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    Boletim epidemiológico e assistencial Covid-19, n. 13
    (2022-07-02) Silveira, Glauber Flaviano; Minas Gerais. Secretaria da Saúde; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989
    O Boletim Epidemiológico e Assistencial Covid-19, edição especial nº 13, elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, em conjunto com a Fundação João Pinheiro, apresenta uma análise da situação da pandemia de COVID-19 no estado de Minas Gerais até a 26ª semana epidemiológica de 2022. A publicação oferece uma leitura territorializada da evolução de casos e óbitos, com destaque para as Macrorregiões de Saúde e municípios selecionados. O objetivo é subsidiar a tomada de decisões por parte de gestores públicos e profissionais da saúde, orientando estratégias de controle e prevenção e controle da doença. A abordagem regional e por porte populacional permite identificar tendências específicas, contribuindo para o planejamento de políticas públicas alinhadas à realidade local. O boletim também reforça a importância do monitoramento contínuo da pandemia para a proteção da população mineira.
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    Mercado de trabalho : Pnad Contínua (3º trim. 2023) e novo Caged (set. 2023)
    (2023-11-24) Silveira, Glauber Flaviano; Souza, Nícia Raies Moreira de; Souza, Plínio de Campos; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Estudos Populacionais; Minas Gerais. Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social. Subsecretaria de Trabalho e Emprego; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/3103584992491024; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; https://orcid.org/0009-0008-0675-9903
    Esta edição tem como foco o acompanhamento de indicadores conjunturais do mercado de trabalho a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e informações disponibilizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego por intermédio do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Dados referentes ao 3º trimestre de 2023.
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    Mercado de trabalho : Pnad Contínua (1º trim. 2024) e novo Caged (mar. 2024)
    (2024-05-21) Silveira, Glauber Flaviano; Souza, Nícia Raies Moreira de; Souza, Plínio de Campos; Paula, Rafaela Rodrigues de; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Estudos Populacionais; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/3103584992491024; http://lattes.cnpq.br/7669416946157276; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; https://orcid.org/0009-0008-0675-9903; https://orcid.org/0000-0003-1978-2199
    Esta edição tem como foco o acompanhamento de indicadores conjunturais do mercado de trabalho a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e informações disponibilizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego por intermédio do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). Dados referente ao 1º trimestre de 2024.
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    PIB trimestral de Minas Gerais : 2º trimestre de 2024
    (Fundação João Pinheiro, 2024-09) Silveira, Glauber Flaviano; Cruz, Lívia Cristina Rosa; Gontijo, Marilene Cardoso; Silva, Max Melquiades da; Santos, Regis Costa; Almeida, Thiago Rafael Corrêa de; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Contas Regionais; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; http://lattes.cnpq.br/4043629825660645; http://lattes.cnpq.br/5476954277205962; http://lattes.cnpq.br/5624247693651969; http://lattes.cnpq.br/4217743961517380; http://lattes.cnpq.br/8181602693238908; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989; -; -; -; -; https://orcid.org/0000-0002-0626-7385; -
    O documento apresenta o relatório trimestral do Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais referente ao segundo trimestre de 2024, elaborado pela Fundação João Pinheiro. O estudo aborda a performance econômica do estado, com análises comparativas em relação a trimestres anteriores e ao mesmo período do ano anterior, além de resultados acumulados ao longo do semestre e dos últimos quatro trimestres. São destacados os setores da agropecuária, indústria e serviços, com ênfase em subsetores como construção civil, energia e saneamento, e comércio. O relatório também inclui valores correntes do PIB e considerações metodológicas sobre o cálculo e ajustes sazonais. A publicação visa fornecer informações econômicas conjunturais para subsidiar análises e decisões, respeitando as diretrizes do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais.
