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    Planejamento financeiro-orçamentário no estado de Minas Gerais: uma análise antes e depois do choque de gestão
    (Fundação João Pinheiro, 2011) Vilaça, Edmar Marcos de Souza; Fahel, Murilo Cássio Xavier; http://lattes.cnpq.br/8223101141977871; Wanderley, Cláudio Burian; http://lattes.cnpq.br/8883271568242398; Torres, Carlos Eduardo da Gama; http://lattes.cnpq.br/4036708418054112
    Esta pesquisa analisa os principais fatos históricos do planejamento governamental no país e destaca os fatores que favoreceram a prática dessa ferramenta de gestão para administração pública brasileira. Apresenta também os principais planos econômicos nacionais, que foram os ensaios das primeiras tentativas para implementação de um planejamento global para o desenvolvimento econômico e social do país. Isso ocorre apenas após a determinação, pela Constituição Federal de 1988, de um sistema de planejamento para a administração pública em seus três níveis de governo, que junto da Lei de Responsabilidade Fiscal de 2000 completou o marco regulatório do planejamento governamental no país. No segundo momento, a pesquisa apresenta o planejamento governamental, especificamente o financeiro-orçamentário no estado de Minas Gerais. O objetivo, neste caso, é verificar o planejamento das ações da administração pública estadual se comportou de forma eficiente e eficaz, tendo como referência temporal o período de dois governos estaduais anteriores e posteriores ao programa Choque de Gestão, iniciado em 2003. Dessa forma, este estudo evidencia os principais fatores que estimularam a eficiência e eficácia do planejamento financeiro-orçamentário no estado, com o objetivo de contribuir na consolidação das bases do desenvolvimento econômico e social deste estado e atenção aos anseios da população, que é a principal receptora dos serviços e políticas públicas produzidas pelo estado. De maneira geral, apresentada-se as principais contribuições que estimularam a prática do planejamento governamental nos dois períodos estudados, bem como alguns resultados alcançados por essas fases de planejamento. Ainda demonstra-se que apesar do planejamento governamental ser uma ferramenta importante para a administração pública, o modo como as ações e decisões públicas são tratadas pode representar ganho adicional ao sucesso ou fracasso de uma dada ação ou política pública.
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    Estruturas organizacionais inovadoras na gestão pública: o caso do projeto estruturador centro da juventude de Minas Gerais - PLUG Minas
    (2009) Alves, Laís Fonseca; Silveira, Mauro César da; Rocha, Elisa Maria Pinto da; Rossi, Maria de Fátima Pereira
    Este trabalho teve como objeto de estudo as estruturas organizacionais que permeiam o modelo de gestão do Projeto Estruturador Centro da Juventude de Minas Gerais- Plug Minas. O Plug Minas é um Centro de Formação e Experimentação Digital, uma política pública desenhada para a juventude, no âmbito da área de resultados do Governo mineiro denominada Protagonismo Juvenil, que visa uma intervenção intersetorial para execução dessa política. O desenho do modelo de gestão do projeto utiliza a contratualização de resultados com uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP somado a um conjunto de parcerias com a iniciativa privada e organizações não governamentais, no intuito de implementar essa política pública. A análise empreendida busca investigar se as características do modelo são compatíveis com a teoria de implementação de políticas públicas em rede, elencando as principais variáveis teóricas e sua aplicação no modelo formulado. Destaca-se também o modelo gerencial e o modelo de parceria com OSCIPs adotado pelo Governo de Minas Gerais e as opções que levaram a escolha desse modelo de gestão para o projeto. Constatou-se que o desenho organizacional de gestão do Plug Minas é considerado inovador se comparado com as demais parcerias realizadas no Estado, devido, principalmente, ao papel autônomo dado aos membros e a interdependência dos mesmos para a viabilidade da política, sendo, portanto, um exemplo de gestão em rede para implementação de uma política pública.
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    A política pública de qualificação social e profissional: uma análise de percepção dos gestores responsáveis pela implementação do Plano Nacional de Qualificação em MG
    (2008) Mendonça, Igor Coura de; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Souza, Nícia Raies Moreira de; Amabile, Antônio Eduardo de Noronha
    Este trabalho busca entender a concepção política e econômica do Plano Nacional de Qualificação, no que tange a sua implementação em Minas Gerais. Para isso, faz-se uma revisão das teorias de qualificação profissional, especialmente sobre qualificação social e profissional, além de uma revisão de boas práticas de planejamento estratégico, objetivando-se com isso identificar quais características da política devem ser analisadas. A partir disto, segue-se uma análise destas características em Minas Gerais, com documentos oficiais e com entrevistas dos gestores mineiros do plano.
