FJP - GRUPO DE PESQUISA "NÚCLEO DE ANÁLISE INSUMO-PRODUTO E ECONOMIA REGIONAL" (NAIPER)
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Navegando FJP - GRUPO DE PESQUISA "NÚCLEO DE ANÁLISE INSUMO-PRODUTO E ECONOMIA REGIONAL" (NAIPER) por Autor "Franco, Marco Paulo Vianna"
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Item Carbon emissions from fuel combustion in the economy of the State of Minas Gerais, Brazil (2005-2016)(2020) Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Carvalho, Terciane Sabadini; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Morais, Reinaldo Carvalho deO trabalho avalia emissões de carbono na economia do Estado de Minas Gerais a partir daqueima de combustíveis fósseis (2005–2016). Foi utilizado um modelo insumo-produto aberto deLeontief com unidades híbridas e incorporação de um setor energético com base nas matrizes deinsumo-produto estaduais e fluxos energéticos por setor econômico. “Transporte, armazenageme correio”, “Fabricação de derivados do petróleo e álcool” e “Metalurgia” mantiveram-se comoos setores mais relevantes no período em termos de emissões.Impactos totais e distributivosdecresceram entre 2005 e 2013, com reversão dessa tendência entre 2013 e 2016. Em adição aesses setores, a “Indústria Extrativa Mineral” e a “Agricultura, silvicultura e exploração florestal”se destacaram como fontes de emissões embutidas em exportações. Houve uma redução deaproximadamente 20% nos requisitos médios por setor e requisitos agregados de emissões,apesar do crescimento substancial da economia mineira no período. Entretanto, tais ganhosapresentaram retornos decrescentes, o que, em conjunto com a reversão da tendência ao finaldo período, aponta para o papel de fatores macroeconômicos específicos sobre os resultados e para a necessidade de novas iniciativas para a mitigação de emissões no futuro.Item Carências habitacionais no Brasil e na América Latina: o papel do ônus excessivo com aluguel urbano(PUC Minas, 2019) Viana, Raquel de Mattos; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Luiza de Marilac de; Miranda-Ribeiro, Adriana deA última década no Brasil foi marcada por grandes investimentos no setor imobiliário, incluindo a construção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda. A despeito do volume de investimentos, a análise dos indicadores das carências habitacionais que pautaram as políticas públicas revela uma relativa persistência do chamado déficit habitacional. A análise deste indicador no período de 2007 a 2014 mostra que, dos quatro componentes que o integram, um tem chamado a atenção pelo seu crescimento: o ônus excessivo com aluguel urbano. Com o intuito de compreender o comportamento dos componentes do déficit habitacional e, em particular do ônus excessivo com aluguel urbano, o presente artigo traz uma reflexão conceitual do indicador à luz do referencial teórico da ecologia política urbana e de uma análise comparativa entre as metodologias de cálculo do déficit habitacional em países latino-americanos. A reflexão proposta neste trabalho pretende contribuir com a revisão crítica do indicador e aprimoramento do cálculo das carências habitacionais no Brasil.Item Evolução da intensidade de emissões de carbono na economia do estado de Minas Gerais, 2005-2013(Fundação João Pinheiro, 2018-11) Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Morais, Reinaldo Carvalho deO trabalho teve como objetivo avaliar a evolução da intensidade de emissões de gases de efeito estufa na economia do Estado de Minas Gerais a partir da queima de combustíveis entre os anos de 2005 e 2013. Para tanto, foi utilizado um modelo insumo-produto aberto de Leontief com unidades híbridas e incorporação de um setor energético, com base nas matrizes de insumo-produto estaduais de 2005, 2008 e 2013 e nos dados energéticos disponíveis no Balanço Energético do Estado de Minas Gerais. De forma geral, os resultados apontaram que os setores "transporte, armazenagem e correio", "fabricação de derivados do petróleo e álcool", "fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos", "metalurgia" e "fabricação de produtos de minerais não-metálicos" mantiveram-se como os mais relevantes no período em termos de emissões. Os mesmos setores apresentaram também as maiores quantidades de emissões embutidas nas exportações internacionais por unidade monetária de venda.Item Impacto positivo da cafeicultura sobre o crescimento do valor adicionado da agropecuária de Minas Gerais em 2016(2016) Almeida, Thiago Rafael Corrêa de; Franco, Marco Paulo ViannaEste artigo tem o propósito de contextualizar o desempenho da agropecuária mineira no curto prazo (2° Trimestre de 2016) e antecipar, em alguma medida, o prognóstico para o comportamento do setor para o restante do ano de 2016. Para alcançar o objetivo foram utilizados os dados do IBGE do Levantamento Sistemático de Produção Agrícola (LSPA) e da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), os dados do CEPEA do último relatório do PIB do