FJP - GRUPO DE PESQUISA "ESTADO, GÊNERO E DIVERSIDADE" (EGEDI)
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Navegando FJP - GRUPO DE PESQUISA "ESTADO, GÊNERO E DIVERSIDADE" (EGEDI) por Autor "Amorim, Marina Alves"
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Item 1º Encontro da Rede de Observatórios sobre as Mulheres: anais(2025) Amorim, Marina Alves; Maia, Maria Clara de Mendonça; Baeta, Ana Clara da Costa Nascimento; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/9255208837947975; http://lattes.cnpq.br/3009116196067597; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; https://orcid.org/0000-0002-3021-0450; -Anais contendo os artigos do 1º Encontro da Rede de Observatórios sobre as Mulheres, realizado na Fundação João Pinheiro pelo Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade (Egedi), entre os dias 31 de março a 1º de abril de 2025.Item 1º seminário ocupação feminista e antirracista dos espaços de poder: casas legislativas : registro da conferência de abertura e das mesas redondas(Fundação João Pinheiro, 2024) Seminário Ocupação Feminista e Antirracista dos Espaços de Poder (1. : 2023 : Belo Horizonte, MG); Amorim, Marina Alves; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200O documento apresenta o registro da conferência de abertura e das mesas redondas do seminário. As falas das convidadas foram gravadas, transcritas e preparadas para publicação em português e inglês. O evento abordou as experiências de legislaturas femininas, feministas e antirracistas no Brasil, explorando suas possibilidades, limitações e desafios. Além disso, discutiu o monitoramento e avaliação de mandatas feministas, bem como a violência política de gênero e raça. O seminário contou com a presença de convidadas que são pesquisadoras feministas e antirracistas, além de mulheres eleitas em níveis municipal, estadual e federal, e figuras-chave do chamado terceiro setor.Item Antifeminismo de Estado no Brasil : O Ministério da Educação durante o primeiro ano do governo Bolsonaro (2019)(Universidade Federal de Minas Gerais, 2025) Amorim, Marina Alves; Gomes, Ana Paula Salej; Maia, Maria Clara de MendonçaEste ensaio examina como o antifeminismo influenciou a política brasileira durante o Governo de Jair Bolsonaro, especificamente, a partir da atuação do Ministério da Educação (MEC), ao longo do ano de gestão, em 2019. O objetivo é refletir sobre a implementação de um projeto de Estado antifeminista no campo educacional por Bolsonaro. Argumenta-se que o antifeminismo, como um fenômeno global, desempenhou um papel crucial na eleição presidencial de 2018 e na definição da agenda governamental subsequente. Enfatiza-se que, a partir de 2019, atores antifeministas assumiram posições centrais no MEC; a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secadi) foi extinta, sem a transferência da maioria absoluta de suas competências, e, consequentemente, as políticas educacionais com perspectiva de gênero foram interrompidas; a agenda política do Movimento Escola Sem Partido (Mesp) foi adotada, ainda que não de forma inteiramente explícita. Conclui-se que é possível falar em antifeminismo de Estado durante o Governo Bolsonaro, que se constituiu como uma manifestação de backlash e funcionou como estratégia política.Item As políticas para as mulheres no Brasil entre 2015 e 2019: estrutura, lideranças e orçamento(Universidade Federal da Paraíba, 2024) Amorim, Marina Alves; Gomes, Ana Paula Salej; Maia, Maria Clara de MendonçaO artigo examina a desinstitucionalização das políticas para as mulheres no Brasil entre 2015 e 2019. A análise se inicia no ano anterior à queda da primeira mulher presidenta do País, Dilma Rousseff, e finaliza no primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro. Por intermédio do estudo de caso do organismo nacional de gestão de políticas para as mulheres, o trabalho analisa as alterações institucionais ocorridas no período delimitado; o perfil das mulheres que ocuparam o alto escalão; e o orçamento do organismo. Foi possível observar que, no período analisado, ocorreram quatro alterações no organismo em quatro anos – se, entre 2003 e 2015, havia um ministério dedicado exclusivamente às políticas para as mulheres, a partir de 2015 passou-se