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    Indicador de acessibilidade para análise do desenvolvimento regional
    (Banco do Nordeste. Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (ETENE), 2017-03-24) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Martins, Ricardo Silveira; Figueiredo, Lízia; Lemos, Mauro Borges
    Este trabalho desenvolve um índice de acessibilidade que capture as especificidades da economia brasileira e possa ser aplicado para estudos que relacionam infraestrutura de transporte e desenvolvimento regional. Discute os indicadores usualmente utilizados, tais como custo de transporte, custo logístico e índice de acessibilidade, buscando identificar como as diversidades de situações e interesses podem implicar a adequação desses indicadores. O contexto do estudo é o aprofundamento da compreensão sobre a adequação dos indicadores para a realidade brasileira, em algumas situações de pesquisa científica e do planejamento urbano e regional. O Indicador encontrado está de acordo com a literatura de desenvolvimento regional brasileiro e mostra que a participação na renda não é fator determinante na classificação de acessibilidade.
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    Projeto GES - Gestão Estratégica de Suprimentos: um estudo do modelo de gestão da aquisição de serviço de transporte por veículos leves
    (2010) Quirino, Fernando Gustavo da Silva; Santos, Ester Carneiro do Couto; Caixeta, Giovanni José; Queiroz, Jaime Augusto Freitas
    O presente trabalho tem por objetivo estudar e comparar possíveis modelos de gestão da aquisição de veículos leves, comparando os prováveis modelos de aquisição do serviço de transporte, avaliando sua aplicabilidade no contexto da administração pública. Delimitamse os veículos de tal porte que tenham como finalidade o uso administrativo. O estudo é uma pesquisa de metodologia hipotético-dedutiva. As bases teóricas expostas passam pela metodologia que o Estado utiliza para aquisição de bens e serviços de modo geral no Estado de Minas Gerais. A seguir, mostra-se então o paradigma de Custo Total de Propriedade (TCO), base para processo comparativo desenvolvido nesse trabalho acadêmico. Nesse sentido, BOWERSOX, CLOSS e COOPER (2007) e BAILY et. al. (2000) apontam para a importância de se considerar não apenas o custo direto da aquisição de um bem ou serviço, mas também de sua vida útil e seus impactos na organização. Focalizando a discussão, aprofunda-se na temática de gestão de serviços de transporte expondo os itens de custo de transporte e possíveis modalidades de contratação desse tipo de serviço. As possibilidades estudadas foram: veículo próprio, locação sem motorista e sem combustível (tipo 1), locação com motorista e combustível (tipo 2) e táxi. Após a análise, concluiu-se que a mais vantajosa financeiramente é a locação tipo 1, o que aponta para uma mudança geral na política de aquisição de veículos.
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    Gratuidade no sistema público de transporte de passageiros em Belo Horizonte: privilégio ou instrumento de justiça social?
    (Fundação João Pinheiro, 2000) Oliveira, Marcos Fontoura de; Guimarães, Berenice Martins; Orrico Filho, Rômulo Dante; http://lattes.cnpq.br/0307508005355403; Azevedo, Sérgio de; http://lattes.cnpq.br/7082989030200402
    A instituição da gratuidade e do desconto no transporte público em Belo Horizonte coincide com os primeiros anos da capital mineira, com alguns usuários tendo direito a não pagar a passagem, ou a não pagá-la integralmente, desde então. Com o decorrer do tempo, os benefícios tarifários foram ampliados ou reduzidos e categorias adquiriram ou perderam estes direitos, num movimento que irá constituir a própria história do transporte coletivo brasileiro. Os benefícios tarifários vêm sendo concedidos sem que haja uma inter-relação com outras políticas, fato que torna-se mais grave quando se constata que a responsabilidade pelo custeio desses benefícios não é transferida para toda a sociedade, mas apenas para uma parte dela, com conseqüências que têm sido menosprezadas pelos poderes constituídos. A política de acessibilidade social aos transportes permite investír-se em grupos marginalizados socialmente - através da gratuidade c do desconto - de modo a contribuir para a emancipação social destes segmentos, vale dizer, sua efetiva conquista da cidadania. Além disso, o falo de existirem categorias contempladas com o beneficio da gratuidade que não se caracterizam como segmentos socialmente marginalizados sugere que a política de acessibilidade social tem atendido a interesses diversos. Ao se reformular a política de acessibilidade social aos traasportes, para as pessoas com deficiência ou doença, será necessário não fazê-lo estritamente sob a ótica utilitarista sob o risco de afastar do seu uso exatamente as pessoas que mais dele necessitam.
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    Buracos no desenvolvimento : um estudo sobre a qualidade da infraestrutura rodoviária de Minas Gerais em comparação aos demais estados brasileiros
    (2025) Silva, Mateus Henrique Ribeiro e; Morais, Reinaldo Carvalho de
    A partir da compreensão de que o modal rodoviário é predominante no Brasil, tanto no transporte de pessoas quanto de cargas, é importante que a Administração Pública reconheça a importância de sua infraestrutura para a sociedade, apoiando-se em dados e evidências para justificar ações de conservação e melhoria na malha rodoviária. Isto posto, a presente pesquisa levanta a evolução histórica da condição das rodovias do estado de Minas Gerais, utilizando os principais indicadores de qualidade rodoviária a nível nacional, de forma a possibilitar comparação com os demais estados do país. Antes da apresentação dos resultados, o estudo também discorre sobre como a infraestrutura rodoviária pode desempenhar um papel determinante no acesso a serviços, mercados e oportunidades, além de representar um pilar fundamental no desenvolvimento econômico de uma localidade. A metodologia adotada combina, além da revisão bibliográfica, a análise de bases de dados oficiais do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER-MG), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e Confederação Nacional dos Transportes (CNT), instituições de grande reconhecimento no que tange à infraestrutura de transportes. Os resultados indicam que, embora Minas Gerais possua uma das maiores extensões rodoviárias do país e muitos esforços tenham sido mobilizados nos últimos anos, sua malha ainda apresenta desafios significativos relacionados ao estado do pavimento, da sinalização, geometria e manutenção das vias. Conclui-se, portanto, que a delicada situação do estado pode interferir no seu pleno desenvolvimento, reforçando desigualdades territoriais e limitando a competitividade de sua economia no cenário nacional e internacional.