Agronegócio de Minas Gerais, os dados da evolução de preços do IEA e de outros institutos e os próprios dados do Sistema de Contas Trimestrais produzidos pela Fundação João Pinheiro (FJP). Como resultado, ficou evidenciado que a safra de café arábica, de soja e, em menor magnitude, da batata-inglesa (segunda safra) e da cana-de-açúcar foram determinantes para o resultado favorável da agropecuária mineira no 2° Trimestre de 2016. Além disso, a expectativa é positiva para o restante do ano em virtude da influência da cafeicultura novamente no resultado agregado do 3° Trimestre, mesmo com o desempenho desfavorável da bovinocultura de corte e da pecuária leiteira.Item Nível de atividade econômica em Minas Gerais [ano 11, n. 1](2018) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Franco, Marco Paulo Vianna; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Almeida, Thiago Rafael Corrêa deNesta seção do relatório de análise da conjuntura econômica de Minas Gerais, são apresentados e discutidos os dados referentes aos nove setores de atividade do PIB Trimestral: a agropecuária; a extração mineral; a indústria de transformação e seus principais ramos de produção; a indústria da construção; as utilidades públicas de produção e distribuição de eletricidade, água, esgoto, limpeza urbana e saneamento; o comércio; os transportes e armazenagem; o conjunto de outros serviços do setor privado; e a administração pública.Item Setores chave da economia de Minas Gerais em 2013(Fundação João Pinheiro, 2018-11) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Franco, Marco Paulo Vianna; Leal Filho, Raimundo de Sousa; Morais, Reinaldo Carvalho deO trabalho teve como objetivo avaliar as relações intersetoriais da economia de Minas Gerais para o ano de 2013. Para tanto, utilizou-se o modelo insumo-produto aberto e fechado de Leontief e os cálculos dos índices de interligação Rasmussen-Hirschman, os índices puros de ligação e os campos de influência bem como os multiplicadores de impacto da renda do trabalho, do emprego, do valor adicionado e do ICMS. Os setores chave da economia que prevaleceram nos indicadores Rasmussen-Hirschman e índices puros de ligação são (i) agricultura, inclusive o apoio à agricultura e a pós-colheira (ii) produção de ferrogusa/ferroligas, siderurgia e tubos de aço sem costura (iii) transportes. Os setores que aparecem entre os dez que geraram maior impacto total sobre a renda do trabalho e emprego figuram no grupo dos serviços e da indústria de transformação. Com relação ao efeito multiplicador sobre os impostos líquidos de subsídios destacam-se setores da indústria.Item Setores-chave da economia de Minas Gerais em 2008(Instituto de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia (IERI-UFU), 2017) Souza, Carla Cristina Aguilar de; Gonçalves, Caio César Soares; Franco, Marco Paulo ViannaEste trabalho teve como objetivo identificar setores-chave da economia mineira para o ano de 2008 e analisar o impacto dos diversos setores via cálculo de multiplicadores, contribuindo com ferramentas úteis à elaboração de políticas públicas. A partir da matriz de insumo-produto de 2008 e dos modelos aberto e fechado de Leontief, foi possível apontar setores-chave com base em três metodologias diferentes: índices de interligação de Rasmussen-Hirschman, campos de influência e índices puros de ligação. Em relação aos multiplicadores, foram abordados os impactos sobre a renda do trabalho, emprego, valor adicionado e impostos (ICMS e IPI).Item Usos consuntivos del agua en Minas Gerais: una aplicación de matrices híbridas insumo-producto (2005-2016)(Red Iberoamericana de Economía Ecológica (REDIBEC), 2021) Franco, Marco Paulo Vianna; Souza, Carla Cristina Aguilar de; Almeida, Thiago Rafael Corrêa deO trabalho teve como objetivo avaliar a evolução dos usos consuntivos da água na economia do estado de Minas Gerais entre 2005 e 2016. Foi utilizado um modelo insumo-produto aberto de Leontief com unidades híbridas e incorporação de um setor hídrico, com base nas matrizes de insumo-produto estaduais de 2005, 2008, 2013 e 2016 e nos dados de retirada de água disponibilizados pela Agência Nacional de Águas. Os resultados mostram que houve redução dos requerimentos hídricos totais por setor e de forma agregada. Os destaques em termos de intensidade de retiradas, elos intersetoriais e/ou água virtual embutida nas exportações foram “agricultura, silvicultura e exploração florestal”, “indústria extrativa mineral”, “fabricação de alimentos”, “eletricidade, gás, água e limpeza urbana” e “metalurgia”. A agricultura, além de líder em retiradas de água em termos absolutos, apresentou os maiores impactos enquanto ofertante e demandante de produtos, os quais se tornaram maiores ao longo do período. O aumento da participação de grandes lavouras irrigadas, mais especificamente o plantio da cana-de-açúcar, foi levantado como hipótese que explicaria esses resultados e direcionaria políticas para a redução da pressão sobre os recursos hídricos estaduais.