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    Política municipal de turismo
    (Fundação João Pinheiro, 2024) Vieira Filho, Nelson A. Quadros (Nelson Antônio Quadros), 1962-; Oliveira, Rafael Almeida de; Imura, Carolina Proietti; Freitas, Valéria Lúcia de Oliveira; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Políticas Públicas; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior, Superintendência de Política Minerária, Energética e Logística; http://lattes.cnpq.br/4314080541935670; http://lattes.cnpq.br/9906110976674766; http://lattes.cnpq.br/6554718545797733; http://lattes.cnpq.br/3009912656758810; -; https://orcid.org/0000-0002-9600-5724; -; -
    Este caderno faz parte de um conjunto de publicações pertencentes ao projeto Sistematização de Metodologias para Planos Diretores Municipais e destina-se a registrar os trabalhos sobre diversas temáticas no âmbito dos planos diretores. Este número aborda a temática turismo, apresentando informações de planejamento e desenvolvimento municipal e a abordagem do turismo nos planos diretores municipais.
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    Mapeando as disparidades de gênero no Brasil : uma adaptação municipal do índice de desigualdade de gênero da ONU
    (2025) Cruz, José Vitor Costa; Gonçalves, Caio César Soares
    A desigualdade de gênero permanece como uma das expressões mais persistentes das disparidades sociais e territoriais no Brasil, revelando o quanto as oportunidades e as condições de vida ainda são distribuídas de forma desigual no país. Este trabalho busca mensurar e analisar essas desigualdades em nível municipal, a partir da adaptação do Gender Inequality Index (GII), elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Parte-se da compreensão de que o desenvolvimento deve ser entendido como a ampliação das liberdades reais das pessoas, tomando a mensuração das desigualdades como meio de interpretar de que forma as estruturas sociais moldam o cotidiano das mulheres brasileiras. A metodologia envolveu a adaptação de um indicador sintético de gênero para os anos de 2010 e 2022, contemplando três dimensões: saúde reprodutiva, empoderamento e participação no mercado de trabalho. Os resultados apontam para a persistência de disparidades regionais e para a continuidade das desigualdades de gênero, mesmo diante de avanços pontuais. As regiões Nordeste e Sul apresentaram os resultados mais favoráveis, seguidas do Sudeste, enquanto o Norte e o Centro-Oeste concentraram os maiores desafios, refletindo desequilíbrios históricos e estruturais no desenvolvimento e no acesso a oportunidades. Ao evidenciar tanto os progressos quanto as limitações, o estudo reforça a importância de aperfeiçoar os indicadores existentes e ampliar a produção de dados para captar de forma mais abrangente as múltiplas dimensões da desigualdade de gênero.