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    Análise do Perfil Sociodemográfico dos Indivíduos Privados de Liberdade em Minas Gerais
    (2024) Castro, Otávio Balbino de; Gonçalves, Caio César Soares
    Este trabalho analisa o perfil sociodemográfico da população carcerária de Minas Gerais, utilizando dados do Sistema Integrado de Gestão Prisional (SIGPRI) e outras fontes complementares. A pesquisa adotou uma abordagem quantitativa, explorando variáveis como raça, gênero, faixa etária, escolaridade, tipos de crimes predominantes, índices de desenvolvimento humano e renda das regiões de origem dos encarcerados. Os resultados evidenciaram a predominância de jovens negros e pardos, com baixa escolaridade e provenientes de áreas com baixos indicadores socioeconômicos, refletindo desigualdades estruturais e práticas seletivas no sistema penal. Além disso, discutiu-se a qualidade dos dados disponíveis, destacando lacunas de preenchimento e inconsistências que limitam análises mais aprofundadas e a formulação de políticas públicas eficazes. O estudo enfatiza a necessidade de aprimoramento contínuo das bases de dados para garantir análises confiáveis e fundamentar decisões mais inclusivas e justas.
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    Construção de um índice de gestão de pessoas: o caso da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais
    (2024) Castro, Raissa Maria Miranda de; Gonçalves, Caio César Soares
    Este trabalho de pesquisa abordou a construção de um Índice de Gestão de Pessoas na Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGESP/MG), pertencente à Secretaria de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (SEPLAG/MG), cujo objetivo é mensurar o desempenho dos processos de trabalho na organização por meio da consolidação e integração de dados que antes estavam dispersos, com vistas a melhoria contínua dos processos de trabalho, aos transformá-los em informação estratégica. O IGP foi dividido em quatro dimensões principais: prazos, processos, políticas de gestão de pessoas e satisfação dos usuários. A metodologia englobou a classificação dos indicadores criados, normalização dos dados e análise de sensibilidade. O resultado final indicou consistência no IGP ao se situar dentro do pico da distribuição da análise. A escala do IGP foi dividida em zonas categorizadas como: crítica, de aperfeiçoamento, qualidade e eficiência, para que a interpretação fosse facilitada. Pode-se concluir que a construção do IGP na SUGESP é uma ferramenta formal consistente capaz de nortear decisões estratégicas dentro da organização, bem como primar pela melhoria contínua dos processos de trabalho ao possibilitar a identificação de pontos de atenção e de excelência nestes processos.