[1] PRODUÇÃO ACADÊMICA E TÉCNICO-CIENTÍFICA FJP
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Produção acadêmica e científica dos pesquisadores, professores e colaboradores da Fundação João Pinheiro.
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Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisEste volume aborda dois aspectos de significativa importância para a compreensão da imagem do espaço urbano atual. A primeira parte apresenta um quadro no qual estão sintetizadas as principais referências arquitetônicas internacionais e nacionais, assim como os principais momentos que marcaram o universo das artes, desde a virada do século XIX, até os tempos atuais. Consideramos oportuno traçar este panorama, uma vez que a natureza conceituai e prática destas esferas exerceu influências que contribuíram na produção do nosso ambiente edificado. Adotou-se como estratégia uma periodização por conjuntos homegêneos de décadas, consolidando um quadro no qual é possível ter-se uma visão ampliada dos aspectos históricos, de diferentes tempos e lugares, contemplando o dinamismo e a complexidade das experiências correlacionadas com o diagnóstico local. A seleção foi balizada não apenas pelos efeitos visíveis das obras, mas buscando, ainda, marcos teóricos que orientaram as ações tanto dos arquitetos quanto da sociedade em geral. A segunda parte é composta por uma relação dos bens culturais tombados no município de Belo Horizonte, com as respectivas descrições que justificam o seu tombamento, identificando, assim, as tentativas do poder público no sentido de manter o testemunho arquitetônico e espacial, valorizando o legado deixado por nossos ancestrais. Este patrimônio cultural possibilita-nos uma apreensão histórica da Arquitetura da Cidade de Belo Horizonte, representada pela decodificaçâo de parte de nossa produção cultural, ou seja, da preservação de signos que nos permitem a compreensão do espaço urbano e de suas diferentes linguagens, que se acumulam e se combinam, desenhando identidades culturais e denotando caráter aos lugares, tal que, nesse conjunto de bens culturais produzidos pela comunidade, a arquitetura constitui um testamento inequívoco da formação da memória histórica e, por conseguinte, da conformação do espaço urbanizado. As informações aqui apresentadas foram organizadas a partir de dados obtidos na Secretaria Municipal de Cultura - Conselho do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte e de relatórios do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA. Outra fonte de consulta resultou da organização do conhecimento através de vasta bibliografia, que se acha relacionada no volume DA ARQUITETURA, parte integrante desta pesquisa.Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisDiferentemente da grande maioria das cidades, Belo Horizonte não surgiu do livre movimento das forças econômicas e sociais, mas de uma vontade política, ou seja, da iniciativa de um grupo dirigente que, no intuito de demarcar claramente o seu tempo e sua origem, empregou todos os recursos disponíveis na construção de uma capital-símbolo.Republicana, moderna e científica, Belo Horizonte nasceu assim em fins do século XIX com a grande tarefa de materializar ideais, sonhos e esperanças. Sonhos de uma nova arquitetura que se colocava em oposição ao 'Velho e repetitivo estilo colonial"; das ruas largas e das grandes avenidas; da eletricidade, traduzida em iluminação pública e bondes;enfim, dos novos hábitos urbanos. Nesse sentido, uma das particularidades de Belo Horizonte é, portanto, o papel significativo desempenhado pelo poder público desde a sua criação. Segundo a ótica de seus idealizadores e primeiros administradores, era preciso conduzir atentamente tanto a implantação como a consolidação desse novo espaço proposto para ser o centro administrativo e econômico de Minas Gerais. Evidentemente, esse processo não foi linear e nem mesmo unilateral. Desde o seu início, foi claramente marcado pelo embate entre os interesses públicos e privados e pela contradição entre os projetos e as propostas urbanas e a realidade concreta. Este volume busca, então, analisar o papel exercido pelo poder público na configuração do espaço urbano e na conformação arquitetônica de Belo Horizonte a partir de um amplo trabalho de pesquisa e análise de fontes primárias, podendo ser destacados os relatórios administrativos, toda a legislação produzida sobre o tema, além de jornais e diversos textos de época. Em função dos parâmetros e diretrizes adotados no planejamento e condução das políticas públicas, em diferentes momentos da trajetória da cidade, foi proposta uma periodização, dentro da qual foram estruturados os capítulos e a narrativa histórica apresentada neste documento.Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisItem 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisO trabalho enfoca os aspectos que contribuem para uma melhor compreensão do cotidiano de Belo Horizonte, como também das relações entre os diversos movimentos culturais ocorridos ao longo de sua história, sem a pretensão de abordar a vida cultural da cidade de forma minuciosa. Tendo como horizonte os cem anos subsequentes à data de inauguração da cidade (1897), a pesquisa procurou enfocar as múltiplas formas de lazer associadas ao esporte, às atividades literárias, musicais e teatrais, à movimentação dos bares, cafés clubes e cinemas, assim como alguns aspectos considerados relevantes nos movimentos das artes plásticas e da arquitetura. A tentativa de conhecimento desse vasto universo leva em conta a impossibilidade de reconstruí-lo na sua totalidade. Desta forma, este estudo se constrói a partir de alguns fragmentos ou flashes dessa vida cultural, nos seus múltiplos aspectos, buscando recriar cenários significativos da história da cidade.Item 100 anos de modernidade : anuário da arquitetura de Belo Horizonte: v. 4 - parte 1.(Fundação João Pinheiro,, 2001) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Historicos e CulturaisEste volume apresenta uma seqüência temporal, ano a ano, de algumas obras e notícias da estruturação do espaço de Belo Horizonte. São alguns recortes da arquitetura que se fez durante os mais de 100 anos de vida da cidade. A voracidade autofágica do modelo modernizante iniciada com a demolição do antigo Curral D'el Rei, imposto pelo processo político-social, é retratada através de uma amostragem da arquitetura de várias décadas, parte delas permanecendo até o presente. E através da observação das tipologias utilizadas que podemos caracterizar alguns momentos, ao mesmo tempo em que a diversidade, invariavelmente mantida pela inserção de novos esquemas volumétricos e tipológicos, harmonizam o cenário urbano com vários estilos. As notícias foram pesquisadas ano a ano nos arquivos da Hemeroteca do Estado de Minas Gerais e na Coleção Linhares, da Biblioteca Central da Universidade Federal de Minas Gerais. As obras pesquisadas, tiveram como fonte primária os microfilmes da então Secretaria de Atividades Urbanas e PRODABEL. A estas informações foram acrescidas aquelas fornecidas por arquitetos e empresas. Todos os anos foram identificados com alguma obra, muitas vezes não a mais significativa, mas acreditamos serem representativas e simbólicas do momento cultural específico.Item 1970 a 1973: O desenvolvimento e planejamento centralizado e a inserção da Fundação João Pinheiro no governo do estado de Minas Gerais: a consolidação de um projeto(FJP, 2022) Soares, Helena Teixeira MagalhãesItem 1º curso de planejamento e gestão em ciência e tecnologia.(Fundação João Pinheiro., 1994) Fundação João PinheiroO 1º curso de planejamento e gestão em ciência e tecnologia foi criado para organizar um curso que promovesse o debate em torno de questões ligadas à produção e demanda do conhecimento científico e tecnológico, para encontrar caminhos que levem à redução da carência de pessoal especializado. Consta 6 cursos onde são discutidos temas peculiares a área citada anteriormente.Item 1º guia cultural de Belo Horizonte(Fundação João Pinheiro ; Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais, 1997) Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais; Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e Culturais; Rodrigues, Irlene Maria; -; -; -Item 1º Guia Cultural de Belo Horizonte.(Fundação João Pinheiro,, 1997) Fundação João Pinheiro. Centro de Estudos Históricos e CulturaisO presente guia tem como objetivo ser um instrumento de consulta prático e útil sobre diversos aspectos da atividade cultural em Belo Horizonte, como por exemplo o patrimônio cultural; a infra-estrutura existente de cinemas, teatros e galerias de arte; os cursos livres e professores nas áreas artístico-culturais; as instituições culturais por exelência como os museus, arquivos, bibliotecas e centros culturais; os grupos ligados à produção cultural; as empresas prestadoras de serviços no mercado dos bens culturais e os artistas, artesãos e técnicos, dentre outros.Item 1º Prêmio Excelência em Gestão Pública do Estado de Minas Gerais : coletânea dos trabalhos vencedores(Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão,, 