a um ministério que se dedicava, entre diferentes outros assuntos, a essas políticas. Em relação ao perfil das gestoras no alto escalão desses organismos, foi observada a transição das feministas às antifeministas, destacando que não se trata, somente, de uma mudança de desenho institucional do Estado, mas de uma mudança muito mais profunda, na direção da ação do Estado. A análise do orçamento evidenciou ainda mais a fragilidade institucional das políticas para as mulheres no Brasil entre 2015 e 2019: houve uma redução de quase 90% dos recursos financeiros, a execução orçamentária foi muito baixa e ocorreu uma mudança de foco nas políticas. Ao final, argumentou-se que a luta contra as violências às mulheres sempre foi um dos pilares mais importantes das políticas públicas para as mulheres no Brasil, entretanto, entre 2016 e 2019, foi a única pauta que restou na agenda do organismo nacional de gestão de políticas para as mulheres.Item O conservadorismo saiu do armário!: a luta contra a ideologia de gênero do movimento Escola Sem Partido(2016) Amorim, Marina Alves; Gomes, Ana Paula SalejEste artigo aborda a luta do Movimento Escola Sem Partido (MESP) contra o que esse movimento denomina “ideologia de gênero”. Afinal, o que é o MESP e o que propõe? Qual o seu programa escolar e o que esse programa pretende impor através da aprovação de projetos de lei nos âmbitos municipal, estadual e federal? Por que a discussão de gênero, corpo e sexualidade deve ser banida das escolas, de acordo com o MESP? Ao longo do artigo, procurou-se apresentar respostas preliminares para essas questões.Item “Crise da masculinidade” : retóricas da ofensiva antigênero e o antifeminismo de Estado(Universidade do Estado da Bahia, 2023) Cardoso, Frederico Assis; Amorim, Marina Alves; Sulz, Juliana AlbuquerqueAnálise do discurso da “crise da masculinidade” e as maneiras como ele tem se sustentado por explicações amparadas em argumentos como a “feminização da sociedade” e a escassez de sólidos modelos masculinos. As questões centrais do trabalho partem dos referenciais teóricos dos estudos de gênero, com destaque para os estudos sobre masculinidades, e a teorização geral do feminismo. Para tanto, faz uso de conceitos como gênero, masculinidades, feminismos e antifeminismo de Estado. O principal objetivo foi buscar compreender o fenômeno da retórica da ofensiva antigênero no cenário político brasileiro atual. A estrutura do texto foi construída na forma de uma ênfase teórico-analítica orientada por uma abordagem, tanto intersubjetiva, como macrossociológica, dos fenômenos sociais investigados. O argumento central é o de que é preciso resistir aos (e superar os) agrupamentos conservadoristas responsáveis pelas constantes tentativas de efetivação do antifeminismo de Estado.Item Diagnóstico: abrigos para mulheres em situação de violência e risco de morte em Minas Gerais: modos de funcionamento e principais características(Fundação João Pinheiro, 2022) Ramos, Alícia Maciel Oliveira; Marinho, Karina Rabelo Leite; Souza, Letícia Godinho de; Nogueira, Maria José; Parreiras, Mariana; Amorim, Marina Alves; Souza, Rosânia Rodrigues de; Fundação João Pinheiro; Secretária de Estado de Desenvolvimento Social; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; -; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; http://lattes.cnpq.br/5623761922502804; http://lattes.cnpq.br/0559089594466141; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; -; -; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933; https://orcid.org/0000-0001-5083-5899; -; -; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; -; Marinho, Karina Rabelo Leite; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933Item Educação e gênero : o currículo prescrito no Brasil (1985-2022)(Fundação João Pinheiro, 2025-05-12) Fundação João Pinheiro. Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade; Amorim, Marina Alves; Maia, Maria Clara de Mendonça; Baeta, Ana Clara da Costa Nascimento; Cardoso, Frederico AssisItem Estruturas especializadas de políticas públicas para mulheres em Minas Gerais : panorama do ecossistema em 2024(Fundação João Pinheiro, 2025-03-21) Secretária de Desenvolvimento Social (Sedese); Amorim, Marina Alves; Maia, Maria Clara de Mendonça; Baeta, Ana Clara da Costa NascimentoItem Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade (Egedi): relatório decenal 2014-2023(Fundação João Pinheiro, 2023) Amorim, Marina Alves; Gomes, Ana Paula Salej; Barreira, Lucas Moreira; Fundação João Pinheiro. Escola de Governo Paulo Neves de Carvalho. Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/2605280249287773; http://lattes.cnpq.br/4065816996349130; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; https://orcid.org/0000-0003-2573-2606; --Apresenta o relatório de atividades e publicações do Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade - Egedi entre o período de 2014 a 2023.Item Histórias de gestores governamentais : formação e experiência profissional de egressos do Curso de Administração Pública (Csap) da Fundação João Pinheiro (FJP)(Fundação João Pinheiro, 2019) Amorim, Marina Alves; Rodrigues, Maria Isabel Araújo; Souza, Letícia Godinho de; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/5334432281936225; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; https://orcid.org/0000-0003-3243-7162; https://orcid.org/0000-0001-5083-5899O livro Histórias de Gestores Governamentais: formação e experiência profissional de egressos do Curso de Administração Pública (CSAP) da Fundação João Pinheiro (FJP), apresenta ao leitor a história do CSAP (Introdução) e trás o olhar de um especialista (Posfácio), traz à tona as experiências de alguns gestores governamentais, todos EPPGG do Governo de Minas Gerais.Item Mulheres do campo de Minas Gerais: trajetórias de vida, de luta e de trabalho com a terra(2017) Amorim, Marina AlvesItem Mulheres na FJP(Fundação João Pinheiro, 2019-02-26) Salej, Ana Paula; Nicácio, Cláudia Beatriz M. Monteiro de Lima; Marinho, Karina Rabelo Leite; Souza, Leticia Godinho de; Nogueira, Maria José; Amorim, Marina Alves; Souza, Nícia Raies Moreira de; Seidl, Renata de Souza; Sousa, Rosânia Rodrigues de; Fundação João Pinheiro. Estado, Gênero e Diversidade (Egedi); Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Laboratoire Dynamiques Sociales et Recomposition des Espaces, LADYSS, França; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/2605280249287773; http://lattes.cnpq.br/9936472027501720; http://lattes.cnpq.br/9188261003903587; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; http://lattes.cnpq.br/5623761922502804; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; http://lattes.cnpq.br/6261343445739304; http://lattes.cnpq.br/6990850876347831; https://orcid.org/0000-0003-2573-2606; https://orcid.org/0000-0002-9265-8736; https://orcid.org/0000-0002-7303-3933; https://orcid.org/0000-0001-5083-5899; -; https://orcid.org/0000-0002-3893-8200; https://orcid.org/0000-0002-4069-9560; -; -Apresenta dados estatísticos sobre as mulheres na Fundação João Pinheiro (FJP). Relata a distribuição de servidores da FJP, trabalhadores da MGS que atuam na instituição, e os contratados por recrutamento, focando na comparação quantitativa de mulheres e homens que trabalham na FJP.Item Observatórios com perspectiva de gênero ou sobre mulheres no Brasil : mapeamento(Universidade Federal Fluminense, 2025) Amorim, Marina Alves; Maia, Maria Clara de Mendonça; Beserra, JulyeEste artigo apresenta um inventário e uma análise dos observatórios com perspectiva de gênero ou sobre as mulheres no Brasil. A pesquisa, para implementar um novo observatório, teve como objetivos conhecer boas práticas, entender o potencial de um observatório com perspectiva de gênero e identificar os desafios de sua criação e sustentação. Foi realizada uma pesquisa exploratória entre fevereiro e abril de 2024, utilizando a ferramenta Google e um conjunto de palavras-chave para construção do banco de dados. Ao todo, foram localizados 27 observatórios, sendo que cerca de 30% foram descontinuados ou estão sem atualizações recentes, indicando dificuldades em sua implementação. O presente estudo também ressaltou a centralidade do problema da violência contra as mulheres para esses observatórios e o protagonismo do poder público na sua criação.Item Observatórios das mulheres : definição e panorama(2025-09-12) Amorim, Marina Alves; Souza, Nícia Raies Moreira de; Chamusca, TessItem Origem social e percurso: mérito e