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    A lacuna da participação democrática no modelo de gerenciamento estratégico do governo de Minas Gerais
    (2008) Ladeira, Leonardo Carvalho; Brasil, Flávia de Paula Duque; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; Rezende, João Victor Silveira
    O governo de Minas Gerais, desde 2003, adotou um modelo de gerenciamento estratégico baseado em instrumentos de planejamento de curto, médio e longo prazo, com muitas inovações advindas, em grande parte, da administração privada. A experiência apresenta avanços importantes para a Administração Pública, que devem ser analisados tanto sob o ponto de vista da eficiência como da eficácia dos processos adotados. O trabalho pretende, a partir de uma revisão bibliográfica das teorias participativas e organizacionais, identificar a lacuna da participação democrática no modelo de gerenciamento estratégico adotado pelo governo de Minas, entendida como a inexistência de relações bem estabelecidas entre os cidadãos e os planejadores. A idéia de lacuna refere-se não somente à falta dessas relações, como também ao potencial dos instrumentos participativos para a eficiência e eficácia da ação governamental no modelo mineiro. Identificou-se a fragilidade dos instrumentos participativos presentes no modelo mineiro e a existência de uma série de riscos no modelo atual que poderiam ser solucionados com a adoção de instrumentos mais fortes de participação. O trabalho aponta direções para a inclusão desses instrumentos no modelo, sugerindo adaptações dos processos já existentes. A conclusão é a de que o planejamento participativo é ferramenta fundamental para a eficiência dos governos. Os teóricos da participação democrática identificam o potencial da adoção de instrumentos participativos no planejamento do setor público. Teorias recentes sobre estratégia organizacional demonstram também vantagens da adoção de estratégias de forma descentralizada como caminho necessário ao desenvolvimento das mesmas.
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    Mudança organizacional: um estudo de caso sobre a implementação do redesenho do processo de compras da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais - SES
    (2009) Paes, Fernanda Sampaio; Silveira, Mauro César da; Carneiro, Ricardo
    A mudança organizacional desde a década de 80 vem sendo constantemente discutida pela literatura, uma vez que se tornou algo presente na realidade das organizações, sejam elas públicas ou privadas e por influenciar diretamente os resultados destas. Levando em conta a importância do tema, este trabalho apresenta uma análise da implementação da mudança no processo de compras da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES). O trabalho tem como principal objetivo analisar o processo de implementação do fluxo de compras da SES, destacando quais os passos utilizados nesta implementação e confrontá-los com o que vem sendo apontado de forma recorrente na literatura como fatores críticos de sucesso aos processos de mudança, como a questão da liderança, da comunicação, resistência, etc. Os dados obtidos para o estudo realizado foram alcançados por meio de entrevista com pessoas envolvidas de diferentes formas no processo de mudança, bem como em observação direta. Referenciou-se o estudo também em alguns materiais obtidos junto à secretaria e à empresa de consultoria contratada, como planilhas, apresentações, etc., e também materiais retirados do próprio site da SES. Neste sentido, o estudo mostrou que o processo de mudança em andamento na SES teve alguns pontos positivos e algumas falhas que indicam que alguns fatores críticos de sucesso não foram devidamente acompanhados. Pelo estudo ficou claro que houve ações desenvolvidas no decorrer do processo de implementação que não eram do conhecimento de todos os envolvidos, isso demonstra uma falha na comunicação que acabou sendo negligenciada em alguns momentos. Além da comunicação, outro fator que se mostrou crítico, foi a falta de interfuncionalidade entre as áreas, o que segundo a literatura é um dificultador para formação de uma equipe de transformação coesa e envolvida. A cultura da gestão da mudança parece não fazer parte do cotidiano da SES, uma vez que o modelo adotado nesta mudança foi introduzido pela consultoria contratada e em diversos momentos não foi seguido pelos agentes do processo, no entanto, a hipótese construída neste estudo de que, em regra, no setor público não há um processo de gestão de mudança, o que deve ser melhor estudado em futuros trabalhos. A liderança, ao contrário, foi positiva e atuou de forma efetiva fazendo com que a implementação da mudança progredisse de forma mais ágil e diminuindo a resistência dos funcionários.
