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    Atenção primária à saúde: análise da sua oferta e efetividade em Minas Gerais
    (Fundação João Pinheiro, 2010) Silva, Márcia Faria Moraes; Ferreira Júnior, Sílvio; http://lattes.cnpq.br/7789533222493903; Fahel, Murilo Cássio Xavier; http://lattes.cnpq.br/8223101141977871; Fortes, Fátima Beatriz Carneiro Teixeira Pereira; http://lattes.cnpq.br/8096452401595457
    Esta dissertação propõe a criação do Índice de Oferta de Serviços na Atenção Primária pelos municípios de Minas Gerais por meio da análise fatorial de 05 variáveis: cobertura municipal pela Estratégia de Saúde da Família, número de Equipes de Saúde da Família/1000 hab., número de Unidades de Atenção Básica/1.000 hab. , profissionais lotados na Unidades de Atenção Básica/1.000 hab. e o Piso da Atenção Básica per capita. A utilização deste índice pode auxiliar os gestores na identificação de municípios prioritários para implantação e implementação de políticas de saúde que busquem fortalecer a Atenção Primária, que cada vez mais se consolida como porta de entrada e base para a reorganização do sistema de atenção à saúde. Propõe também a identificação de possível relação entre este índice e o Percentual de Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária, proxy do grau de efetividade da oferta de serviços em atenção, o Produto Interno Bruto e a condição do município ser ou não, polo microrregional de saúde. Estabelecida esta relação, tem-se ferramenta para avaliar a efetividade dos serviços da Atenção Primária em Minas Gerais.
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    As consequências da existência de uma para-estrutura na superintendência de atenção primária à saúde
    (2019) Falcão, Paulo Bernardes; Silveira, Mauro César da; Caldeira, Marcos Guilherme Nunes
    A estrutura organizacional é um fator de preponderância no sucesso de uma organização. O Estado, como organização, precisa levar em consideração a importância desse conceito. Sua implementação adequada é capaz de propiciar diversos benefícios aos resultados organizacionais, podendo ser fundamental no alcance de seus objetivos. O instrumento de formalização da estrutura organizacional do Estado, no âmbito do Poder Executivo do estado de Minas Gerais é o Decreto n° 45.812/2011. O presente trabalho traz como recorte o estudo de caso da Superintendência de Atenção Primária à Saúde, cuja estrutura aplicada na prática apresenta diferenciação com relação à estrutura formalizada no Decreto de Competências. Não é possível encaixar a estrutura aplicada na Superintendência de Atenção Primária à Saúde no conceito de estrutura informal abordado no referencial teórico e a despeito de essa estrutura aplicada possuir aspectos formais que a institucionalizam, faltam a ela características de formalização essenciais, entre as quais há que se destacar sua incoerência perante o organograma, instrumento que permite a visualização da estrutura formal de uma organização. Dessa forma, a estrutura observada pode ser cunhada como uma para-estrutura, que apresenta um caráter paralelo ao formal, não sendo formal nem informal. O objetivo da presente pesquisa é compreender justamente os impactos que essa para-estrutura desencadeia na Superintendência de Atenção Primária à Saúde. Para tanto, foi realizada revisão bibliográfica, para construção de um referencial tórico, além de observação direta e entrevistas semi-estruturadas com os servidores da Superintendência, que tinham por finalidade extrair deles suas impressões acerca da situação descrita. Foi possível constatar, a partir da metodologia utilizada, uma série de consequências sofridas pela Superintendência de Atenção Primária à Saúde por conta da existência da para-estrutura.