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    O papel do estado na internacionalização de pequenas e médias empresas: as políticas adotadas pelas províncias irmãs de Minas Gerais e Piemonte
    (2004) Oliveira, Jorge; Costa, Livia Renata de Oliveira; Ferreira, Afonso Henriques Borges
    As micro, pequenas e médias empresas são unidades produtivas com considerável importância para o desenvolvimento econômico, pois ajudam a atender às necessidades do mercado, geram empregos, desempenham atividades complementares às das grandes empresas, auxiliam no desenvolvimento regional etc. Mas sua atuação não se restringe ao mercado doméstico, o crescimento dos negócios permite que elas se internacionalizem. Por não terem uma estrutura grande, são menos burocratizadas, dotadas de maior flexibilidade administrativa, o que lhes permite responder mais facilmente às mudanças do mercado, serem mais competitivas, promoverem mais inovações. Apesar dessas vantagens, seu funcionamento é muitas vezes prejudicado pela existência de falhas de mercado - notadamente da assimetria de informações, que conduz à dificuldade na obtenção de financiamentos e crédito. A procura por financiamentos públicos ou privados no sistema financeiro tradicional nem sempre tem resultados positivos. Como o mercado não é capaz de oferecer crédito às MPMEs a baixo custo, de modo que não prejudique sua rentabilidade e perpetuação no mercado, sua existência está condicionada ao auxílio de políticas estatais e à utilização de outros meios de organização, como os clusters e consórcios. As políticas estatais realizadas em Minas Gerais têm ajudado bastante a internacionalização dessas empresas, mas outras formas de associativismo são alternativas que podem ser bem sucedidas, como na região Piemonte (são vitais na Itália, mas no Brasil ainda possuem obstáculos).
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    Requisição administrativa: estudo do instrumento para potencialização das ações de proteção e defesa civil
    (2018) Macedo, Relson Miguel de; Vieira, João Guilherme Britto; Crispim, Paulo Afonso Montezano; Laia, Marconi Martins de
    O trabalho tem como objetivo a verificação e análise da requisição administrativa para o uso nas diversas unidades operacionais do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. A pesquisa foi realizada através de bibliografias, diversas áreas do Direito e diplomas legais. Primeiramente foi realizado levantamento da propriedade privada e evolução que culminou na utilização conforme a função social que ela exerce. Dentro da função social, constatou-se que há diversas formas de intervenção pública no bem privado, como forma de realização das necessidades coletivas em detrimento ao interesse individual. Dentro das intervenções na propriedade está a requisição administrativa, que tem ligação íntima com a atividade bombeiro militar, pois deverá ser utilizada em situações de catástrofes onde há o iminente perigo público. O bombeiro militar deverá esgotar todos os meios institucionais antes de realizar a requisição administrativa. Verificou-se que o bombeiro militar é autoridade competente para requisitar administrativamente um bem ou serviço de um particular, uma vez que é agente público realizando ato administrativo válido, sendo que estes deverão sempre ser margeados pelos princípios da legalidade e razoabilidade. Inferiu-se ainda que o militar pode ser responsabilizado administrativa e penalmente pelo abuso do direito em requisitar, assim como o requisitado que desobedeça ou resista à entrega do bem. Apurou-se ainda que o ensino da requisição administrativa na instituição é incipiente, o que pode trazer o desconhecimento, desuso e insegurança à tropa frente ao sinistro de grande vulto, comprometendo a imagem institucional. Diante das constatações sugeriu-se o fomento ao ensino da requisição administrativa, bem como a normatização institucional do seu uso.