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    Comunicação e Gestão nas Organizações Públicas: uma análise da articulação estatal para a formulação e implementação de políticas públicas - o caso do PIP, do SIMAVE e da Magistra
    (2015) Fonseca, Renata Kelly Alves; Saraiva, Ágnez de Lélis; Pereira, Danielle Ramos de Miranda; Amorim, Marina Alves
    As mudanças econômicas e as revoluções tecnológicas, bem como as dificuldades da administração pública para atender às demandas do Estado de Bem Estar Social, levaram a maioria dos Estados que pautava a sua estrutura no modelo burocrático a buscar novas formas de gestão e de produção de políticas públicas. Em virtude disso, reformas administrativas foram empreendidas, e, na busca pelas respostas aos problemas da gestão governamental, evidencia-se no cenário contemporâneo não apenas um, mas diferentes modelos de gestão pública. Um deles é a gestão em rede, que se diferencia dos modelos de gestão baseados em hierarquias, pelo papel diferenciado assumido pelo gestor, que deve mediar as interações ao invés de comandar o trabalho e, também, pela predominância de valores orientados para a articulação entre as áreas e suas equipes, em busca do alcance de objetivos comuns. Porém, para a efetividade da adoção desse modelo de gestão, faz-se necessária a internalização desse novo modus operandi pela estrutura governamental, implicando na sua adaptação em âmbito interno, integrando as áreas de suas secretarias e orientando os saberes e práticas para uma atuação coesa e interdependente. Nesse contexto, a comunicação organizacional assume papel estratégico, uma vez que trabalha com a discursividade dos sujeitos na organização e, por consequência, com a formação do corpo de valores, crenças e atitudes aceitas pelo grupo, ou seja, sua cultura. Esse trabalho se propõe, com base na revisão bibliográfica, na pesquisa documental e nas entrevistas aos membros de três programas da SEE/MG – PIP, SIMAVE e Magistra, verificar qual é o papel da cultura organizacional para a adoção de estruturas de trabalho em rede na administração pública estadual de Minas Gerais.
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    Gerenciamento de riscos em projetos da administração pública: características, requisitos e possibilidades de melhoria para o estado de Minas Gerais
    (2008) Barreto, Luísa Cardoso; Silveira, Mauro César da; Nogueira Júnior, Reginaldo Pinto
    O Estado de Minas Gerais vem passando por um processo de modernização da máquina administrativa desde 2003, quando teve início o programa governamental intitulado Choque de Gestão. O objetivo maior do programa é aproximar a gestão pública estadual de um modelo mais moderno e eficiente, baseado em técnicas de gestão já consagradas no setor privado. Dentre as diversas medidas tomadas neste sentido, destaca-se a adoção de uma metodologia de Gestão de Projetos no monitoramento dos projetos estratégicos do Estado, entendidos como prioridade de governo e denominados Projetos Estruturadores. Tal metodologia foi apoiada pela criação de um escritório de projetos, através da Superintendência Central de Gerenciamento Estratégico de Recursos e Ações do Estado (SCGERAES). Uma metodologia de gestão de projetos deve se preocupar em trabalhar com alguns pontos dos projetos que merecem especial atenção, dentre eles os riscos a que o projeto está exposto. O presente trabalho se preocupa em analisar os processos de gerenciamento de riscos na metodologia de trabalho da SCGERAES, à luz de processos de gerenciamento de riscos já consagrados e das características peculiares dos projetos da Administração Pública.
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    Papel de facilitadores de aprendizagem no Programa de Desenvolvimento de Gestores da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, realizado pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro
    (2022) Santos, Mariella Luciana Soares; Oliveira, Kamila Pagel de
    A presente pesquisa propõe um estudo de caso sobre o papel de facilitadores de aprendizagem no Programa de Desenvolvimento de Competências de liderança e gestão para gestores da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (PDG/SEE), realizado pela Escola de Governo da Fundação (EG/FJP). Esse estudo insere-se num contexto amplo de promoção da profissionalização dos gestores públicos em Minas Gerais e no Brasil, no qual os movimentos de modernização do Estado, com aprimoramento das entregas aos cidadãos, têm enfrentado déficits em competências gerenciais e de liderança dos seus dirigentes públicos. Entre as razões para isso, tem-se a carência de metodologias de ensino e aprendizagem aderentes ao desenvolvimento de competências de adultos no setor público. Visando avançar nessa frente da gestão de pessoas, a EG/FJP tem realizado programas de desenvolvimento para gestores e lideranças públicos. Neles, observa-se a presença de um facilitador de aprendizagem atuando em pequenos grupos de participantes, proporcionando apoio e orientação sobre a metodologia de desenvolvimento de competências individuais e outros processos. Essa metodologia foi desenhada e personalizada para os programas de desenvolvimento de gestores da EG/FJP, junto a outros atores, em 2019, e tem sido adaptada a cada novo programa, segundo as premissas e os objetivos deste. Considerando a recente utilização dessa metodologia na EG/FJP e seu caráter inovador diante das práticas tradicionais de ensino, questiona-se como os facilitadores atuam e podem contribuir com os objetivos do PDG/SEE. A metodologia envolve pesquisa bibliográfica, documental e de campo, por meio de questionários e entrevistas com atores estratégicos relacionados ao programa. A percepção desses atores aponta, por um lado, para uma boa receptividade à facilitação em diversos aspectos, como a maior individualização do contato com os participantes, o incentivo personalizado à dedicação ao processo de desenvolvimento, a oportunização de trocas entre os próprios participantes, entre outros. Por outro lado, observam-se pontos de atenção a serem mais bem trabalhados pelos facilitadores e pela coordenação do programa, como a necessidade de maior dedicação dos facilitadores à preparação para as atividades e a definição de estratégias para reforçar o aspecto de construção de redes de contato no programa. Em suma, a utilização dessa metodologia representa avanço com relação à aderência dos participantes, ao ganho de escala da metodologia de desenvolvimento de competência sem perda de personalização e à mobilização de metodologias vivenciais associadas à aprendizagem, mas ainda necessita de aprimoramentos para a consecução plena da sua potencialidade de impacto.
