FJP - TESTE RELATÓRIOS (FJP02)
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Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisDiferentemente da grande maioria das cidades, Belo Horizonte não surgiu do livre movimento das forças econômicas e sociais, mas de uma vontade política, ou seja, da iniciativa de um grupo dirigente que, no intuito de demarcar claramente o seu tempo e sua origem, empregou todos os recursos disponíveis na construção de uma capital-símbolo.Republicana, moderna e científica, Belo Horizonte nasceu assim em fins do século XIX com a grande tarefa de materializar ideais, sonhos e esperanças. Sonhos de uma nova arquitetura que se colocava em oposição ao 'Velho e repetitivo estilo colonial"; das ruas largas e das grandes avenidas; da eletricidade, traduzida em iluminação pública e bondes;enfim, dos novos hábitos urbanos. Nesse sentido, uma das particularidades de Belo Horizonte é, portanto, o papel significativo desempenhado pelo poder público desde a sua criação. Segundo a ótica de seus idealizadores e primeiros administradores, era preciso conduzir atentamente tanto a implantação como a consolidação desse novo espaço proposto para ser o centro administrativo e econômico de Minas Gerais. Evidentemente, esse processo não foi linear e nem mesmo unilateral. Desde o seu início, foi claramente marcado pelo embate entre os interesses públicos e privados e pela contradição entre os projetos e as propostas urbanas e a realidade concreta. Este volume busca, então, analisar o papel exercido pelo poder público na configuração do espaço urbano e na conformação arquitetônica de Belo Horizonte a partir de um amplo trabalho de pesquisa e análise de fontes primárias, podendo ser destacados os relatórios administrativos, toda a legislação produzida sobre o tema, além de jornais e diversos textos de época. Em função dos parâmetros e diretrizes adotados no planejamento e condução das políticas públicas, em diferentes momentos da trajetória da cidade, foi proposta uma periodização, dentro da qual foram estruturados os capítulos e a narrativa histórica apresentada neste documento.Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisItem 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisO trabalho enfoca os aspectos que contribuem para uma melhor compreensão do cotidiano de Belo Horizonte, como também das relações entre os diversos movimentos culturais ocorridos ao longo de sua história, sem a pretensão de abordar a vida cultural da cidade de forma minuciosa. Tendo como horizonte os cem anos subsequentes à data de inauguração da cidade (1897), a pesquisa procurou enfocar as múltiplas formas de lazer associadas ao esporte, às atividades literárias, musicais e teatrais, à movimentação dos bares, cafés clubes e cinemas, assim como alguns aspectos considerados relevantes nos movimentos das artes plásticas e da arquitetura. A tentativa de conhecimento desse vasto universo leva em conta a impossibilidade de reconstruí-lo na sua totalidade. Desta forma, este estudo se constrói a partir de alguns fragmentos ou flashes dessa vida cultural, nos seus múltiplos aspectos, buscando recriar cenários significativos da história da cidade.Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisEste volume aborda dois aspectos de significativa importância para a compreensão da imagem do espaço urbano atual. A primeira parte apresenta um quadro no qual estão sintetizadas as principais referências arquitetônicas internacionais e nacionais, assim como os principais momentos que marcaram o universo das artes, desde a virada do século XIX, até os tempos atuais. Consideramos oportuno traçar este panorama, uma vez que a natureza conceituai e prática destas esferas exerceu influências que contribuíram na produção do nosso ambiente edificado. Adotou-se como estratégia uma periodização por conjuntos homegêneos de décadas, consolidando um quadro no qual é possível ter-se uma visão ampliada dos aspectos históricos, de diferentes tempos e lugares, contemplando o dinamismo e a complexidade das experiências correlacionadas com o diagnóstico local. A seleção foi balizada não apenas pelos efeitos visíveis das obras, mas buscando, ainda, marcos teóricos que orientaram as ações tanto dos arquitetos quanto da sociedade em geral. A segunda parte é composta por uma relação dos bens culturais tombados no município de Belo Horizonte, com as respectivas descrições que justificam o seu tombamento, identificando, assim, as tentativas do poder público no sentido de manter o testemunho arquitetônico e espacial, valorizando o legado deixado por nossos ancestrais. Este patrimônio cultural possibilita-nos uma apreensão histórica da Arquitetura da Cidade de Belo Horizonte, representada pela decodificaçâo de parte de nossa produção cultural, ou seja, da preservação de signos que nos permitem a compreensão do espaço