Arranjos cooperativos intermunicipais: analisando duas experiências cooperativas intermunicipais do Vale do Rio Doce - Ardoce e Cisdoce

dc.contributor.advisor-co1Linhares, Paulo de Tarso Frazão Soarespt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9706726316271452por
dc.contributor.advisor1Oliveira, Fabrício Augusto dept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7892664942521232por
dc.contributor.referee1Menicucci, Telma Maria Gonçalvespt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8388652849956928por
dc.contributor.referee2Machado, José ângelopt_BR
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9345341099863361por
dc.creatorRibeiro, Jamir Calilipt_BR
dc.date.accessioned2016-01-25T14:51:42Z
dc.date.accessioned2023-10-25T12:59:15Z
dc.date.available2009-11-25pt_BR
dc.date.available2023-10-25T12:59:15Z
dc.date.issued2009-08-10pt_BR
dc.description.resumoA presente dissertação analisou dois casos de cooperação intermunicipal, guiando-se pela seguinte pergunta: quais os fatores que induziram e favoreceram a criação e o desenvolvimento de arranjos cooperativos intermunicipais ARDOCE (Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Doce) e CISDOCE (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Rio Doce) entre os entes políticos localizados no Vale do Rio Doce? Essas duas experiências surgiram em contextos político e administrativo diversificados, possuem funções diferenciadas, mas estão situados em uma mesma região, tendo atores políticos similares e o município de Governador Valadares como referência. Para responder essa questão foram abordados os temas do federalismo próprios do arranjo brasileiro, como a alta heterogeneidade dos municípios e o viés descentralizador das políticas públicas nacionais a partir da década de 80, as relações intergovernamentais marcadas pela estratégia da cooperação e os argumentos da Teoria da Ação Coletiva que visam explicar por que as pessoas cooperam. A partir desse arcabouço teórico e dos casos concretos analisados, destacou-se a importância da indução estatal na formação dos arranjos cooperativos em estudo, a importância da manutenção de um agente externo coordenador que incentive e permita o desenvolvimento do arranjo e a necessidade de se adequar o arranjo institucional à heterogeneidade dos atores envolvidos.por
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.citationRIBEIRO, Jamir Calili. Arranjos cooperativos intermunicipais: analisando duas experiências cooperativas intermunicipais do Vale do Rio Doce - Ardoce e Cisdoce. 2009. 118 f. Dissertação (Mestrado em Administração Pública) - Fundação João Pinheiro, Belo Horizonte, 2009.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/tede/257
dc.languageporpor
dc.publisherFundação João Pinheiropor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentAdministração Públicapor
dc.publisher.initialsFJPpor
dc.publisher.programCurso de Mestrado em Administração Públicapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAdministração municipalpor
dc.subjectMunicípiopor
dc.subjectConsórcio intermunicipal de saúdepor
dc.subjectVale do Rio Docepor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICApor
dc.titleArranjos cooperativos intermunicipais: analisando duas experiências cooperativas intermunicipais do Vale do Rio Doce - Ardoce e Cisdocepor
dc.typeDissertaçãopor
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