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    Modelo conceitual de sustentabilidade cultural para patrimônios culturais da humanidade a partir da experiência da visitação
    (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo, 2024) Oliveira, Rafael Almeida de; Porto, Renata Maria Abrantes Baracho; Cantoni, Lorenzo
    A definição de sustentabilidade cultural em patrimônios culturais focados no turismo permanece ambígua. Este estudo procura explorar como a integração dos princípios de sustentabilidade cultural pode melhorar a gestão de tais locais a partir das visitações. Empregando a metodologia Action Design Research (ADR), foi desenvolvido um modelo conceitual em quatro estágios. A fase inicial envolveu o diagnóstico do problema através de uma revisão abrangente da literatura, uma pesquisa quantitativa que avaliou as perspectivas dos gestores dos Patrimônios Culturais da Humanidade (PCH) e uma análise qualitativa dos comentários de visitantes em PCH coletados da plataforma TripAdvisor. Posteriormente, foi formulado um modelo conceitual proposto na segunda etapa, que foi então testado e validado durante a terceira fase de implementação. Foram realizadas entrevistas com gestores e especialistas em patrimônio, juntamente com uma avaliação dos aspectos de sustentabilidade cultural dentro de patrimônios culturais, utilizando técnicas de observação participante. Em última análise, o estudo discerniu o papel da cultura no paradigma de sustentabilidade dos PCH, elaborou uma definição e desenvolveu um modelo conceitual a esta questão a partir da ótica da visitação
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    Descentralização: um paralelo entre os circuitos turísticos de Minas Gerais e o modelo francês de regionalização do turismo
    (2008) Oliveira, Rafael Almeida de; Brasil, Flávia de Paula Duque; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz; Rocha, Jussara
    Esse trabalho realizou uma análise dos temas descentralização e regionalização dentro do contexto do turismo. Para tanto, foi feito um paralelo entre dois modelos de regionalização do turismo: o sistema francês e o programa de Circuitos Turísticos de Minas Gerais baseado no primeiro. O principal objetivo foi avaliar quais eram as principais semelhanças e diferenças entre ambos os sistemas e verificar os resultados da implementação de uma mesma política de turismo em duas realidades distintas. Foram consultadas pesquisas já realizadas sobre o sistema francês e o programa mineiro, além de um levantamento documental, coleta de dados estatísticos em instituições de reconhecimento nacional e internacional e entrevistas com gestores da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (Setur). Os resultados mostraram que apesar do programa de Circuitos Turísticos possuir uma maior grau de descentralização e autonomia dos poderes locais em relação ao sistema francês, essas características ainda não conseguiram resultar num maior desenvolvimento regional. Houve um avanço na participação local e consolidação das redes turísticas em Minas Gerais, mas a dificuldade de mobilização e a fragilidade das relações entre os participantes dos Circuitos ainda se demonstram como empecilho para o sucesso dessas associações.