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    PIB trimestral de Minas Gerais : 4º trimestre de 2023
    (Fundação João Pinheiro, 2024) Silveira, Glauber Flaviano; Cruz, Lívia Cristina Rosa; Gontijo, Marilene Cardoso; Silva, Max Melquiades da; Santos, Regis Costa; Almeida, Thiago Rafael Corrêa de; Pereira, Aline de Faria; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Contas Regionais; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9303058581414782; http://lattes.cnpq.br/4043629825660645; http://lattes.cnpq.br/5476954277205962; http://lattes.cnpq.br/5624247693651969; http://lattes.cnpq.br/4217743961517380; http://lattes.cnpq.br/8181602693238908; -; https://orcid.org/0000-0002-9525-7989; -; -; -; -; https://orcid.org/0000-0002-0626-7385; -
    O relatório apresenta informações econômicas conjunturais de autoria institucional, destacando o Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais no 4º trimestre de 2023. São analisadas diversas taxas: a taxa trimestre contra trimestre imediatamente anterior (com ajuste sazonal); a taxa trimestral em relação ao mesmo trimestre do ano anterior; a taxa acumulada nos últimos quatro trimestres (em relação ao mesmo período do ano anterior) e a taxa acumulada ao longo do ano (em relação ao mesmo período do ano anterior). Além disso, são exibidos os valores correntes e realizadas algumas considerações. O PIB trimestral de Minas Gerais é calculado pela Fundação João Pinheiro por meio da Coordenação de Contas Regionais da Diretoria de Estatística e Informações (Direi), com uma metodologia própria. Os resultados apresentados são preliminares e sujeitos a revisão.
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    Administração de materiais no estado de Minas Gerais: um estudo de caso na Fundação Ezequiel Dias
    (2023) Gonçalves, Diogo Augusto Fonseca; Coelho, Henrique Breguez Gonçalves Gomes Pinto; Coelho, Henrique Breguez Gonçalves Gomes Pinto; Martins, Carla Carvalho; Paula Neto, Frederico Martins de
    A presente pesquisa trata-se de um estudo de caso sobre a logística no setor público, com foco na análise da Fundação Ezequiel Dias (Funed), destacando seus processos de planejamento, aquisição e administração de materiais. A metodologia possui natureza qualitativa e descritiva, e se utiliza de análise documental e entrevistas semiestruturadas com servidores da instituição. A pesquisa revela que a administração de materiais na Funed envolve desafios relacionados a gestão de processos, tecnologias, cultura organizacional e disfunções típicas de instituições públicas brasileiras. Problemas como descontinuidade político-administrativa e disfunções burocráticas foram identificados, bem como sai influência no modelo de gestão de materiais. As conclusões ressaltam a importância do planejamento estratégico da Funed e apontam desafios como a fragilidade dos processos, destacando a necessidade de medidas corretivas. Por fim no estudo são propostas estratégias para superar desafios típicos da burocracia pública, e enfatiza a relevância do planejamento na gestão da cadeia de suprimentos.
