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    Redesenhando o estado no âmbito municipal: principais contribuições do orçamento participativo de Belo Horizonte
    (Fundação João Pinheiro, 2000-12-13) Caixeta, Giovanni José; Somarriba, Maria das Mercês Gomes; http://lattes.cnpq.br/3149829192330097; Dulci, Otávio Soares; Veiga, Laura da
    The company, facing a world cm constant transformation, marked by technological innovations and facts that have significant impacts on economic, political and social processes, requires a redesigned state with new profile, able to face challenges and to deal with new situations, with fast c profound structural changes, decentralized c more permeable to their participation and control. In this sense, numerous experiments have been proposed and implemented. Participatory budgeting c of these innovative proposals for public management experienced in Brazil and based on a state model that goes in that direction. From studies on this topic, surveys, analysis and interpretation of regulatory instruments, documentary research and some estrevistas, we tried to study the main contributions of the Participatory Budget for the State of redrawing the municipal level, with reference to the case of Belo Horizon. This research reveals the significant contribution of this concrete experience in the city for the establishment of a democratic and transparent standard in the state relationship - civil society at the local level, for the modernization and improvement of public agencies and the revaluation of the government planning process this your scope. It also notes the importance of the Participatory Budget to increase the tax liability and its contribution as an instrument for greater rationality of allocative process of public resources. Stresses, finally, the relevance of the existence of decentralized administrative structures to increase the proximity of public administration with the community and offer greater public control over government actions.
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    O significado dos Conselhos Consultivos Regionais de Participação Popular: CRP para o avanço da democracia participativa em Belo Horizonte
    (Fundação João Pinheiro, 2003-11-25) Cláudio, Ismayr Sérgio; Somarriba, Maria das Mercês Gomes; http://lattes.cnpq.br/3149829192330097; Castro, Maria Ceres Pimenta Spínola; http://lattes.cnpq.br/8468614309555848; Menicucci, Telma Maria Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/8388652849956928
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    Estudo da transferência de informações no orçamento participativo do município de Juiz de Fora utilizando a análise de redes sociais
    (Fundação João Pinheiro, 2005-05-31) Martins, Rubens Ahyrton Ragone; Ramalho Júnior, álvaro; http://lattes.cnpq.br/8476102713509889; Dufloth, Simone Cristina; http://lattes.cnpq.br/6166815079725368; Somarriba, Maria das Mercês Gomes; http://lattes.cnpq.br/3149829192330097
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    O nascimento de um indicador : o Índice de Qualidade de Vida Urbana de Belo Horizonte
    (2025) Oliveira, Diogo Jorge; Andrade, Rafael Lara Mazoni
    Este trabalho analisa a gênese e a estruturação do Índice de Qualidade de Vida Urbana (IQVU) de Belo Horizonte, concebido na década de 1990 no contexto da administração progressista por meio da “Frente BH Popular”. Adotando principalmente uma abordagem metodológica externalista, fundamentada na sociologia da quantificação de Alain Desrosières e na analítica de poder de Michel Foucault, a pesquisa investiga as condições históricas e políticas que possibilitaram a emergência desta ferramenta técnico-política. Argumenta-se que o IQVU não surgiu apenas de uma necessidade técnica, mas de um esforço político de convenção (convenir) prévio à mensuração (mesurer), visando legitimar a "inversão de prioridades" no âmbito do Orçamento Participativo (OP). O estudo reconstitui a trajetória de segregação socioespacial da capital, examina a influência do modelo de OP de Porto Alegre e detalha como a parceria entre a Prefeitura e a PUC Minas operou a tradução de disputas políticas em categorias estatísticas estáveis. A análise elucida a arquitetura do índice, demonstrando como a definição de variáveis, a ponderação de pesos e a medida de acessibilidade constituíram um complexo processo de convenir, na qual escolhas técnicas cristalizaram visões sobre a justiça urbana. Conclui-se que o IQVU funcionou como uma tecnologia de governo que, ao converter demandas sociais qualitativas em linguagem quantitativa objetiva, mediou as tensões entre a racionalidade administrativa e as reivindicações populares.