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    Indicadores de ciência, tecnologia e inovação: mensuração dos sistemas de CTeI nos estados brasileiros
    (2004) Rocha, Elisa Maria Pinto da; Ferreira, Marta Araújo Tavares
    Este artigo trata da construção de uma medida que possibilite caracterizar e classifi car os sistemas de inovação existentes nos estados brasileiros. A partir de bases de dados e informações já existentes, elabora-se o Índice de Ciência, Tecnologia e Inovação para os estados das regiões Sudeste e Sul do país. Os resultados obtidos sugerem a existência de pelo menos quatro “estágios” de desenvolvimento dos sistemas estaduais de inovação na região. No “estágio” mais avançado estaria posicionado São Paulo; Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estariam na posição imediatamente abaixo de São Paulo; Paraná e Minas Gerais ocupariam posições menos confortáveis, enquanto o Espírito Santo corresponderia a um estágio menos avançado.
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    A Sociedade da informação e do conhecimento e os estados brasileiros
    (2014) Corrêa, Cecília Araújo Rabelo; Rocha, Elisa Maria Pinto da; Carvalhais, Jane Noronha; Dufloth, Simone Cristina
    A expressão Sociedade da Informação e do Conhecimento é utilizada para caracterizar o novo padrão de acumulação capitalista que assume maior relevância a partir dos anos 90. Nesse novo padrão tecnológico e produtivo, a informação, conhecimento e as inovações tecnológicas passam a ser fatores determinantes do desenvolvimento socioeconômico de uma nação. O Brasil possui grande desigualdade interna o que tende a influenciar as condições de inserção dos estados brasileiros nesta Sociedade. O objetivo deste artigo é analisar as condições de inserção dos estados brasileiros no padrão tecno-produtivo que ora se configura no Brasil e no mundo. Foi feita uma revisão de Literatura e Análise Documental. Os resultados corroboram a ideia geral acerca da heterogeneidade das condições de inserção dos estados no novo padrão tecnológico e econômico. A grande maioria dos estados apresentou condições de inserção desfavoráveis, e as dimensões que explicam esta posição desconfortável são: Infraestrutura, Acesso e Uso das Tecnologias da Informação e das Comunicações, e Habilidades e Disponibilidade de Recursos Humanos. O estudo sugere que avanços na construção de condições favoráveis de inserção dos estados dependem fundamentalmente, da adoção de medidas capazes de aprofundar a sinergia entre a política de ciência e tecnologia, a política educacional e industrial.