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    Déficit habitacional no Brasil 2013-2014
    (Fundação João Pinheiro, 2016) Viana, Raquel de Mattos; Souza, Luiza de Marilac de; Fundação João Pinheiro. Centro de Estatística e Informações; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3240306219098942; http://lattes.cnpq.br/7751527640430173; https://orcid.org/0000-0002-5771-6056; -; Viana, Raquel de Mattos; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3240306219098942; https://orcid.org/0000-0002-5771-6056
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    Qualidade dos dados de nascimento do estado de Minas Gerais e mesorregiões: uma análise comparativa
    (2019) Maia, Denise Helena França Marques; Simão, Andréa Branco; Souza, Luiza de Marilac de
    Desde 2010 o estado de Minas Gerais, como um todo, possui boa qualidade de informações sobre nascimentos e não necessita de método indireto para calcular as estimativas de fecundidade. Porém, ainda existem problemas quando os dados do estado são desagregados por mesorregiões. O objetivo deste trabalho é verificar para quais mesorregiões de Minas Gerais os registros de nascimentos ainda necessitam ser calculados indiretamente e para quais já é possível calculá-los de forma direta. Para isso, as Taxas de Fecundidade Total, de cada mesorregião, calculadas a partir dos registros de nascimentos do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Registro Civil, serão comparadas com as geradas pela técnica indireta de Brass modificada. Os resultados mostram que os registros das mesorregiões Campo das Vertentes, Central, Jequitinhonha, Noroeste, Norte, Triângulo/Alto Paranaíba, Sul/Sudoeste e Vale do Mucuri ainda padecem de problemas e devem ser corrigidos por técnica indireta. Para as demais regiões é possível utilizar diretamente os dados do Registro Civil e SINASC, representando um ganho para o Estado, uma vez que as taxas podem ser calculadas para anos intercensitários, contribuindo para a compreensão da dinâmica demográfica mais recente e para o planejamento e implementação de políticas sociais mais assertivas.
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    Déficit habitacional no Brasil 2015
    (Fundação João Pinheiro, 2018) Viana, Raquel de Mattos; Souza, Luiza de Marilac de; Cunha, Délio Araújo; Gonçalves, Caio César Soares; Assunção, João Bosco; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação das Estatísticas Urbano Ambientais; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3240306219098942; http://lattes.cnpq.br/7751527640430173; http://lattes.cnpq.br/0538524116234480; http://lattes.cnpq.br/6829577347369187; -; https://orcid.org/0000-0002-5771-6056; -; -; https://orcid.org/0000-0002-3366-7560; -
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    Análise da percepção do estado de saúde dos idosos da região metropolitana de Belo Horizonte
    (2012) Carvalho, Fabrício Franco; Santos, Juliana Nunes; Souza, Luiza de Marilac de; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Objetivo: Analisar a percepção do estado de saúde dos idosos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Método: Utilizaram-se dados da Pesquisa por Amostra de Domicílio (PAD/MG), realizada em 2009 pela Fundação João Pinheiro. Foi examinada e entrevistada amostra probabilística de 963 pessoas com idade igual ou maior a 60 anos residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A variável dependente foi a autopercepção do estado de saúde e as variáveis independentes foram: presença de doenças que exigem acompanhamento constante, tabagismo, prática regular de atividade física, trabalho, recebimento de aposentadoria e escolaridade. Foram conduzidas análises descritivas e análises de associação estatística por meio dos testes Qui-Quadrado e T Student. Resultado: Dos entrevistados, 58,2% são do sexo feminino, com idade média de 69,4 anos e 44% relataram o estado de saúde como sendo “muito bom e bom”, e 10,7%, “ruim ou muito ruim”. Dos idosos que relataram ter problema de saúde que exigem acompanhamento constante (n = 960), 42% possuem hipertensão arterial. Da população pesquisada, 78,5% sabem ler e escrever um bilhete simples, 67,9% receberam aposentadoria ou pensão no mês de referência da pesquisa, 25% dos idosos relataram praticar atividade física regularmente. A autopercepção do estado de saúde se apresenta pior nos idosos que relataram presença de doenças crônicas, baixa escolaridade, menor ocupação laboral e redução das práticas de atividade física (P<0,05). Os resultados podem ser considerados uma ajuda na busca do desenvolvimento de ações e programas de atendimento população mineira idosa.
