Resultados de Busca

Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Item
    Análise do fluxo turístico das Unidades Federativas brasileiras a partir dos dados da pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua
    (2024) Sousa, Gabriel Luiz Lisboa de; Gonçalves, Caio César Soares
    Este trabalho analisa o fluxo turístico entre as Unidades Federativas (UFs) brasileiras, utilizando dados da PNADc/IBGE para os anos de 2020, 2021 e 2023. Dada a relevância econômica do turismo para o desenvolvimento brasileiro e a escassez de estudos sobre o fluxo turístico detalhado entre as UFs, esta pesquisa adota uma abordagem exploratória-descritiva para investigar padrões de viagens e caracterizar as UFs como polos emissores ou receptores de turistas. A metodologia se baseia na análise dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) do IBGE. Porém, dado o número baixo de observações amostrais, o problema de precisão das estimativas é superado aplicando uma técnica de acumulação de dados amostrais complexos e realização de ajustes dos pesos amostrais. Os resultados evidenciaram que as Grandes Regiões e UFs brasileiras assumem papéis específicos de acordo com a modalidade de turismo considerada. Estados como São Paulo e Minas Gerais destacaram-se como grandes emissores de turistas, enquanto destinos como o Nordeste, especialmente Bahia e Rio de Janeiro, se afirmaram como principais receptores. O estudo revelou ainda que as viagens a lazer, sobretudo para praias e áreas naturais, predominam no cenário nacional. Por outro lado, regiões como Norte e Centro-Oeste evidenciam características específicas, como a importância do ecoturismo ou do transporte fluvial. Este levantamento contribui para a compreensão das dinâmicas do turismo no Brasil, oferecendo subsídios para a formulação de políticas públicas voltadas para um turismo mais inclusivo e sustentável.
  • Item
    Análise do Perfil Sociodemográfico dos Indivíduos Privados de Liberdade em Minas Gerais
    (2024) Castro, Otávio Balbino de; Gonçalves, Caio César Soares
    Este trabalho analisa o perfil sociodemográfico da população carcerária de Minas Gerais, utilizando dados do Sistema Integrado de Gestão Prisional (SIGPRI) e outras fontes complementares. A pesquisa adotou uma abordagem quantitativa, explorando variáveis como raça, gênero, faixa etária, escolaridade, tipos de crimes predominantes, índices de desenvolvimento humano e renda das regiões de origem dos encarcerados. Os resultados evidenciaram a predominância de jovens negros e pardos, com baixa escolaridade e provenientes de áreas com baixos indicadores socioeconômicos, refletindo desigualdades estruturais e práticas seletivas no sistema penal. Além disso, discutiu-se a qualidade dos dados disponíveis, destacando lacunas de preenchimento e inconsistências que limitam análises mais aprofundadas e a formulação de políticas públicas eficazes. O estudo enfatiza a necessidade de aprimoramento contínuo das bases de dados para garantir análises confiáveis e fundamentar decisões mais inclusivas e justas.
  • Item
    Construção de um índice de gestão de pessoas: o caso da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais
    (2024) Castro, Raissa Maria Miranda de; Gonçalves, Caio César Soares
    Este trabalho de pesquisa abordou a construção de um Índice de Gestão de Pessoas na Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGESP/MG), pertencente à Secretaria de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (SEPLAG/MG), cujo objetivo é mensurar o desempenho dos processos de trabalho na organização por meio da consolidação e integração de dados que antes estavam dispersos, com vistas a melhoria contínua dos processos de trabalho, aos transformá-los em informação estratégica. O IGP foi dividido em quatro dimensões principais: prazos, processos, políticas de gestão de pessoas e satisfação dos usuários. A metodologia englobou a classificação dos indicadores criados, normalização dos dados e análise de sensibilidade. O resultado final indicou consistência no IGP ao se situar dentro do pico da distribuição da análise. A escala do IGP foi dividida em zonas categorizadas como: crítica, de aperfeiçoamento, qualidade e eficiência, para que a interpretação fosse facilitada. Pode-se concluir que a construção do IGP na SUGESP é uma ferramenta formal consistente capaz de nortear decisões estratégicas dentro da organização, bem como primar pela melhoria contínua dos processos de trabalho ao possibilitar a identificação de pontos de atenção e de excelência nestes processos.