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    Vulnerabilidade de inserção no mercado de trabalho dos jovens moradores de favelas de Belo Horizonte
    (2019) Souza, Nícia Raies Moreira de; Riani, Juliana de Lucena Ruas
    A vulnerabilidade social da juventude resulta de uma série de fatores sobrepostos. A combinação de baixa escolaridade e renda, dificuldade de inserção no mercado de trabalho e barreiras de acesso às políticas sociais podem ser entendidas como causas estruturais para a vulnerabilização. Este é um fenômeno que tem atingido grande parcela da população jovem no Brasil. As dimensões principais para o estudo das vulnerabilidades sociais são geralmente o trabalho, capital humano e as relações sociais. Considerando estas diferentes dimensões, o presente trabalho focaliza um dos condicionantes da vulnerabilidade que é a forma como determinados grupos populacionais se inserem no mercado de trabalho. O objetivo é investigar as características do mercado de trabalho dos jovens em cinco grandes favelas do município de Belo Horizonte, analisando indicadores como taxas de ocupação, desemprego e distribuição nos grupos ocupacionais, considerando as diferenças para homens e mulheres e para as faixas etárias de 15 a 18 e 19 a 24 anos. Também foi calculado o Índice de Vulnerabilidade Juvenil, que mede o grau de exclusão social dos jovens. Os dados utilizados foram provenientes do censo demográfico de 2010 do IBGE, considerando como menor nível de agregação as áreas de ponderação que foram compatibilizadas com as áreas das favelas. Os resultados mostram que em determinadas áreas da cidade de Belo Horizonte os jovens entram mais cedo no mercado de trabalho, sem prosseguir seus estudos, possuem maior taxa de desemprego e maior inserção no setor informal. Observa-se também uma maior segregação ocupacional das mulheres em relação aos homens.
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    Sistematização das demandas das mulheres em espaços participativos
    (SEDPAC, 2018) Gomes, Ana Paula Salej; Lacerda, Daniela Góes Paraiso; Marinho, Karina Rabelo Leite; Souza, Leticia Godinho de; Nogueira, Maria José; Amorim, Marina Alves; Souza, Nícia Raies Moreira de; Sousa, Rosânia Rodrigues de; Minas Gerais. Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/2605280249287773; http://lattes.cnpq.br/7151165130781471; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; -; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/6990850876347831; https://orcid.org/0000-0003-2573-2606; -; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933; https://orcid.org/0000-0001-5083-5899; -; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; https://orcid.org/0000-0002-2417-5812
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    Além da diversão e arte, o pão: o mercado de trabalho da cultura na Região Metropolitana de Belo Horizonte
    (2001) Santana, Sylvana de Castro Pessoa; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Neste número, pesquisadoras do Centro de Estudos Históricos e Culturais e do Centro de Informação e Estatísticas (CEI) da Fundação João Pinheiro, dão prosseguimento à linha de estudos sobre a economia da cultura. A partir da base de dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Região Metropolitana de Belo Horizonte, analisam o mercado de trabalho do setor cultural desta região no período de 1996 a 2000, revelando a dimensão econômica da produção cultural, seus traços constitutivos, suas especificidades e potencialidades, cujo conhecimento é fundamental para o delineamento de políticas econômicas e culturais.
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    Posfácio
    (Fundação João Pinheiro, 2017) Gomes, Ana Paula Salej; Souza, Leticia Godinho de; Souza, Nícia Raies Moreira de; Vale, Clarice Gonçalves Santos do; Valério, Thaís de Freitas
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    Análise da percepção do estado de saúde dos idosos da região metropolitana de Belo Horizonte
    (2012) Carvalho, Fabrício Franco; Santos, Juliana Nunes; Souza, Luiza de Marilac de; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Objetivo: Analisar a percepção do estado de saúde dos idosos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Método: Utilizaram-se dados da Pesquisa por Amostra de Domicílio (PAD/MG), realizada em 2009 pela Fundação João Pinheiro. Foi examinada e entrevistada amostra probabilística de 963 pessoas com idade igual ou maior a 60 anos residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A variável dependente foi a autopercepção do estado de saúde e as variáveis independentes foram: presença de doenças que exigem acompanhamento constante, tabagismo, prática regular de atividade física, trabalho, recebimento de aposentadoria e escolaridade. Foram conduzidas análises descritivas e análises de associação estatística por meio dos testes Qui-Quadrado e T Student. Resultado: Dos entrevistados, 58,2% são do sexo feminino, com idade média de 69,4 anos e 44% relataram o estado de saúde como sendo “muito bom e bom”, e 10,7%, “ruim ou muito ruim”. Dos idosos que relataram ter problema de saúde que exigem acompanhamento constante (n = 960), 42% possuem hipertensão arterial. Da população pesquisada, 78,5% sabem ler e escrever um bilhete simples, 67,9% receberam aposentadoria ou pensão no mês de referência da pesquisa, 25% dos idosos relataram praticar atividade física regularmente. A autopercepção do estado de saúde se apresenta pior nos idosos que relataram presença de doenças crônicas, baixa escolaridade, menor ocupação laboral e redução das práticas de atividade física (P<0,05). Os resultados podem ser considerados uma ajuda na busca do desenvolvimento de ações e programas de atendimento população mineira idosa.
