estado de Minas Gerais para alcançar um nível satisfatório para a proteção de suas informações. O alto índice de organizações que tiveram problemas com segurança da informação nos últimos seis meses, a falta de implementação das melhores práticas em segurança da informação sugeridas pela NBR ISO/IEC 17 799 e a inexistência de um fórum de gestão da segurança da informação, indicam uma situação crítica em relação à proteção da informação nas Secretarias de Estado de Minas Gerais.
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    Políticas de governo eletrônico em estados da federação brasileira: uma contribuição para a análise segundo a perspectiva neoinstitucional
    (2009) Laia, Marconi Martins de; Cabral, Ana Maria de Rezende; Cunha, Maria Alexandra Viegas Cortez da; Cabral, Ana Maria de Rezende; Cunha, Maria Alexandra Viegas Cortez da; Cendón, Beatriz Valadares; Pinheiro, Marta; Cardoso, Ana; Nogueira, Antônio Roberto Ramos; Dufloth, Simone Cristina
    A temática de governo eletrônico se popularizou no Brasil nos anos 2000. O termo, de acepção mais ou menos ampla, sugere a utilização dos recursos de tecnologia da informação e comunicação para que a administração pública preste serviços aos cidadãos, promova a transparência das ações governamentais e permita aos cidadãos a participação nos processos de elaboração, acompanhamento e avaliação das políticas públicas. Ao menos em tese, o governo eletrônico significa a possibilidade de remodelar as estruturas e os processos da administração pública. Ancorado no tema de e-governo, esta tese investiga o processo de institucionalização das políticas de governo eletrônico nos estados brasileiros. Como eixo teórico central do trabalho foi utilizado o neo institucionalismo. Duas perguntas foram fundamentais na formação do problema de pesquisa: (i) qual é o grau de institucionalização do governo eletrônico nos estados da federação brasileira? e ii) o desenho institucional das políticas de governo eletrônico influencia a governança nos governos estaduais? Para respondê-las, foram adotados um conjunto de hipóteses. Entre elas destacam-se: (a) o desenho institucional das políticas de governo eletrônico influencia a prestação de serviços dos governos estaduais e de cada uma das secretarias; (b) o desenho institucional que favorece a construção de uma política integrada de governo eletrônico influencia positivamente a governança eletrônica; (c) o grau de institucionalização da política de governo eletrônico nos estados da federação brasileira é baixo. Prevalecem o insulamento de ações e iniciativas e modelos de gestão de TIC baseados na fragmentação; (d) os modelos de gestão de TIC dos governos estaduais apresentam arranjos estruturais pouco operacionais e, muitas vezes, inócuos. Para testar as hipóteses e pressupostos foram conjugados métodos qualitativos e quantitativos. Utilizou-se estudos de casos múltiplos, sendo a parte qualitativa realizada em cinco Estados da Federação e a quantitativa em dez Estados. Os resultados confirmam as hipóteses e os pressupostos e sugerem a necessidade dos governos estaduais repensarem suas políticas de egoverno sob pena de não alcançarem as promessas embutidas na literatura de governo eletrônico. O trabalho permitiu identificar que o desenho institucional das políticas de egoverno é fundamental para que haja efetiva prestação de serviços e governança eletrônica. Além disso, permitiu identificar que a institucionalização do governo eletrônico é um desafio presente e que precisa ser enfrentado pelos governos estaduais.
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    Electronic government policies in Brazil: context, ICT management and outcomes
    (2011) Laia, Marconi Martins de; Cunha, Maria Alexandra Viegas Cortez da; Nogueira, Antônio Roberto Ramos; Mazzon, José Afonso
    Os processos de Reforma do Estado combinados com a emergência e uso de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) deram origem, no Brasil, a políticas e ações de governo eletrônico. Este artigo debruça-se sobre o e-governo brasileiro, investigando o desenho institucional que ele assumiu na esfera estadual do país e como contribui para os resultados associados às possibilidades do e-gov. Numa perspectiva interpretativista, utilizou-se a Teoria Institucional como lente teórica no exame do campo. A partir da análise de entrevistas feitas a atores relevantes na esfera dos estados brasileiros, tais como secretários de estado e presidentes de empresas públicas de informática, as conclusões apontam para a baixa institucionalização das políticas de e-governo. O desenho institucional do governo eletrônico brasileiro limita a utilização das TIC na prestação de serviços públicos integrados, na ampliação de participação e transparência, e no aprimoramento de políticas públicas.