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    Análise das vulnerabilidades e das capacidades de gestão de riscos de desastres socioambientais hidrogeoclimáticos: contribuições para se construir resiliência nos municípios de Minas Gerais
    (2024) Ribeiro, Carolina Gomes; Saraiva, Ágnez de Lélis
    A intensificação dos desastres socioambientais no mundo, impulsionada pelas mudanças climáticas e pela ocupação desordenada de áreas de risco, expõe a insuficiência das ações estatais na prevenção, mitigação e preparação para esses eventos. Minas Gerais, em particular, se destaca no número de desastres hidrogeoclimáticos, com impactos humanos e materiais relevantes para a administração pública e para a sociedade mineira. Trata-se, portanto, de um problema público e, nesse contexto, as administrações públicas municipais desempenham um importante papel no seu enfrentamento, uma vez que os desastres e seus impactos ocorrem em seus territórios. Isso evidencia a necessidade de políticas públicas eficazes e reforça a importância da gestão de riscos de desastres como um caminho essencial para fortalecer suas capacidades e reduzir as vulnerabilidades locais. Assim, este estudo possui o objetivo de analisar as vulnerabilidades e as capacidades dos municípios mineiros para a Gestão de Riscos de Desastres (GRD) socioambientais hidrogeoclimáticos, com a finalidade de contribuir para a construção de resiliência no estado de Minas Gerais. Ele parte da hipótese de que a ineficiência das políticas públicas municipais, sobretudo de gestão de riscos, agrava os impactos dos desastres. Os conceitos e compreensão da GRD utilizados se baseiam principalmente no Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (United Nations Office for Disaster Risk Reduction 3 UNDRR) e na Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), principal norma que disciplina sobre a GRD no Brasil. Os resultados da análise dos instrumentos de GRD e de Proteção e Defesa Civil (P&DC) 4 em especial a PNPDEC 4 destacam que a responsabilidade primária pela execução de ações de P&DC recai sobre os municípios, que enfrentam limitações significativas devido à baixa capacidade técnica, orçamentária e administrativa. A ausência de órgãos municipais de defesa civil em muitos municípios e a concentração das ações em respostas emergenciais, em detrimento de prevenção, mitigação e preparação, são apontadas como barreiras ao aumento da resiliência local. Quanto à análise das vulnerabilidades e capacidades municipais de Minas Gerais, revelaram-se alguns padrões geográficos. Regiões do leste, norte e nordeste de Minas Gerais apresentam os maiores desafios devido à alta incidência de desastres geológicos, hidrológicos e meteorológicos, associados a indicadores socioeconômicos problemáticos e alta vulnerabilidade climática, o que justifica maior priorização das ações de defesa civil estadual. Nessa conjuntura, destaca-se o papel central do governo estadual na coordenação das ações, na redistribuição equitativa de recursos e na capacitação técnica para fortalecer a GRD nos municípios. Para tanto, entre as recomendações está o plano estadual de suporte estruturado às defesas civis municipais por meio de suas respectivas regionais. Como considerações finais, recomenda-se a formulação de uma política estadual de P&DC e enfrentamento das mudanças climáticas, adaptada às particularidades de Minas Gerais, com a imprescindível articulação intersetorial de diversas políticas setoriais e a participação da sociedade civil.
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    As principais mudanças do processo de contratualização entre a Fundação Hemominas e os estabelecimentos de assistência à saúde no período de 2018 a 2022
    (2023) Araújo, João Henrique Assis; Dufloth, Simone Cristina; Dufloth, Simone Cristina; Martins, Carla Carvalho; Rodrigues, Maria Isabel Araújo
    A presente monografia tem o objetivo central de analisar as alterações do processo de contratualização estabelecido entre a Fundação Hemominas (FH) e os Estabelecimentos de Assistência à Saúde (EAS) entre os anos de 2018 e 2022 (pré-pandemia e pós-pandemia). A metodologia da pesquisa, classificada como descritiva, foi realizada por meio de pesquisa bibliográfica sobre a temática e pesquisa documental a partir de dados qualitativos e quantitativos extraídos, em sua maioria, da base de documentos internos da FH, da intranet da FH e do sistema de gerenciamento interno de documentos e indicadores, Suite Strategic Adviser 8 (SSA). Os resultados revelam as contribuições da unificação do processo de contratualização impulsionado pela obrigatoriedade do uso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI!), o que possibilitou o trabalho remoto na pandemia. Dentre as contribuições identificadas na pesquisa, destacam-se agilização do processo pela eliminação de algumas etapas e a independência do sistema de envio de malotes.