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    Aspectos da assistência fonoaudiológica segundo a pesquisa por amostra de domicílios de Minas Gerais
    (2013) Santos, Juliana Nunes; Gomes, Lidiane Beatriz Piotto; Souza, Luiza de Marilac de; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Objetivo: descrever o perfl das pessoas entrevistadas pela Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG) que receberam atendimento fonoaudiológico em Minas Gerais em maio de 2009. Método: análise dos pacientes assistidos por fonoaudiólogos e entrevistados pela PAD-MG. Foram investigadas as variáveis: escolaridade, renda, idade, gênero, percepção do estado de saúde, natureza jurídica da fonte prestadora de serviço. Resultados: 15 pessoas entrevistadas pela pesquisa referiram ter sido assistidas por fonoaudiólogos em maio de 2009, o que corresponde a 0,2% da população mineira (com utilização do peso amostral). Destes, 60% são do sexo masculino com idade entre 1 e 82 anos e 75% relataram bom estado de saúde. Conclusão: dos entrevistados assistidos por fonoaudiólogos, a maioria recebeu atendimento pelo SUS em consultórios da rede. Houve grande variação da faixa etária sendo que dos jovens e adultos atendidos 66% são alfabetizados. Foi possível perceber uma necessidade de expansão das ações de assistência fonoaudiológica no território estadual de modo a atender todas as parcelas da população, buscando o alcance da universalidade, integralidade e equidade, princípios doutrinários do SUS e norteados da rede de assistência à saúde no estado.
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    Fatores associados à procura por serviços de saúde de crianças mineiras menores de oito anos de idade
    (2012) Santos, Juliana Nunes; Machado, Natália Ávila; Souza, Luiza de Marilac de; Souza, Nícia Raies Moreira de
    Objetivo: verificar se fatores como gênero, idade, situação censitária, autopercepção do estado de saúde, ocorrência de problemas ao nascimento, tempo de aleitamento materno, cumprimento do calendário de vacinas e presença da mãe como cuidadora principal relacionam-se com a procura ou não de serviços de saúde de crianças mineiras. Métodos: análise dos dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD/MG) da Fundação João Pinheiro, realizada em 18.000 domicílios em 308 municípios em 2009. Foram entrevistadas as famílias de 5.672 crianças. Para a análise dos dados consideraram-se os percentuais das crianças mineiras com idade entre zero e sete anos que procuraram os serviços de saúde no mês de maio de 2009 e a possível associação com outras variáveis sociodemográficas e de saúde. Resultados: das 5.672 crianças investigadas, 1.453 (25,6%) procuraram serviço de saúde, sendo que a chance dessa procura foi 63% maior em residentes da área urbana, 87% menor nos infantes com estado de saúde bom ou muito bom. As crianças com doença crônica de saúde apresentaram 3,2 vezes mais chance de procurar os serviços de saúde e aquelas com problemas ao nascimento tiveram essa chance aumentada em 1,7 vez. Conclusão: a procura de serviços de saúde por menores de oito anos de idade aumenta com a urbanização e relaciona-se à história pregressa de alterações ao nascimento e a doenças crônicas, sendo mais observada nos primeiros anos de vida.
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    Fatores associados ao uso do tabaco, bebida alcoólica e prática de atividade física entre os jovens de Minas Gerais
    (2017) Riani, Juliana de Lucena Ruas; Souza, Nícia Raies Moreira de; Marinho, Karina Rabelo Leite; Camargos, Mirela Castro Santos
    Introdução: Rotinas de saúde adquiridas na infância e adolescência tendem a se transferir para idades adultas, daí a pertinência da abordagem nestas populações específicas. Objetivo: Este artigo teve como objetivo traçar um perfil dos hábitos de vida saudáveis e de comportamento de risco à saúde da população jovem (15 a 29 anos) de Minas Gerais, em 2011, e verificar o impacto das variáveis individuais, socioeconômicas e regionais nos hábitos de risco e de vida saudável dessa população. Metodologia: Utilizaram-se análises multivariadas por regressão logística binária, tendo como base os dados da Pesquisa por Amostra Domiciliar de Minas Gerais de 2011. Resultados: Os resultados indicaram que apenas 15,1% dos jovens de Minas Gerais realizavam atividades físicas, segundo uma frequência mínima estabelecida. Na população estudada, 21,7% consumiam bebidas alcoólicas e a prevalência de fumantes era de 8,6%, com destaque para aqueles do sexo masculino e com menores níveis de instrução. Quanto mais escolarizado o jovem, menor a chance de fumar e maior a de praticar atividade física no tempo livre. Um resultado interessante foi a forte associação entre o tabagismo e o consumo de bebida alcoólica. Considerações Finais: Conclui-se que, apesar de o estudo não analisar a relação de causalidade entre esses dois hábitos nocivos à saúde, essas duas variáveis podem ser uma proxy do estilo de vida do jovem, possivelmente com determinantes comuns.