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Item Monitoramento dos projetos estruturadores do estado de Minas Gerais: caracterização dos produtos de informação gerados pelo programa de gestão estratégica dos recursos e ações do Estado - Geraes(2009) Martins, Mateus Felipe dos Reis; Rocha, Elisa Maria Pinto da; Moraes, Leonardo Barbosa de; Sousa, Rosânia Rodrigues deO Choque de Gestão iniciado no ano de 2003 marcou o início de uma reforma administrativa em Minas Gerais no sentido da modernização da gestão pública. Dentre as diversas medidas adotadas para o aumento da eficiência publica estão práticas reconhecidamente bem sucedidas no setor privado. Uma delas é a Metodologia de Gestão de Projetos, adotada para o monitoramento dos projetos estratégicos definidos como prioridade pelo governo de Minas Gerais, os Projetos Estruturadores. A gestão de Projetos é apoiada pelo programa de Gestão Estratégica dos Recursos e Ações do Estado - GERAES, que representa o escritório de projetos mineiro. O trabalho de gerenciamento de projetos realizado por este escritório baseia-se no uso intenso de informações, as quais circulam entre as equipes executoras dos projetos, os técnicos do GERAES e a alta gerência do Estado. Esta monografia visa descrever as atribuições inerentes ao GERAES no processo reformista mineiro, bem como diferenciá-las das competências do programa Estado para Resultados – EpR, escritório estratégico criado em 2007, na 2ª Geração do Choque de Gestão. Tem ainda a preocupação de mapear e caracterizar os produtos de informação utilizados pelo GERAES no monitoramento dos projetos estruturadores, caracterizando-os conforme tipologia de Assis (2008), adaptada por Almeida (2008).Item A utilização de indicadores finalísticos como produtos de informação na administração pública: análise do uso do valor agregado dos indicadores da área de resultado vida saudável(2009) Torres, Lívia Moraes; Dufloth, Simone Cristina; Rocha, Elisa Maria Pinto daEsse estudo desenvolveu uma análise da utilização dos indicadores finalísticos da Área de Resultado Vida Saudável como produtos de informação para o processo decisório dos gestores da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, examinando tanto seu uso como o valor agregado desses indicadores na perspectiva desses gestores. Esses são indicadores que buscam constatar a efetividade da ação governamental, ou seja, verificar se a realidade desejada está mais próxima ou já foi alcançada, conforme definição do Acordo de Resultados. Dado o alto grau de alinhamento desses indicadores com o planejamento estratégico governamental e com as políticas de saúde da SES/MG, o estudo considerou que eles constituem informações gerenciais valiosas e relevantes para o gestor de saúde no que tange à sua tomada de decisão, por isso, considerados produtos de informação. A pesquisa de campo foi realizada através de entrevistas semi-estruturadas com gestores da SES/MG considerados, por este estudo, usuários potenciais dessa informação, quais são: a alta gerência, que envolve subsecretários e superintendentes e a gerência intermediária de áreas fim, que inclui gerentes de áreas técnicas, gerentes-adjuntos de projetos estruturadores e coordenadores de ações de projetos estruturadores. A análise dos dados foca três aspectos, quais são: utilização dos Indicadores Finalísticos como produtos de informação, que envolve o percentual de utilização de cada indicador geral, e por nível de administração, importância atribuída e freqüência de utilização; disponibilização dos Indicadores Finalísticos , que aborda o acesso e as fontes de informação; e a análise do Valor Agregado dos produtos de informação na perspectiva dosGestores que foi desenvolvida sob a perspectiva de cinco atributos de valor da informação: exatidão, oportunidade, acessibilidade, envolvimento, aplicabilidade (DAVENPORT, 1998). Os resultados apontam para efetiva utilização dos indicadores finalísticos pelos principais gestores da SES/MG como produtos de informação processo decisório, mas ressaltando a necessidade de se criar uma cadeia de indicadores intermediários que atendam tanto a gerência intermediária quanto as áreas operacionais, afim de potencializar o uso dos indicadores finalísticos. Quanto ao valor agregado, percebe-se uma grande fragilidade dos indicadores, tendo em vista que nenhum dos atributos de valor foi plenamente encontrado nos indicadores.