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    A situação das Regiões Geográficas Intermediárias (RGint) segundo a dimensão segurança pública do Índice Mineiro de Responsabilidade Social 2020
    (2023-09-21) Couto, Ester Carneiro do; Prates, Fernando Martins; Souza, Igor Augusto Tadeu de; Silva, Max Melquiades da; Nogueira, Olinto José Oliveira; Pereira, Priscilla de Souza da Costa; Castilho, Vera Scarpelli; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Indicadores Sociais; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5751517347902468; http://lattes.cnpq.br/8096743091140912; http://lattes.cnpq.br/2307714470988099; http://lattes.cnpq.br/5624247693651969; http://lattes.cnpq.br/0569026839309570; http://lattes.cnpq.br/0914287293366172; http://lattes.cnpq.br/9045741324739509; https://orcid.org/0009-0009-3463-3678; -; -; https://orcid.org/0000-0003-3372-8615; -; https://orcid.org/0009-0001-7990-4701; -
    O informativo FJP analisa a situação das Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Minas Gerais, com base no Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), especificamente na dimensão Segurança Pública. O estudo classifica os municípios em "carentes" e "afluentes" conforme seu desempenho em três indicadores: taxa de homicídios dolosos, taxa de crimes violentos contra o patrimônio e proporção de habitantes por policial militar. O documento destaca as disparidades regionais, identificando as RGInt com maiores desafios em segurança pública, como Belo Horizonte, que concentra altos percentuais de municípios carentes, e contrasta com regiões como Barbacena e Pouso Alegre, que apresentam melhores resultados. Além disso, ressalta a importância de analisar os indicadores individualmente para orientar políticas públicas, visto que o IMRS é um índice sintético e não absoluto. A publicação serve como ferramenta para diagnóstico e planejamento, enfatizando a necessidade de abordagens específicas para cada realidade municipal.
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    Como se define e se contabiliza a letalidade policial no Brasil: um campo em disputa
    (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2022) Nascimento, Luís Felipe Zilli do; Bueno, Samira
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    As estatísticas de segurança, a Fundação João Pinheiro e a gestão pública
    (Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2022) Batitucci, Eduardo Cerqueira
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    Impactos da estrutura etária em indicadores de educação no Brasil, 1991
    (2001) Riani, Juliana de Lucena Ruas
    O artigo analisa a relação existente entre o tamanho relativo da população em idade escolar e a quantidade e qualidade do ensino fundamental no Brasil, através de uma análise cross section dos municípios brasileiros no ano de 1991, utilizando como referência metodológica o trabalho de Schultz (1987). Desta forma, avalia-se se a queda da fecundidade, com alterações na razão de dependência, terá um impacto positivo na quantidade e na qualidade do ensino brasileiro. O trabalho faz também uma análise descritiva dos estados e municípios levando em consideração alguns indicadores educacionais, permitindo estudar as particularidades destes indicadores. Conclui que uma queda da fecundidade e, consequentemente, uma diminuição proporcional na população jovem trarão impactos positivos no sistema educacional, proporcionando um aumento da cobertura do ensino público e uma melhora na sua qualidade.
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    Déficit habitacional e inadequação de moradias no Brasil
    (2021) Santos, Eleonora Cruz; Antunes, Fernanda; Lacerda, Gabriel do Carmo; Aguiar, Izabella Leal Miranda de; Parga, João Pedro Figueira Amorim; Sousa, Rafael Silva e; Santos, Renato Vale; Pimenta, Iracy Silva; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5278328376647235; -; http://lattes.cnpq.br/4451876345367485; http://lattes.cnpq.br/5021847910538241; http://lattes.cnpq.br/8639351648030747; http://lattes.cnpq.br/4394238083009991; http://lattes.cnpq.br/2700449363826495; -; -; https://orcid.org/0000-0002-8933-1150; https://orcid.org/0000-0003-0032-1536; -; -; https://orcid.org/0009-0003-1790-9034; Ferreira, Frederico Poley Martins; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1448397981510363; https://orcid.org/0000-0003-2103-3306
    O presente relatório técnico apresenta a metodologia e a conceituação utilizadas para o cálculo do déficit habitacional e da inadequação de moradias no Brasil, compreendendo o período de 2016 a 2019. O documento detalha os componentes do déficit, estratificados em habitação precária, coabitação e ônus excessivo com aluguel urbano, utilizando bases de dados como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) e o Cadastro Único. Adicionalmente, o estudo define os critérios para a classificação da inadequação domiciliar, considerando aspectos de infraestrutura urbana, carências edilícias e regularização fundiária. A publicação visa fornecer um diagnóstico estruturado das carências habitacionais para orientar o planejamento e a implementação de políticas públicas no setor habitacional.
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    Mapeando as disparidades de gênero no Brasil : uma adaptação municipal do índice de desigualdade de gênero da ONU
    (2025) Cruz, José Vitor Costa; Gonçalves, Caio César Soares
    A desigualdade de gênero permanece como uma das expressões mais persistentes das disparidades sociais e territoriais no Brasil, revelando o quanto as oportunidades e as condições de vida ainda são distribuídas de forma desigual no país. Este trabalho busca mensurar e analisar essas desigualdades em nível municipal, a partir da adaptação do Gender Inequality Index (GII), elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Parte-se da compreensão de que o desenvolvimento deve ser entendido como a ampliação das liberdades reais das pessoas, tomando a mensuração das desigualdades como meio de interpretar de que forma as estruturas sociais moldam o cotidiano das mulheres brasileiras. A metodologia envolveu a adaptação de um indicador sintético de gênero para os anos de 2010 e 2022, contemplando três dimensões: saúde reprodutiva, empoderamento e participação no mercado de trabalho. Os resultados apontam para a persistência de disparidades regionais e para a continuidade das desigualdades de gênero, mesmo diante de avanços pontuais. As regiões Nordeste e Sul apresentaram os resultados mais favoráveis, seguidas do Sudeste, enquanto o Norte e o Centro-Oeste concentraram os maiores desafios, refletindo desequilíbrios históricos e estruturais no desenvolvimento e no acesso a oportunidades. Ao evidenciar tanto os progressos quanto as limitações, o estudo reforça a importância de aperfeiçoar os indicadores existentes e ampliar a produção de dados para captar de forma mais abrangente as múltiplas dimensões da desigualdade de gênero.