2006) Minas Gerais. Secretaria de Estado de Planejamento e GestãoO presente documento é uma coletânea dos trabalhos vencedores do 1º Prêmio Excelência em Gestão Pública do Estado de Minas Gerais. O referido prêmio instituído com objetivo de reconhecer, premiar e divulgar boas idéias e práticas que contribuam para o aumento da eficiência da administração pública e para a qualidade dos serviços por ela prestados? Possibilitou, aos próprios servidores da administração pública, a elaboração de propostas relativas aos temas ?modernização administrativa? e ?governança eletrônica?, os quais foram premiados em duas categorias: experiências e iniciativas de sucesso e idéias inovadoras.Item 1º Prêmio Mulheres e Ciência : livro de resultados(CNPq, 2025) British Council; CNPq; Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe; D'Almeida, Cassiano; CNPq; http://lattes.cnpq.br/3616428057110590Item 1º Relatório parcial do levantamento de tecnologia da habitação : Juramento: habitação urbana e semi-urbana.(CETEC,, 1978) Mineiro, Ricardo MendesEste relatório constitui a fase inicial do levantamento de tecnologia de arquitetura, abordando os itens referentes às habitações urbanas e semi-urbanas, ou seja, aquelas edificações de caráter doméstico, nas quais predominam traços construtivos regionais e que se encontram localizadas em povoados ou em suas vizinhanças, sob seu raio de influência. Para uma visão mais clara de suas dimensões, seguem-se os dados-síntese da pesquisa geral, da qual esse levantamento é um dos componentes.Item 1º Relatório técnico referente ao convênio firmado entre FINEP e CETEC, relativo à impressão de mapas da Região Noroeste de Minas Gerais(CETEC,, 1980) Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETECConforme contrato firmado em 27 de dezembro de 1979 entre o CETEC e o AEROFOTO CRUZEIRO S/A, essa empresa deveria desenvolver serviços de Planejamento cartográfico, separação de cores e impressão de 16 mapas (folhas) temáticos, em escalas de 1:500.000, 1:1000.000 e 1:2.000.000, componentes do relatório técnico do II Plano Integrado de Desenvolvimento do Nordeste Mineiro - PLANOROESTE II.Item 1º Seminário Ocupação Feminista e Antirracista dos Espaços de Poder : casas legislativas : registro da conferência de abertura e das mesas redondas(Fundação João Pinheiro,, 2023) Seminário Ocupação e Antirracista dos Espaços de Poder (1. : 2023 : Belo Horizonte, MG)O documento apresenta o registro da conferência de abertura e das mesas redondas do seminário. As falas das convidadas foram gravadas, transcritas e preparadas para publicação em português e inglês. O evento abordou as experiências de legislaturas femininas, feministas e antirracistas no Brasil, explorando suas possibilidades, limitações e desafios. Além disso, discutiu o monitoramento e avaliação de mandatas feministas, bem como a violência política de gênero e raça. O seminário contou com a presença de convidadas que são pesquisadoras feministas e antirracistas, além de mulheres eleitas em níveis municipal, estadual e federal, e figuras-chave do chamado terceiro setor.Item 1º seminário para intercambio de experiência : SIPIE: relatório das palestras e debates sobre o PLAMBEL(1980) Fundação João PinheiroO presente documento apresenta o seminário que teve como objetivos a avaliação da experiência anterior, aprofundar o conhecimento do papel do PLAMBEL no contexto institucional, proporcionar maior integração dos trabalhos, permitindo uma maior percepção de cada técnico sobre sua contribuição individual.Item 20 anos : Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho(Fundação João Pinheiro, 2012) Fundação João Pinheiro. Escola de Governo Professor Paulo Neves de CarvalhoA publicação institucional elaborada pela Fundação João Pinheiro celebra o vigésimo aniversário da Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho, abordando sua trajetória no aperfeiçoamento da gestão pública no estado de Minas Gerais. O documento apresenta um resgate histórico da entidade, detalhando sua estrutura organizacional, missão e os valores que norteiam a qualificação de servidores. O texto descreve os eixos de atuação acadêmica, que englobam a oferta de cursos de capacitação, graduação em Administração Pública, especializações e programa de mestrado. Adicionalmente, o relatório presta homenagens ao seu patrono e explora o papel da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental para a modernização burocrática e administrativa do poder executivo. Trata-se de um registro de memória que consolida a função estratégica da instituição