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    Monitoramento dos projetos estruturadores do estado de Minas Gerais: caracterização dos produtos de informação gerados pelo programa de gestão estratégica dos recursos e ações do Estado - Geraes
    (2009) Martins, Mateus Felipe dos Reis; Rocha, Elisa Maria Pinto da; Moraes, Leonardo Barbosa de; Sousa, Rosânia Rodrigues de
    O Choque de Gestão iniciado no ano de 2003 marcou o início de uma reforma administrativa em Minas Gerais no sentido da modernização da gestão pública. Dentre as diversas medidas adotadas para o aumento da eficiência publica estão práticas reconhecidamente bem sucedidas no setor privado. Uma delas é a Metodologia de Gestão de Projetos, adotada para o monitoramento dos projetos estratégicos definidos como prioridade pelo governo de Minas Gerais, os Projetos Estruturadores. A gestão de Projetos é apoiada pelo programa de Gestão Estratégica dos Recursos e Ações do Estado - GERAES, que representa o escritório de projetos mineiro. O trabalho de gerenciamento de projetos realizado por este escritório baseia-se no uso intenso de informações, as quais circulam entre as equipes executoras dos projetos, os técnicos do GERAES e a alta gerência do Estado. Esta monografia visa descrever as atribuições inerentes ao GERAES no processo reformista mineiro, bem como diferenciá-las das competências do programa Estado para Resultados – EpR, escritório estratégico criado em 2007, na 2ª Geração do Choque de Gestão. Tem ainda a preocupação de mapear e caracterizar os produtos de informação utilizados pelo GERAES no monitoramento dos projetos estruturadores, caracterizando-os conforme tipologia de Assis (2008), adaptada por Almeida (2008).
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    Transformação de processos de negócios na Procuradoria Regional do Trabalho 3ª Região: análise da implantação de um projeto piloto na Gerência Regional do Programa de Saúde e Assistência Social (Plan-Assiste)
    (2018-08-29) Luz, Janine Isabella Macedo Rodrigues da; Ferreira, Vanice Cardoso; Cruz, Marcus Vinícius Gonçalves da
    A busca por eficiência na prestação do serviço público tem levado os gestores a dar maior atenção aos fatores de influência nos resultados entregues à sociedade. Dentro desse cenário, a gestão de processos surge como um tema de grande destaque, tendo em vista sua aplicabilidade ao cotidiano das organizações. Com base nesse tema, este trabalho tem como objetivo analisar, por meio da percepção dos servidores e consultores envolvidos, o projeto piloto de transformação de processos implantado na Gerência Regional do Programa de Saúde e Assistência Social (Plan-Assiste) da Procuradoria Regional do Trabalho 3ª Região, assim como o levantamento das dificuldades e fatores facilitadores encontrados e a análise dos resultados e impactos obtidos após sua implantação. Os dados da pesquisa foram levantados com a realização de entrevistas semiestruturadas dirigidas aos servidores do setor e ao consultor da empresa contratada para execução do projeto. Foi utilizada também a técnica de análise documental, utilizando-se o relatório final disponibilizado pela consultoria como fonte principal dos dados. Os resultados do estudo mostram fatores importantes que influenciam diretamente na implantação das melhorias propostas e consequentemente nos resultados esperados com a execução do projeto. Tais fatores são: importância da execução de todas as fases da metodologia de gerenciamento de processos, tempo adequado para a execução do projeto, engajamento e validação dos servidores agentes da mudança, sobrecarga de trabalho e continuidade das ações baseadas na gestão de processos. É possível afirmar que, apesar do projeto não ter atingido todos os objetivos a que se propôs, em virtude das dificuldades enfrentadas, como inexistência da etapa de controle e avaliação dos processos transformados, curto tempo de projeto e resistência dos servidores diante das melhorias propostas, as ações de gerenciamento de processos contribuíram para que houvesse o aperfeiçoamento de processos de trabalho intersetoriais, bem como a melhor divisão de tarefas entre setores e uma pequena redução do tempo para execução de algumas atividades.