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    Aspectos da assistência fonoaudiológica segundo a pesquisa por amostra de domicílios de Minas Gerais
    (2013) Santos, Juliana Nunes; Gomes, Lidiane Beatriz Piotto; Souza, Luiza de Marilac de; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Objetivo: descrever o perfl das pessoas entrevistadas pela Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG) que receberam atendimento fonoaudiológico em Minas Gerais em maio de 2009. Método: análise dos pacientes assistidos por fonoaudiólogos e entrevistados pela PAD-MG. Foram investigadas as variáveis: escolaridade, renda, idade, gênero, percepção do estado de saúde, natureza jurídica da fonte prestadora de serviço. Resultados: 15 pessoas entrevistadas pela pesquisa referiram ter sido assistidas por fonoaudiólogos em maio de 2009, o que corresponde a 0,2% da população mineira (com utilização do peso amostral). Destes, 60% são do sexo masculino com idade entre 1 e 82 anos e 75% relataram bom estado de saúde. Conclusão: dos entrevistados assistidos por fonoaudiólogos, a maioria recebeu atendimento pelo SUS em consultórios da rede. Houve grande variação da faixa etária sendo que dos jovens e adultos atendidos 66% são alfabetizados. Foi possível perceber uma necessidade de expansão das ações de assistência fonoaudiológica no território estadual de modo a atender todas as parcelas da população, buscando o alcance da universalidade, integralidade e equidade, princípios doutrinários do SUS e norteados da rede de assistência à saúde no estado.
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    Fatores associados à procura por serviços de saúde de crianças mineiras menores de oito anos de idade
    (2012) Santos, Juliana Nunes; Machado, Natália Ávila; Souza, Luiza de Marilac de; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Objetivo: verificar se fatores como gênero, idade, situação censitária, autopercepção do estado de saúde, ocorrência de problemas ao nascimento, tempo de aleitamento materno, cumprimento do calendário de vacinas e presença da mãe como cuidadora principal relacionam-se com a procura ou não de serviços de saúde de crianças mineiras. Métodos: análise dos dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD/MG) da Fundação João Pinheiro, realizada em 18.000 domicílios em 308 municípios em 2009. Foram entrevistadas as famílias de 5.672 crianças. Para a análise dos dados consideraram-se os percentuais das crianças mineiras com idade entre zero e sete anos que procuraram os serviços de saúde no mês de maio de 2009 e a possível associação com outras variáveis sociodemográficas e de saúde. Resultados: das 5.672 crianças investigadas, 1.453 (25,6%) procuraram serviço de saúde, sendo que a chance dessa procura foi 63% maior em residentes da área urbana, 87% menor nos infantes com estado de saúde bom ou muito bom. As crianças com doença crônica de saúde apresentaram 3,2 vezes mais chance de procurar os serviços de saúde e aquelas com problemas ao nascimento tiveram essa chance aumentada em 1,7 vez. Conclusão: a procura de serviços de saúde por menores de oito anos de idade aumenta com a urbanização e relaciona-se à história pregressa de alterações ao nascimento e a doenças crônicas, sendo mais observada nos primeiros anos de vida.
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    Carências habitacionais no Brasil e na América Latina: o papel do ônus excessivo com aluguel urbano
    (PUC Minas, 2019) Viana, Raquel de Mattos; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Luiza de Marilac de; Miranda-Ribeiro, Adriana de
    A última década no Brasil foi marcada por grandes investimentos no setor imobiliário, incluindo a construção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda. A despeito do volume de investimentos, a análise dos indicadores das carências habitacionais que pautaram as políticas públicas revela uma relativa persistência do chamado déficit habitacional. A análise deste indicador no período de 2007 a 2014 mostra que, dos quatro componentes que o integram, um tem chamado a atenção pelo seu crescimento: o ônus excessivo com aluguel urbano. Com o intuito de compreender o comportamento dos componentes do déficit habitacional e, em particular do ônus excessivo com aluguel urbano, o presente artigo traz uma reflexão conceitual do indicador à luz do referencial teórico da ecologia política urbana e de uma análise comparativa entre as metodologias de cálculo do déficit habitacional em países latino-americanos. A reflexão proposta neste trabalho pretende contribuir com a revisão crítica do indicador e aprimoramento do cálculo das carências habitacionais no Brasil.
