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    A expectativa do professor e o desempenho dos alunos
    (2010) Soares, Tufi Machado; Fernandes, Neimar da Silva; Ferraz, Mariana Santos Botarro; Riani, Juliana de Lucena Ruas
    Este trabalho enfoca dois aspectos fundamentais na interação professor-aluno: a sintonia entre o professor e sua turma, e a expectativa do professor quanto ao desempenho dos alunos. Cruzando-se informações de diferentes instrumentos contextuais, aplicados aos professores e alunos, com os resultados dos testes cognitivos dos alunos, pôde-se identificar os fatores que distorcem a percepção do professor acerca da turma e influenciam sua expectativa. Constatou-se que a expectativa do professor é influenciada por suas percepções em relação ao ambiente escolar e pelas características sociodemográficas dos alunos. Observou-se que a expectativa do professor provoca um impacto positivo na proficiência do aluno, mesmo considerando-se o efeito de variáveis sociodemográficas tradicionalmente associadas ao desempenho. Essas conclusões foram obtidas a partir da construção de modelos hierárquicos.
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    [Alunos do 2° CEA promovido pelo CDA]
    (1974) Autoria desconhecida
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    Modalidades de cursos técnicos e desempenho educacional: um estudo comparativo do perfil sócio econômico e resultados escolares de alunos e egressos de modalidades diversas de cursos técnicos do CEFET-MG
    (Fundação João Pinheiro, 2007) Campos, Rubens Martins; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz; http://lattes.cnpq.br/2084604177044476; Carneiro, Carla Bronzo Ladeira; http://lattes.cnpq.br/2040877413046909; Rocha, Carlos Alberto Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/4416425760508538
    O ciclo de reformas educacionais iniciado no Brasil com a promulgação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LOB), em 1996, desencadeou profundas mudanças estruturais no ensino profissional. Dentre as mudanças mais polemicas, por meio do decreto 2.208/97, promoveu-se a dissociação entre o ensino médio e o curso técnico gerando três novas modalidades destes cursos profissionalizantes; a concomitância interna (Cl), a concomitância externa (CE) e o pós-médio (PM). Em 2004, já no governo Lula, restabeleceu-se a possibilidade de oferta do curso técnico integrado ao ensino médio (INT), mantendo-se as demais modalidades geradas por ocasião da reforma. Atualmente, a opção pela oferta de uma modalidade de curso técnico dentre as 4 (quatro) possíveis, especialmente por parte das instituições públicas, passa por uma escolha política que diz respeito a dois problemas básicos: o perfil dos candidatos que se quer ter e o perfil dos profissionais que se deseja formar. Tais decisões podem ter implicações importantes sobre situações correlacionadas a equidade, eficácia e eficiência do sistema educacional, tais como o perfil socioeconômico familiar dos candidatos, resultados escolares internos dos alunos e resultados escolares externos dos egressos destes cursos. Este trabalho busca contribuir na elucidação destas questões. Para tal propõe-se um estudo comparativo de caso envolvendo egressos e alunos de três modalidades de cursos técnicos oferecidas pelo Centro Federal de Educação Tecnol6gica de Minas Gerais (CEFET-MG): integrado (lNT), em concomitância externa (CE) e em concomitância interna (CI).
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    [Alunos do II PEAP, no dia da formatura]
    (1985-10) Autoria desconhecida