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    A situação das Regiões Geográficas Intermediárias (RGint) segundo a dimensão segurança pública do Índice Mineiro de Responsabilidade Social 2020
    (2023-09-21) Couto, Ester Carneiro do; Prates, Fernando Martins; Souza, Igor Augusto Tadeu de; Silva, Max Melquiades da; Nogueira, Olinto José Oliveira; Pereira, Priscilla de Souza da Costa; Castilho, Vera Scarpelli; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Indicadores Sociais; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/5751517347902468; http://lattes.cnpq.br/8096743091140912; http://lattes.cnpq.br/2307714470988099; http://lattes.cnpq.br/5624247693651969; http://lattes.cnpq.br/0569026839309570; http://lattes.cnpq.br/0914287293366172; http://lattes.cnpq.br/9045741324739509; https://orcid.org/0009-0009-3463-3678; -; -; https://orcid.org/0000-0003-3372-8615; -; https://orcid.org/0009-0001-7990-4701; -
    O informativo FJP analisa a situação das Regiões Geográficas Intermediárias (RGInt) de Minas Gerais, com base no Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), especificamente na dimensão Segurança Pública. O estudo classifica os municípios em "carentes" e "afluentes" conforme seu desempenho em três indicadores: taxa de homicídios dolosos, taxa de crimes violentos contra o patrimônio e proporção de habitantes por policial militar. O documento destaca as disparidades regionais, identificando as RGInt com maiores desafios em segurança pública, como Belo Horizonte, que concentra altos percentuais de municípios carentes, e contrasta com regiões como Barbacena e Pouso Alegre, que apresentam melhores resultados. Além disso, ressalta a importância de analisar os indicadores individualmente para orientar políticas públicas, visto que o IMRS é um índice sintético e não absoluto. A publicação serve como ferramenta para diagnóstico e planejamento, enfatizando a necessidade de abordagens específicas para cada realidade municipal.
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    Os desafios em monitorar as políticas de prevenção à criminalidade : o caso do Fica Vivo!
    (2023) Coelho, Marina Tereza da Silva; Batitucci, Eduardo Cerqueira; Batitucci, Eduardo Cerqueira; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz; Nascimento, Luís Felipe Zilli do
    Esta pesquisa se propõe a elucidar quais são as principais dificuldades em monitorar um programa já institucionalizado e que possui um conjunto de dados já produzidos, neste caso, o Programa de Controle de Homicídios - Fica Vivo!, que compõe as Políticas de Prevenção Social à Criminalidade do Governo de Minas Gerais. Assim, o foco está em compreender o fluxo de procedimentos e de rotinas relacionados com o monitoramento desse programa, bem como em investigar os entraves e os desafios dessa atividade sob a ótica dos gestores da política. Para tanto realizou-se um levantamento bibliográfico, análise documental e entrevistas semiestruturadas com atores chave presentes no fluxo de monitoramento do Fica Vivo!. A partir da pesquisa realizada, evidenciou que o Fica Vivo! enfrenta desafios significativos na coleta e na organização de dados, especialmente os dados de natureza qualitativa, demonstrando limitações tecnológicas e operacionais. Além disso, a pesquisa revelou a necessidade de revisão do Marco Lógico do programa, fato que impacta diretamente no monitoramento, posto que é a partir do desenho do programa que os indicadores de monitoramento são escolhidos, bem como evidenciou-se que a forma de execução da PEPSC, via Contrato de Gestão, em alguma medida, facilita o monitoramento com alguns pontos de atenção. No que se refere a esses indicadores, foi constatado que eles são indicadores de esforço e, portanto, não são capazes de medir os resultados e impactos do programa. Dentre os desafios apresentados, a coleta e registro das informações se mostrou como um ponto crítico, visto que as interpretações sobre a atividade de monitoramento são distintas e não há um entendimento uniforme dessa atividade. Além disso, a alta rotatividade e equipes pouco engajadas também dificultam o registro dos dados. No que tange à dificuldade de utilizar essas informações, os principais entraves estão relacionados com a baixa tempestividade das informações, as limitações tecnológicas, a ausência de um sistema de monitoramento e a falta de uniformização da metodologia. Por fim, observou-se alguns avanços no monitoramento do programa, como o painel de gestão à vista, a construção de um Power BI com informações das oficinas em tempo real e a perspectiva de implementação de um Sistema de Monitoramento.