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Item Escolaridade, ciclo econômico e os determinantes do rendimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte(Fundação João Pinheiro, 2006) Guimarães, Alexandre QueirozItem Engenheiro Aarão Reis : o progresso como missão(Fundação João Pinheiro, 1997) Salgueiro, Heliana AngottiItem Salão Vivacqua : lembrar para lembrar(1997) Vivacqua, EuniceItem Belo Horizonte & o comércio : 100 anos de história(Fundação João Pinheiro, Centro de Estudos Históricos e Culturais, 1997) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais; Lanna Júnior, Mário Cléber Martins; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/0035198479302902; -Item Omnibus : uma história dos transportes coletivos em Belo Horizonte(Fundação João Pinheiro, 1996) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisItem Panorama de Belo Horizonte : atlas histórico(Fundação João Pinheiro, 1997) Fundação João Pinheiro, Centro de Estudos Históricos e CulturaisItem Saneamento básico em Belo Horizonte : trajetória em 100 anos : os serviços de água e esgoto(Fundação João Pinheiro, 1997) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisItem O nascimento de um indicador : o Índice de Qualidade de Vida Urbana de Belo Horizonte(2025) Oliveira, Diogo Jorge; Andrade, Rafael Lara MazoniEste trabalho analisa a gênese e a estruturação do Índice de Qualidade de Vida Urbana (IQVU) de Belo Horizonte, concebido na década de 1990 no contexto da administração progressista por meio da “Frente BH Popular”. Adotando principalmente uma abordagem metodológica externalista, fundamentada na sociologia da quantificação de Alain Desrosières e na analítica de poder de Michel Foucault, a pesquisa investiga as condições históricas e políticas que possibilitaram a emergência desta ferramenta técnico-política. Argumenta-se que o IQVU não surgiu apenas de uma necessidade técnica, mas de um esforço político de convenção (convenir) prévio à mensuração (mesurer), visando legitimar a "inversão de prioridades" no âmbito do Orçamento Participativo (OP). O estudo reconstitui a trajetória de segregação socioespacial da capital, examina a influência do modelo de OP de Porto Alegre e detalha como a parceria entre a Prefeitura e a PUC Minas operou a tradução de disputas políticas em categorias estatísticas estáveis. A análise elucida a arquitetura do índice, demonstrando como a definição de variáveis, a ponderação de pesos e a medida de acessibilidade constituíram um complexo processo de convenir, na qual escolhas técnicas cristalizaram visões sobre a justiça urbana. Conclui-se que o IQVU funcionou como uma tecnologia de governo que, ao converter demandas sociais qualitativas em linguagem quantitativa objetiva, mediou as tensões entre a racionalidade administrativa e as reivindicações populares.