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    Prevalence of dizziness in the population of Minas Gerais, Brazil, and its association with demographic and socioeconomic characteristics and health status
    (2017) Martins, Tiago Ferreira; Mancini, Patrícia Cotta; Souza, Luiza de Marilac de; Santos, Juliana Nunes
    Introdução: O estado de Minas Gerais---Brasil não possui dados sobre a prevalência de tontura na população e estas informações podem ser fundamentais para basear políticas de saúde pública, campanhas de promoção, prevenção e a reabilitação. Objetivo: Investigar a prevalência do sintoma de tontura na população do estado de Minas Gerais segundo a Pesquisa por Amostra de Domicílio (PAD-MG), assim como descrever o perfil dos indivíduos entrevistados e as relações entre tontura e características socioeconômicas, demográfica e condições de saúde. Método: Estudo de caráter observacional transversal com análise dos indivíduos com relato de sintoma de tontura no último mês. Foram analisados os dados inseridos na PAD-MG de 2011. Determinou-se associação estatística independente entre as variáveis selecionadas e a tontura por intermédio de análise multivariada. Resultados: A tontura foi à terceira queixa principal entre os indivíduos que mencionaram algum problema de saúde no último mês, com estimativa populacional de 209.025 indivíduos e relatada por 6,7% dos sintomáticos, com valores inferiores somente aos sintomas de febre e dores de cabeça, respectivamente. Dentre indivíduos com relato de tontura, 94% são adultos ou idosos (p ≤ 0,001) e 63% do sexo feminino (p = 0,003). Foi encontrada associação estatisticamente significante (p < 0,001) entre a variável resposta e as variáveis autopercepção de saúde, hipertensão, doenças cardíacas, diabetes, depressão, procura ou necessidade de atendimento médico ou de saúde no último mês e presença de cobertura de plano ou seguro-saúde. Dentre os indivíduos com tontura, 84,2% procurou ou precisou de atendimento médico ou de saúde e 80,1% não possuíam cobertura de plano ou seguro-saúde no período pesquisado. Conclusão: O sintoma de tontura se mostrou altamente prevalente na população de Minas Gerais no mês de referência da pesquisa. A tontura foi prevalente nos indivíduos adultos e idosos e apresentou associação estatística com as características socioeconômicas, demográficas e condições de saúde estudadas.
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    Avaliação do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos – SINASC, Minas Gerais e Mesorregiões, 2000
    (2004) Souza, Luiza de Marilac de; Perpétuo, Ignez Helena Oliva; Machado, Carla Jorge
    O objetivo principal desta dissertação consistiu em estimar o grau de cobertura do SINASC (Sistema de Informações de Nascidos Vivos) para o estado de Minas Gerais e suas mesorregiões permitindo, assim, que se pudesse conhecer a eficácia do sistema em obter o real volume de nascimentos. O objetivo secundário foi avaliar aspectos relacionados à qualidade de algumas informações selecionadas preenchidas na Declaração de Nascido Vivo (DN). Os dados utilizados foram os dados do SINASC de 1999 e 2000 e os do Censo Demográfico de 2000. Para avaliar o grau de cobertura, comparou-se o volume de nascimentos coletados pelo SINASC com os volume de nascimentos estimados a partir dos dados do Censo Demográfico, através da Técnica P/F de Brass. No caso da avaliação da qualidade da informação coletada através da DN, mensurou-se o montante de informações não declaradas (classificadas como ignoradas ou em branco); a razão de sexo ao nascer; a preferência por dígitos; e a consistência interna no preenchimento das informações para as variáveis escolaridade materna, idade materna, índice de Apgar de 1º e 5º minuto, peso ao nascer e