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    Planejamento, desenvolvimento territorial e as diretrizes para o desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha
    (2017) Guimarães, Alexandre Queiroz
    O presente artigo reflete sobre as estratégias e ações prioritárias para o desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha. Usa como base o Plano de Desenvolvimento para o Vale do Jequitinhonha (PDVJ), elaborado pela Fundação João Pinheiro. A região em questão ficou durante muito tempo isolada, incapaz de se inserir nos setores mais dinâmicos da economia. A principal política que estimulou seu desenvolvimento foram os programas recentes de transferência de renda, que reduziram a miséria e abriram a possibilidades de ações estruturantes voltadas a transformações mais sustentáveis. A partir de incursões conceituais sobre o significado do desenvolvimento e sobre as especificidades atuais do planejamento, o artigo defende que o desenvolvimento deve ser alcançado simultaneamente em várias dimensões. Uma primeira direção deve ser a revitalização dos recursos hídricos e o fortalecimento da infraestrutura de transportes, energia, telecomunicações e saneamento. Uma segunda passa pelo fortalecimento da economia, que inclui políticas de comercialização, assistência técnica e extensão rural, regularização fundiária, licenciamento ambiental e estímulo à agroindústria familiar. Inclui também o estímulo a alguns nichos da indústria, à mineração e ao turismo, sempre em sintonia com o meio ambiente. Enfim, o artigo mostra as principais direções a acompanhar o avanço na área social, incluindo saúde, educação, cultura, assistência social e segurança pública. Todas essas direções precisam ser acompanhadas por avanços na gestão municipal e por uma estrutura de governança ancorada em práticas de desenvolvimento territorial.
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    Políticas públicas no norte de Minas e nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri: uma análise da evolução das condições de vida nessas regiões
    (2014) Brandão, Gabriela Martins Durães; Costa, Bruno Lazzarotti Diniz; Rezende, João Batista; Wanderley, Cláudio Burian
    Minas Gerais é um estado composto por regiões que apresentam características muito diversas entre si. Nesse contexto, as mesorregiões Norte e Vales do Jequitinhonha e Mucuri se destacam negativamente, apresentando os piores indicadores socioeconômicos do Estado. Devido à essas circunstâncias, os governos federal e estadual, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste, têm realizado uma série de investimentos visando melhorar a qualidade de vida e o bem - estar da população residente na região também conhecida como Grande Norte. Dessa forma, o objetivo desse trabalho é verificar se devido à essas ações voltadas exclusivamente ou em maior proporção exclusivamente para os indivíduos localizados em seu território, o Norte de Minas e os Vales do Jequitinhonha e Mucuri conseguiram apresentar evolução relativa superior à observada nas demais mesorregiões do Estado. Além da análise inter-regional, esse trabalho se propõe a classificar os municípios pertencentes às três mesorregiões de acordo com dois critérios: população e renda per capta. Assim, pretende -se identificar quais as faixas populacional e econômica obtiveram melhores resultados. Por fim, pretende -se a construção de um modelo de regressão linear múltipla visando identificar de que forma variáveis como PIB, população e o pertencimento ou não às mesorregiões do Grande Norte impactam no crescimento relativo do Índice de Desenvolvimento Humano Munical.
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    Índice Mineiro de Responsabilidade Social e sua dinâmica na região de planejamento Jequitinhonha-Mucuri
    (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 2014) Stefani, João; Nunes, Marcos Antônio; Matos, Ralfo
    Este trabalho resulta de pesquisa realizada no Instituto de Geociências Aplicadas (IGA), no âmbito do projeto endogovernamental Geoportal MG 3D. A pesquisa tem por objetivo analisar a dinâmica espacial do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS) para a Região de Planejamento Jequitinhonha/Mucuri. Esse indicador foi elaborado pelo Governo de Minas Gerais e sintetiza sete dimensões socioeconômicas dos municípios e regiões do estado: saúde, educação, renda, segurança, saneamento, cultura e finanças. A pesquisa identificou distinções na distribuição territorial do IMRS, em que valores mais elevados do indicador predominam nas regiões meridionais de Minas Gerais, enquanto os valores mais baixos são observados nas regiões setentrionais. No entanto, a pesquisa apontou que, no período 2000-2006, houve significativo incremento nos valores do IMRS nas regiões mais pobres do estado, notadamente na região do Jequitinhonha/Mucuri, foco deste estudo.