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Item Proposta para índices de preços na agropecuária(1992) Oleto, Ronaldo RonanEstudo que visa contribuir teoricamente para a formulação de índices de preços dos produtos e serviços vendidos pelos agropecuaristas. Define o índice de preços recebidos (IPR) e o índice de preços pagos (lPP). Faz considerações sobre os seus objetivos e sua construção. Mostra a aplicação de tais índices no estado de Minas Gerais. A metodologia empregada se pauta pela teoria estatística dos números - índices. Propõe a construção de um banco de dados que mantivesse atualizados os preços dos produtos agropecuários praticados no produtor, no atacadista e no varejista, bem como os preços de insumos ao nível de varejo.Item Os problemas da comercialização de hortigranjeiros na região metropolitana de Belo Horizonte(1993) Rezende, João Batista; Castro, Alcione Ribeiro; Starling, Mônica Barros de LimaO abastecimento urbano tem-se tornado, nos anos recentes, questão de extrema relevância, tendo em vista o crescimento e o empobrecimento das populações no entorno dos grandes centros urbanos do país, ampliando o já elevado déficit alimentar. O Brasil está entre os cinco países com maiores problemas de desnutrição entre sua população. No entanto, somente a partir do final da década de sessenta é que se inicia o movimento de implantação das centrais de abastecimento, ainda restrito às capitais. Os mercados existentes localizavam-se então nas áreas centrais das grandes cidades, criando problemas para sua expansão física, pois não permitiam o controle e o acompanhamento das quantidades e preços dos produtos comercializados. A maior parte dos produtos comercializados na CEASA/MG - Unidade Grande BH é produzida no Estado de Minas Gerais. Os produtos com elevado índice de perecibilidade, como as folhosas e algumas das hortaliças-fruto, são procedentes da Região Central, com grande concentração na RMBH. As outras regiões produtoras mais importantes são: o Sul de Minas, no fornecimento de batata-lisa e banana-prata; o Alto Paranaíba, no fornecimento da cenoura; o Rio Doce, que tem participação significativa na comercialização de quiabo e jiló-comprido; e o Norte de Minas, no fornecimento de banana-nanica.