duração da gestação, buscando observar se os dados se apresentavam plausíveis e/ou apresentavam uma regularidade empírica esperada, observada em outras populações. As informações foram consideradas inconsistentes se, por exemplo, fosse observado nos cruzamentos que mulheres de 10 a 14 anos tinham nível de escolaridade superior completo. A inconsistência, caso encontrada, concorreu para que se duvidasse da qualidade da informação constante na DN. Quanto aos resultados obtidos, a comparação dos nascimentos estimados pelo Censo com os coletados pelo SINASC, indicou um grau de cobertura de 88% para o estado de Minas Gerais. Os resultados, segundo mesorregiões, mostraram que a cobertura poderia ser considerada completa em cinco das doze mesorregiões: Metropolitana de Belo Horizonte (100%), Oeste de Minas (96%), Campo das Vertentes (95%), Zona da Mata (94%) e Triângulo Mineiro (91%). Em contrapartida, nas mesorregiões de Jequitinhonha e Norte de Minas, a cobertura ficou abaixo de 70%, indicando a necessidade de um efetivo esforço para a completa implementação do sistema nessas mesorregiões. Quanto à qualidade da informação, no que se refere à presença de informação classificada como ignorada, para o Estado e mesorregiões, verificou-se que as variáveis que não apresentaram excelente qualidade, ou seja, porcentagem de ignorados inferior a 10%, foram: estado civil, número de filhos tidos mortos, número de filhos tidos vivos, raça/cor, índice de Apgar de 1º e 5º minuto. Não foi verificada preferência sistemática por dígitos quando da análise da variável idade materna. Quanto à razão de sexo ao nascer, verificou-se que apenas na mesoregião Central Mineira, o padrão esperado, não foi constatado, podendo isso ser um indicativo de problemas nos dados. Observou-se, para esta mesorregião, uma razão de sexo ao nascer de 1,09. Não foram constatadas inconsistências nos cruzamentos analisados. Finalmente, o único resultado preocupante encontrado foi quanto ao índice Apgar ao 1º e 5º minuto, pois observou-se uma tendência a classificar os recém-nascidos em níveis altos (9 ou 10), muito mais frequentemente do que o ocorrido em outras populações cujos dados de Apgar eram considerados de melhor qualidade e conclui-se que a informação de Apgar deve ser utilizada com reservas por pesquisadores. Desta forma, ressalta-se que, de modo geral, a qualidade dos dados obtidos pelo SINASC no estado de Minas Gerais e suas mesorregiões pode ser considerada adequada e que, portanto, as informações avaliadas podem fornecer indicadores valiosos sobre a saúde materna e infantil.
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    2º relatório anual de compromisso com o valor público do governo de Minas Gerais : avaliação de políticas públicas : ciclo 2023
    (2023) Comitê Estadual de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (Cemap); Comitê Executivo de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (Comex); Minas Gerais. Controladoria Geral do Estado; Fundação João Pinheiro. Núcleo Integrado de Monitoramento e Avaliação (NIMA); Minas Gerais. Secretaria de Planejamento e Gestão; Figueiredo, Amanda Matar de; Ladeira, Carla Bronzo; Motta, Carolina Portugal Gonçalves da; Imura, Carolina Proietti; Horta, Cláudia Júlia Guimarães; Wanderley, Cláudio Burian; Pereira, Danielle Ramos de Miranda; Batitucci, Eduardo Cerqueira; Soares, Helena Teixeira Magalhães; Oliveira, Ines Helena; Riani, Juliana de Lucena Ruas; Marinho, Karina Rabelo Leite; Miranda, Karyne Mourthe; Nascimento, Luís Felipe Zilli; Souza, Luiza de Marilac de; Nunes, Marcos Antonio; Assis, Marcos Arcanjo de; Morais, Paulo Cesar Campos; Oliveira, Rafael Almeida de; Morais, Reinaldo Carvalho; Carvalho, Selma; Ferreira Júnior, Silvio; Sistema Estadual de Avaliação de Políticas Públicas (SAPP-MG)