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    A prática de gestão baseada em indicadores de desempenho institucional: o caso da secretaria de estado de saúde de Minas Gerais
    (2008) Almeida, Renata Neri de; Rocha, Elisa Maria Pinto da
    Ao final do ano de 2004, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais SES/MG, inicia a experiência de adoção do mecanismo gerencial denominado Acordo de Resultados, cujo objetivo é avaliar as ações das instituições do Estado através da pactuação de resultados, os quais serão aferidos por meio de indicadores de desempenho. Esta monografia desenvolve uma contextualização deste mecanismo de contratualização a partir de suas interfaces com os dois principais instrumentos de planejamento PMDI e PPAG no intuito de compreender o cenário no qual os indicadores de desempenho foram concebidos. Foi realizada pesquisa bibliográfica sobre as principais reflexões teóricas acerca da obtenção e uso de indicadores de desempenho, com a finalidade de subsidiar a compreensão desta temática e aplicá-la ao caso da SES/MG. Nesse sentido, procurou-se mapear os indicadores de desempenho do Acordo de Resultados da SES/MG, por meio de pesquisa nos documentos oficiais deste instrumento de contratualização de resultados, a qual possibilitou fornecer informações relevantes sobre alguns aspectos que podem favorecer ou comprometer a implementação de indicadores no gerenciamento de desempenho institucional da SES/MG. Através de pesquisa de campo, buscou-se conhecer um pouco melhor a prática de uso dos indicadores definidos no Acordo como fonte de informação para a gestão, a partir da percepção dos gestores da SES/MG. A análise dos resultados do levantamento de campo indica que, na percepção dos dirigentes, os indicadores de desempenho fornecem informações relevantes para o gerenciamento de desempenho da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Os resultados apontam também para algumas fragilidades que comprometem a prática de disseminação de indicadores de desempenho, enquanto ferramenta de apoio ao processo de tomada de decisão a exemplo da evidência de que a cultura de medição e de socialização das informações aos atores ainda não se encontra plenamente difundida na instituição, criando obstáculos ao processo de obtenção e uso de indicadores.
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    Gestão do desempenho no setor público mineiro: disfunções, desafios e possibilidades de mudança
    (2017) Cristo, Marina Gregório Coimbra; Oliveira, Kamila Pagel de; Nicácio, Cláudia Beatriz Machado Monteiro de Lima; Sousa, Rosânia Rodrigues de
    O presente trabalho trata da gestão do desempenho no Estado de Minas Gerais, buscando compreender quais são suas disfunções e identificar quais são as possibilidades de mudanças neste processo. Busca-se entender como esse processo evoluiu desde a implantação da avaliação de desempenho, em 2003, e quais dificuldades encontradas atualmente impedem o alcance de efetividade na gestão do desempenho em Minas Gerais. Trata-se de uma pesquisa que investiga o tema a partir da perspectiva de atores fundamentais no processo em estudo, sendo eles os responsáveis pela gestão de desempenho na SEPLAG e os gestores de determinadas unidades da SEPLAG e FJP. Para o alcance dos objetivos propostos foram utilizadas as seguintes técnicas: revisão bibliográfica e pesquisa de campo, a qual foi realizada por meio de entrevistas e aplicação de questionários. Os resultados obtidos mostram a existência de uma contradição no processo de gestão de desempenho em Minas Gerais; enquanto os dados quantitativos mostram que os gestores declaram conhecer e executar adequadamente as etapas de tal processo, a análise qualitativa mostra que esses atores, bem com os membros da área responsável pela elaboração de políticas de gestão de pessoas do estado, apontam uma série disfunções na gestão do desempenho, tais como: a atuação das unidades setoriais de recursos humanos, o envolvimento da alta gestão no processo, o papel do gestores e questões relacionadas ao modelo vigente no estado. Os respondentes também indicaram possibilidades de melhoria neste processo, sendo as principais: instrumentalização dos RH setoriais, aumento do comprometimento dos gestores com a gestão do desempenho, adequação do modelo utilizado à realidade dos servidores e a conscientização da alta gestão em relação a importância dos resultados da gestão do desempenho para seus servidores e para a organização.