urbano e de suas diferentes linguagens, que se acumulam e se combinam, desenhando identidades culturais e denotando caráter aos lugares, tal que, nesse conjunto de bens culturais produzidos pela comunidade, a arquitetura constitui um testamento inequívoco da formação da memória histórica e, por conseguinte, da conformação do espaço urbanizado. As informações aqui apresentadas foram organizadas a partir de dados obtidos na Secretaria Municipal de Cultura - Conselho do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte e de relatórios do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA. Outra fonte de consulta resultou da organização do conhecimento através de vasta bibliografia, que se acha relacionada no volume DA ARQUITETURA, parte integrante desta pesquisa.Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte: v. 4 - parte 1.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisEste volume apresenta uma seqüência temporal, ano a ano, de algumas obras e notícias da estruturação do espaço de Belo Horizonte. São alguns recortes da arquitetura que se fez durante os mais de 100 anos de vida da cidade. A voracidade autofágica do modelo modernizante iniciada com a demolição do antigo Curral D'el Rei, imposto pelo processo político-social, é retratada através de uma amostragem da arquitetura de várias décadas, parte delas permanecendo até o presente. E através da observação das tipologias utilizadas que podemos caracterizar alguns momentos, ao mesmo tempo em que a diversidade, invariavelmente mantida pela inserção de novos esquemas volumétricos e tipológicos, harmonizam o cenário urbano com vários estilos. As notícias foram pesquisadas ano a ano nos arquivos da Hemeroteca do Estado de Minas Gerais e na Coleção Linhares, da Biblioteca Central da Universidade Federal de Minas Gerais. As obras pesquisadas, tiveram como fonte primária os microfilmes da então Secretaria de Atividades Urbanas e PRODABEL. A estas informações foram acrescidas aquelas fornecidas por arquitetos e empresas. Todos os anos foram identificados com alguma obra, muitas vezes não a mais significativa, mas acreditamos serem representativas e simbólicas do momento cultural específico.Item 1º curso de planejamento e gestão em ciência e tecnologia.(Fundação João Pinheiro., 1994) Fundação João PinheiroO 1º curso de planejamento e gestão em ciência e tecnologia foi criado para organizar um curso que promovesse o debate em torno de questões ligadas à produção e demanda do conhecimento científico e tecnológico, para encontrar caminhos que levem à redução da carência de pessoal especializado. Consta 6 cursos onde são discutidos temas peculiares a área citada anteriormente.Item 1º Guia Cultural de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 1997) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisO presente guia tem como objetivo ser um instrumento de consulta prático e útil sobre diversos aspectos da atividade cultural em Belo Horizonte, como por exemplo o patrimônio cultural; a infra-estrutura existente de cinemas, teatros e galerias de arte; os cursos livres e professores nas áreas artístico-culturais; as instituições culturais por exelência como os museus, arquivos, bibliotecas e centros culturais; os grupos ligados à produção cultural; as empresas prestadoras de serviços no mercado dos bens culturais e os artistas, artesãos e técnicos, dentre outros.Item 1º seminário para intercambio de experiência : SIPIE: relatório das palestras e debates sobre o PLAMBEL(1980) Fundação João PinheiroO presente documento apresenta o seminário que teve como objetivos a avaliação da experiência anterior, aprofundar o conhecimento do papel do PLAMBEL no contexto institucional, proporcionar maior integração dos trabalhos, permitindo uma maior percepção de cada técnico sobre sua contribuição individual.Item 2º Plano Integrado de Desenvolvimento do Noroeste Mineiro [manuscrito] : 1º relatório : volume 1 : recursos naturais(1976) Fundação João PinheiroEste relatório de Recursos Naturais é uma síntese das atividades desenvolvidas até 31/07/76 e mostra como estão sendo organizados os trabalhos das diversas equipes e a maneira pela qual estão sendo analisados os estudos já existentes para os diversos setores.Item 2º Plano Integrado de Desenvolvimento do Noroeste Mineiro [manuscrito] : 1º relatório : volume 3 : desenvolvimento social(1976) Fundação João PinheiroO presente trabalho apresenta algumas estimativas preliminares e de caráter geral da dinâmica populacional da Região Noroeste, sem nenhuma pretensão de caráter mais analítico. Estimativas mais precisas e específicas desta população acompanhadas de uma análise mais definitiva serão elaboradas em um trabalho final. Os dados utilizados foram os fornecidos pelo censo demográfico de 1950, 1960 e 1970. Infelizmente não dispomos de dados mais atuais sobre a população da