Responsabilização no contexto do sistema de garantida de direitos de Belo Horizonte: a posição do Conselho Tutelar

dc.contributor.advisor1Menicucci, Telma Maria Gonçalvespt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8388652849956928por
dc.contributor.referee1Carneiro, Carla Bronzo Ladeirapt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2040877413046909por
dc.contributor.referee2Somarriba, Maria das Mercês Gomespt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3149829192330097por
dc.creatorAraújo, Alexandre Rochapt_BR
dc.date.accessioned2016-01-25T14:52:21Z
dc.date.accessioned2023-10-25T12:57:54Z
dc.date.available2010-04-27pt_BR
dc.date.available2023-10-25T12:57:54Z
dc.date.issued2009-07-01pt_BR
dc.description.resumoA construção da cidadania da infância no Brasil se deu dentro do contexto de redemocratização e abertura política pós-ditadura militar. Este processo que ampliou os direitos políticos, direitos civis e ampliou a participação dos cidadãos, colocando-os no caminho da democracia participativa, contribui para a criação de um instrumento legal, o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA (Lei 8.069 de 18 de outubro de 1990), que estabelece a doutrina de proteção integral e prioridade absoluta, reconhece crianças e adolescentes como sujeitos de direitos em condição peculiar de desenvolvimento, atribui ao Estado, à família e a sociedade a responsabilidade de efetivar e garantir direitos, criando para tal compromisso o Conselho Tutelar (CT), como órgão encarregado no Sistema de Garantia de Direitos (SGD), de promover a garantia de direitos e a responsabilização de violadores. O ECA atribui ao CT uma autonomia decisória que só pode ser questionada pelo Juiz da Infância. À luz do conceito de accountability, traduzido por responsabilização, com ênfase em dois aspectos (bidimensional e relacional), comuns a todos os mecanismos de responsabilização estudados, este trabalho tem por objetivo investigar a posição que o CT ocupa no Sistema de Garantia de Direitos de Belo Horizonte, em relação a outros órgãos/agências do sistema de modo a identificar como se processam as relações de responsabilização entre estes órgãos/agências, que instrumentos são utilizados na responsabilização do CT e demais órgãos/agências do sistema e a que mecanismos de responsabilização (vertical, horizontal, societal, hierárquico) estas relações podem ser associadas. A principal questão que orienta este trabalho é: O Conselho Tutelar da capital é responsabilizável, ou seja, é accountable? Para alcançar os objetivos propostos e responder à questão formulada foram utilizadas diferentes estratégias de pesquisa. Em primeiro lugar foi feita uma análise documental (leis e relatórios oficiais de órgãos/agências do Sistema de Garantia da capital). Em segundo lugar foram realizados Grupos Focais com conselheiros tutelares e em terceiro lugar, entrevistas semi-estruturadas com atores não conselheiros tutelares. Estas estratégias permitiram conhecer e analisar a posição do Conselho Tutelar no sistema de Belo Horizonte; as impressões de conselheiros quanto a esta posição e implicações para a responsabilização e, ainda, sistematizar fluxos das relações e instrumentos de responsabilização de órgãos/agências do sistema. Os resultados da pesquisa permitiram perceber que há dificuldades de monitoramento e controle das funções institucionais do Conselho Tutelar por órgãos/agências com competências para tal e avanços no campo normativo no município quanto ao acompanhamento e supervisão das funções administrativas do Conselho Tutelar. As principais conclusões são de que o campo normativo municipal avançou e estabeleceu competências específicas para o acompanhamento das atividades administrativas e funcionais do conselheiro tutelar e que o Conselho Tutelar de Belo Horizonte ocupa uma posição de órgão/agência que responsabiliza outros órgãos/agências do sistema, mais do que é responsabilizado por estes. A conclusão, não obstante, é de que o Conselho Tutelar é accountable.por
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.citationARAÚJO, Alexandre Rocha. Responsabilização no contexto do sistema de garantida de direitos de Belo Horizonte: a posição do Conselho Tutelar. 2009. 114 f. Dissertação (Mestrado em Administração Pública) - Fundação João Pinheiro, Belo Horizonte, 2009.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/tede/296
dc.languageporpor
dc.publisherFundação João Pinheiropor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentAdministração Públicapor
dc.publisher.initialsFJPpor
dc.publisher.programCurso de Mestrado em Administração Públicapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDireitos da criançapor
dc.subjectDireitos do menorpor
dc.subjectEstatuto da Criança e do Adolescentepor
dc.subjectBelo Horizonte (MG)por
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIAL::SERVICO SOCIAL APLICADO::SERVICO SOCIAL DO MENORpor
dc.titleResponsabilização no contexto do sistema de garantida de direitos de Belo Horizonte: a posição do Conselho Tutelarpor
dc.typeDissertaçãopor
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