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    A conta Restos a Pagar e seu tratamento após a Lei de Responsabilidade Fiscal em Minas Gerais
    (2004) Faria, Luciana de Souza; Carvalho, Célia Maria Silva
    A presente monografia intitulada A conta Restos a Pagar e seu tratamento após a Lei de Responsabilidade Fiscal em Minas Gerais discorre acerca da composição da respectiva conta apresentando uma revisão sobre o orçamento no Brasil, o proçesso orçamentário e sobre a dívida pública, destacando as mudanças implementadas pela Lei Complementar n.° 101 de 4 de maio de 2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal. A seguir é feito um estudo da composição da conta Restos a Pagar, principal componente da dívida de curto prazo, em Minas Gerais e das determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal para essa conta.
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    Composição e evolução da Dívida Pública Interna Fundada de Minas Gerais: 1998-2003
    (2004) Prazeres, Dorieldo Luiz dos; Oleto, Ronaldo Ronan
    Este trabalho investigou a composição e a evolução da Dívida Pública Interna Fundada da Administração Direta do Estado de Minas Gerais, cuja composição se encontra definida no Contrato de Refinanciamento de 18.02.1998. Sua evolução foi amplamente impactada pela variação anual do IGP- Dl (índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna), que adicionado à taxa de juros contratada, cresceu acima da taxa básica de juros (Selic). Os resultados obtidos nesse trabalho apontam que o IGP-DI não é recomendável como indexador apropriado para a correção de contratos financeiros governamentais e tarifas e serviços públicos.
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    Pagamento da dívida por falta de repasses da saúde de Minas Gerais: um estudo de caso do Acordo Fundo Estadual de Saúde
    (2024) Guimarães, Júlia Hosken Fernandes; Silveira, Glauber Flaviano
    Este estudo analisa o Acordo do Fundo Estadual de Saúde (FES) de Minas Gerais como solução para a dívida assistencial acumulada entre 2009 e 2020 com os municípios mineiros. A pesquisa contextualiza a política de saúde no Brasil, com foco no financiamento e descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS), e aborda conceitos de administração financeira e orçamentária, como restos a pagar e dívida pública. A dívida, resultante da incapacidade do estado em realizar os repasses obrigatórios previstos no orçamento, foi inscrita como restos a pagar processados e não processados, gerando um passivo de R$ 6,7 bilhões. Por meio de metodologia descritiva e qualitativa, o estudo examina o acordo, suas cláusulas e legislações associadas, destacando sua implementação como medida de regularização dos repasses e fortalecimento da prestação de serviços de saúde. A pesquisa contribui para o entendimento de instrumentos de gestão financeira no setor público.