região. O volume apresenta os estudos realizados nas áreas de demografia, educação e saúde para a Região Noroeste do Estado de Minas Gerais. São diagnósticos preliminares e, por conseguinte, não tem pretensão analítica mas sim, objetivam uma primeira visão destes aspectos na Região.Item 2º Plano Integrado de Desenvolvimento do Noroeste Mineiro [manuscrito] : 2º relatório : volume 1 : recursos naturais(1977) Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. Fundação João PinheiroO relatório de recursos naturais do Planororeste II apresenta elementos que possibilitarão uma análise do nível que será alcançado nos diversos estudos e da evolução metodológica. Contém mapas do setor de vegetação, geologia, hidrogeologia, descrição geral dos mapas geomorfológicos a partir de legenda estabelecida. Apresenta-se também o processamento dos resultados das análises químicas, estabelecido a partir do número atual de análise já elaborada.Item 2º Plano Integrado de Desenvolvimento do Noroeste Mineiro [manuscrito] : 2º relatório : volume 1 : recursos naturais : anexo 1(1977) Fundação João PinheiroNeste documento contém mapas - do setor de vegetação, geologia, hidrogeologia, descrição geral dos mapas geomorfológicos a partir de legenda estabelecida - inceridos no relatório de recursos naturais do Planororeste II. **3**/m*gItem 2º Plano Integrado de Desenvolvimento do Noroeste Mineiro [manuscrito] : 2º relatório : volume 2 : setor econômico(1977) Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. Fundação João PinheiroO respectivo relatório corresponde a segunda etapa dos estudos constantes da proposta técnica e objetiva analisar a economia da região Noroeste, no período de 1970/75. Este trabalho é continuação do primeiro volume, o qual procura analisar as mudanças ocorridas e o comportamento dos setores produtivos, como agropecuária, indústria, comércio e serviços bancários.Item 2º Plano Integrado de Desenvolvimento do Noroeste Mineiro [manuscrito] : 2º relatório : volume 3 : desenvolvimento social(1977) Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. Fundação João PinheiroO relatório elabora dois tipos de abordagem. No primeiro caso apresentamos projetos detalhados dos estudos que estão sendo desenvolvidos pela diretoria de programas públicos do Noroeste do Estado, tais como Educação, Medicina Informal, Estudo das Migrações, Formação Histórica da Rede Urbana. A segunda compreende o diagnóstico dos aspectos populacionais da região.Item A ação do PLAMBEL nos municípios(Fundação João Pinheiro, 198-.) Plano Metropolitano de Belo HorizonteO respectivo documento sobre a atuação da PLAMBEL em alguns municípios.Item A área de influência do Aeroporto Metropolitano de Belo Horizonte.(PLAMBEL,, 1981) Plano Metropolitano de Belo HorizonteDocumento aborda iniciativas quanto a criação do Parque Ecológico do Vale do Sumidouro e as áreas de proteção ambiental no entorno do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, na época, Aeroporto Metropolitano de Belo Horizonte.Item A colonização alemã no Vale do Mucuri.(Fundação João Pinheiro,, 1993) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisA relevância deste trabalho reside em sua originalidade. Existem poucos estudos referentes ao processo de imigração e colonização em Minas Gerais e este é, certamente, uma contribuição significativa. Revela-se particulamente importante por tratar de uma região pouco conhecida - o nordeste mineiro. Essa pesquisa baseou-se num levantamento de informações que abrangem o período de 1856, ano da chegada dos primeiros imigrantes, até os dias atuais.Item A colonização alemã no Vale do Mucuri.(1992) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisO relatório que se segue é o primeiro produto da pesquisa, devendo desdobrar-se, ainda, em livro bilíngüe e ilustrado; cartilha com linguagem apropriada aos estudantes de nível médio; e exposição fotográfica.Item A Cultura Organizacional nas instituições públicas do Poder Executivo no estado de Minas Gerais(Fundação João Pinheiro,, 1996) Fundação João Pinheiro. Centro de Desenvolvimento em AdministraçãoO respectivo documento discorre sobre o amadurecimento de políticas de Recursos Humanos, relacionadas ao Estado moderno que existe em um contexto no qual as transformações estruturais são necessárias para que possa haver coerência entre o seu papel social e os resultados dos trabalhos do serviço público.Item A Demanda Ocupacional da Nova Industrialização Mineira(Fundação João Pinheiro,, 1978) Fundação João Pinheiro. Diretoria de Programas PúblicosO respectivo relatório apresenta a pesquisa que a Fundação João Pinheiro vem realizando sobre os tipos de trabalhos e ocupações, que tem o intuito de fornecer maiores informações sobre as especialidades ocupacionais que vem sendo requisitadas pelos diversos ramos industriais, nos diferentes níveis de qualificação.