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    Gestão de competências nas relações de trabalho: o que pensam os sindicalistas?
    (2012) Cruz, Marcus Vinícius Gonçalves da; Sarsur, Amyra Moyzés; Amorim, Wilson Aparecido Costa de
    O cenário macroeconômico no Brasil tem apontado para melhorias no mercado de trabalho e indicadores de emprego e renda, contexto que deveria favorecer a ação sindical. O que se observa, entretanto, é a manutenção de parâmetros tradicionais nas relações de trabalho. Este artigo objetiva analisar, sob a distinta ótica dos sindicatos, em que medida a implantação dos sistemas de gestão de competências tem sido objeto de ação sindical, tendo em vista sua adoção por boa parte das grandes organizações, e o fato de esta ser considerada uma ferramenta moderna de gestão empresarial e de pessoas. A abordagem metodológica privilegiou o enfoque qualitativo, utilizando pesquisa documental e de campo. As etapas de pesquisa constaram de: (a) levantamento bibliográfico; (b) consulta a bases de dados relacionais; (c) realização de painel de especialistas; e (d) grupo de foco. Os resultados apontam que a gestão de competências é um termo ausente nas negociações coletivas e desconhecido pelos sindicatos, reduzindo-se a ações de identificação e combate ao assédio moral e a metas abusivas, pauta central de reivindicações. Na mesma medida, o Estado não assume seu papel como agente indutor da melhoria das competências, e as organizações mantêm sua ação imperativa sobre os trabalhadores.
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    Retorno salarial da educação no Espírito Santo
    (2023) Rocha, Antonio Ricardo Freislebem da; Castro, Magnus William de; Sousa, Raimundo Leal
    Este estudo analisou o retorno do rendimento do trabalho no mercado de trabalho do Espírito Santo entre 2012 e 2019. Foram utilizados dados da PNAD-Contínua do IBGE e metodologias que mitigaram o viés de seleção e a endogeneidade da variável educação. Os resultados confirmaram os pressupostos da Teoria do Capital Humano e Teoria da Sinalização. A análise comprovou que o impacto da educação sobre os rendimentos do trabalho se tornou cada vez mais acentuado à medida que mais anos de escolaridade são acumulados pelo indivíduo, ao analisar conjuntamente os ganhos em virtude dos anos adicionais de escolaridade e a conclusão dos ciclos educacionais e demonstrou a importância de políticas públicas que incentivem a permanência dos alunos na escola e a atração de adultos para as salas de aula.