contingência entre egressos de um curso superior(2021) Nicácio, Cláudia Beatriz Machado Monteiro de Lima; Sousa, Rosânia Rodrigues de; Souza, Letícia Godinho de; Amorim, Marina Alves; Castilho, Vera ScarpelliA problemática das desigualdades educacionais evidencia a influência da origem social sobre aspectos que envolvem o acesso e a permanência dos estudantes no ensino superior e ao longo da trajetória profissional. Este artigo tem como objetivo analisar em que medida o Curso de Administração Pública (CSAP) da Fundação João Pinheiro (FJP) é atravessado pela reprodução da estrutura de classes, seja da perspectiva dos ingressantes, seja da perspectiva dos egressos, à luz do referencial teórico de Bourdieu e Lahire. Realizou-se uma análise quanti e qualitativa dos dados dos alunos egressos do Curso de Administração Pública da Fundação João Pinheiro. A abordagem quantitativa nos forneceu um perfil do grupo estudado, a partir da análise de variáveis relacionadas à origem de classe. Entrevistas foram utilizadas para entender os percursos específicos dos sujeitos entrevistados. Corroborando o que apontam estudos da sociologia da educação, verificou-se estatisticamente que a origem social impacta sobre as chances de acesso ao curso. Por outro lado, dentre os indivíduos oriundos das camadas populares, há aqueles que vencem a barreira do ingresso e constroem trajetórias de sucesso acadêmico e profissional. Assim, por meio de análise qualitativa, procurou-se vislumbrar os fatores que possibilitaram o acesso ao CSAP e a permanência na carreira. Percebeu-se a importância da socialização secundária, da bolsa de estudos assegurada pelo curso, da garantia do ingresso no serviço público prevista com a conclusão da graduação e da persistência.Item Os direitos das trabalhadoras domésticas no Brasil: avanços, retrocessos e questões(Belo Horizonte : Fundação João Pinheiro, 2023) Amorim, Marina Alves; Souza, Letícia Godinho de; Souza, Nícia Raies Moreira de; Mayer, Jean-François; Fundação João Pinheiro. Escola de Governo Paulo Neves de Carvalho. Grupo de Pesquisa Estado, Gênero e Diversidade; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Concordia University Montréal; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; http://lattes.cnpq.br/4333929511296586; http://lattes.cnpq.br/1095632798215165; 0000-0002-3893-8200; 0000-0001-5083-5899; 0000-0002-4069-9560; 0000-0002-2869-0870; Amorim, Marina Alves; Fundação João Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/3937684474332889; 0000-0002-3893-8200Os direitos das trabalhadoras domésticas brasileiras constituem o objeto desta nota técnica. Tais direitos, conforme poderá ser observado, foram sendo conquistados ao longo das últimas décadas do século XX e das primeiras décadas do século XXI, com destaque para três momentos: 1972, 1988 e 2013. Além disso, uma reforma trabalhista, datada de 2017, impactou de forma negativa os direitos das trabalhadoras domésticas brasileiras. Dessa forma, pode-se listar quatro marcos temporais, os três primeiros associados a avanços e o último associado a retrocessos. Na primeira parte desta nota técnica, objetivou-se construir uma linha do tempo, para situar os marcos temporais anunciados acima e apresentar o conjunto de direitos conquistados ou perdidos em cada momento destacado. Ao longo desse processo de construção da linha do tempo, observou-se que as conquistas das trabalhadoras domésticas são tardias, em relação àquelas da maioria dos trabalhadores brasileiros, e precárias, na medida em que, uma vez conquistados os direitos, há dificuldade de acesso efetivo a eles. Objetivou-se, também, na primeira parte desta nota técnica, registrar e problematizar tais observações.Item Pé pra lá, pé pra cá! Vamos colher sempre vivas?(Fundação João Pinheiro, 2017) Naves, Letícia; Corrêa, Jovita Maria Gomes; Amorim, Marina Alves; Lopes, Mariana Sousa; -; -Item Professores da Rede Estadual de Educação de Minas Gerais (REE/MG) : Informações e sugestões aos gestores(Universidade Federal de Minas Gerais, 2020) Amorim, Marina Alves; Gomes, Ana Paula SalejItem Retrato do trabalho doméstico em Minas Gerais (2023)(Fundação João Pinheiro, 2025-07-10) Souza, Nícia Raies Moreira de; Amorim, Marina Alves; Maia, Maria Clara de Mendonça