na profissionalização do Estado e na promoção da cidadania.Item 20 anos : Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho(Fundação João Pinheiro, 2012) Fundação João Pinheiro. Escola de Governo Professor Paulo Neves de CarvalhoA publicação institucional elaborada pela Fundação João Pinheiro celebra o vigésimo aniversário da Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho, abordando sua trajetória no aperfeiçoamento da gestão pública no estado de Minas Gerais. O documento apresenta um resgate histórico da entidade, detalhando sua estrutura organizacional, missão e os valores que norteiam a qualificação de servidores. O texto descreve os eixos de atuação acadêmica, que englobam a oferta de cursos de capacitação, graduação em Administração Pública, especializações e programa de mestrado. Adicionalmente, o relatório presta homenagens ao seu patrono e explora o papel da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental para a modernização burocrática e administrativa do poder executivo. Trata-se de um registro de memória que consolida a função estratégica da instituição na profissionalização do Estado e na promoção da cidadania.Item 20 anos do Índice Mineiro de Responsabilidade Social : uma jornada de compromisso com o desenvolvimento social(Fundação João Pinheiro, 2025) Gonçalves, Caio César Soares; Pereira, Priscilla de Souza da Costa; Castilho, Vera Scarpelli; Pereira, Aline de Faria; Ferreira, Marielle Durães; Silva, Ana Paula da; Caldeira, Graziella Napoli da Terra; Fundação João Pinheiro. Diretoria de Estatística e Informações. Coordenação de Indicadores Sociais; http://lattes.cnpq.br/6829577347369187; http://lattes.cnpq.br/0914287293366172; http://lattes.cnpq.br/9045741324739509; -; http://lattes.cnpq.br/7884343668211337; http://lattes.cnpq.br/9034193946078827A publicação celebra os 20 anos de trajetória do Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS), consolidando sua importância como ferramenta de monitoramento do desenvolvimento social e humano nos municípios de Minas Gerais. O documento revisita a história do índice, discutindo a evolução do conceito de "responsabilidade social" aplicado ao nível municipal e o compromisso da Fundação João Pinheiro (FJP) com a produção de indicadores sociais precisos. Examina os desafios metodológicos enfrentados ao longo de duas décadas, detalhando a importância da consistência técnica ao lidar com diferentes versões do índice para evitar interpretações equivocadas de séries temporais. A obra funciona como um registro da jornada institucional e técnica da Coordenação de Indicadores Sociais, reafirmando o papel do IMRS no suporte ao planejamento de políticas públicas e na promoção da transparência de dados sociais no estado.Item 2º Plano de Desenvolvimento Integrado do Noroeste Mineiro : recursos naturais : síntese.(CETEC,, 1981) Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETECTrabalho executado pelo CETEC para a Fundação Rural Mineira Colonização e Desenvolvimento Agrário - RURALMiNAS, com o suporte financeiro do Banco lnteramerlcano de Desenvolvimento (BIDJ, do Ministério da Agricultura e do Governo do Estado de Minas Gerais). Apresenta uma síntese dos levantamentos dos recursos naturais e melo ambiente, Incluindo a metodologia geral dos trabalhos e um resumo dos diversos temas abordados, em conjunto com as principais conclusões e recomendações para futuros estudos ou programas de aproveitamento dos recursos da região.Item 2º Plano de Desenvolvimento Integrado do Noroeste Mineiro : recursos naturais.(CETEC,, 1981) Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETECConstitui o relatório final dos levantamentos de recursos naturais. Contém a descrição dos principais aspectos físicos da região abrangendo os tópicos referentes a geomorfologia, geologia, clima, hidrografia e vegetação; em seguida são apresentados os resultados dos levantamentos dos recursos hídricos (hidrologia superficial e subterrânea, qualidade das águas, uso atual e demanda futura), dos recursos de solos, vegetais e minerais, concluindo-se com a análise conjunta dos recursos naturais, tendo em vista a integração final e o zoneamento da região para fins de planejamento. Os levantamentos básicos foram executados a nível exploratório-reconhecimento, na escala de 1:250.000, com apresentação e impressão final dos mapas na escala 1 :500.000, e em escalas menores. A metodologia é descrita em cada capítulo, onde são apresentados detalhes dos materiais e métodos utilizados, assim como o nível de intensidade dos estudos e os produtos alcançados.